Nove maneiras de aumentar o desejo sexual após os 40

Por que a libido diminui?

A primeira coisa que a gente tem que lembrar é que nossa principal função na Terra é procriar e perpetuar a espécie, como qualquer outro animal. E a nossa libido tem tudo a ver com isso. O impulso sexual é controlado pelo sistema límbico, a parte mais “primitiva” do cérebro. Esse mesmo sistema está associado a várias funções, incluindo o olfato, as emoções, o toque, prazer. É nosso lado mais “animal”, digamos assim. Na medida em que envelhecemos para a procriação, o corpo pode entender que esse impulso para o sexo não seja mais tão necessário (tá maluco, cérebro?). E por isso é super normal a libido cair.

O fato é que hoje nossa sensação de vitalidade está intimamente ligada a uma vida sexual ativa. Portanto, para quem passou dos 40, perder o desejo dá a sensação de ter chegado ao “fim da linha”. E quem tem 50, ou até bem mais do que isso, hoje quer uma vida plena, que inclui diversão a dois (ou a três, sei lá). Mas trago duas boas notícias: não é só com você. E tem solução. Aliás, sexo depois dos 40 pode ser o melhor que você já teve, mas exige um certo empenho.

É culpa dos hormônios?

A primeira coisa que precisamos saber é que libido tem uma relação direta com nossos neurotransmissores. Os hormônios têm um papel nisso, é uma junção entre os dois (uma função neuro-hormonal), mas não é uma questão hormonal exclusivamente.

Mas, sem dúvida, no caso das mulheres perto ou depois da menopausa, a falta de hormônios femininos pode causar secura vaginal, e quem vai querer saber de sexo desse jeito? Portanto sempre é importante checar a possibilidade de reposição hormonal e avaliar se é para o seu caso. “Também podemos usar a testosterona de maneira tópica na área vaginal para melhorar a lubiricação”. O isso de laser no local também vem sendo usado para melhorar o problema.

Recupere o lado sensorial

Como falamos, o sistema límbico que controla a libido é também nosso lado mais sensorial. Por isso vale a pena investir em odores, no toque, nos sabores. Não é papo furado falar em investir nessas coisas para dar aquela levantada no “clima”: tudo isso é processado no mesmo ponto do cérebro.

1. Invista nos alimentos certos

Apesar de não existirem estudos que mostrem que alimentos tem o poder direto de aumentar a libido (afrodisíacos), alguns nutrientes podem ajudar em mecanismos relacionados ao desejo sexual. Alimentos com canela e pimenta caiena são ótimos para sensibilizar nosso sistema límbico (de novo, a fonte do nosso desejo no cérebro). Além disso, a pimenta contém capsaicina, que melhora a circulação e ajuda na ereção. Vegetais como couve flor e brócolis podem ter um papel no aumento natural da testosterona, bem como a castanha do Pará, mexilhões e ostras. O chocolate amargo (pelo menos 70% cacau) promove a liberação de feniletilamina, também conhecida como “hormônio da paixão”.

2. Avalie o uso de suplementos naturais

Alguns fitoterápicos também podem ajudar: Maca, Tribulus, Ginkgo biloba e Ginseng são alguns dos indicados. “Mas sempre consulte seu médico antes, especialmente se tomar alguma medicação de rotina, não é porque são naturais que podem ser tomados indiscriminadamente”. É importante saber que há estudos que indicam a eficácia de alguns deles e outros estão em andamento. Mas não são uma panaceia. Não adianta sair tomando suplementos achando que por si só isso vai resolver o problema. Mais uma vez, estamos falando aqui em nove coisas que, em conjunto, podem ajudar.

3. Aposte na aromaterapia

E como o sistema límbico é altamente afetado pelo olfato, vale investir neles (pense no quanto é brochante chegar perto de um parceiro que cheire mal). Alguns que podem ser usados em difusor de aroma no quarto: canela, ylang ylang, patchouli, rosa, jasmin, neroli. Você também pode aumentar ainda mais o estímulo sensorial pingando algumas gotas do óleo essencial (ou uma combinação dos que mais gostar dessa lista) em um pouco de óleo vegetal (de abacate, amêndoas ou semente de uva) e usar para uma massagem a dois (quem resiste a isso?).

4. Faça atividade física

Estar fisicamente ativo ajuda a aumentar os níveis de testosterona. Além disso, nos faz sentir mais dispostos, autoconfiantes. E ainda por cima ajuda a nos sentirmos melhor na nossa pele. Um corpo que não se mexe fica mais letárgico. Além disso a atividade física ativa nossa parte do cérebro que controla a serotonina e dopamina, que tem papel fundamental na questão do prazer.

5. Reduza o estresse

Equilibrar trabalho, cuidados com filhos pequenos ou adolescentes, administração de finanças pessoas e da casa etc., é uma baita fonte de stress. E o stress é um dos maiores assassinos de libido (e do ganho de peso e de uma série de doenças). Procure atividades que relaxem como meditação, Yoga, ou até mesmo respiração profunda várias vezes ao dia. É sério. Isso vai mudar sua vida como um todo.

6. Limite o consumo de álcool

Sim, tomar uns drinks dá aquela sensação de ficar soltinho e isso costuma ajudar na cama, não é? Por outro lado, abusar da bebida alcoólica deprime o sistema nervoso central e pode ter justamente o efeito contrário. Nos homens, o abuso vai resultar em problemas de ereção no longo prazo. Cientistas apontam que duas taças de vinho dão um up na libido (segundo estudo publicado no Journal of Sexual Medicine da Sociedade Internacional de Medicina Sexual). Mais do que isso não provocou maiores efeitos.

7. Cuide do seu sono

Falta de sono adequado atrapalha a produção de hormônios e afeta o sistema límbico. “Manter o ritmo biológico é muito importante”. “É preciso dormir bem, tomar sol e estar ao ar livre. Senão o corpo entra no modo de sobrevivência causado pelo stress e isso nos afasta do lado do prazer.”

8. Saia da internet e cuide da relação

É um clichê falar isso, mas a verdade é que a maioria dos casais se esquece de cuidar da relação como deveria. Sabe aquela coisa de chegar em casa, cada um ir para um lado do sofá com o celular na mão mergulhado nas redes sociais? Isso tem um efeito direto na nossa libido. “Mais uma vez, a parte sensorial, o olhar para o outro, o toque, o beijo, isso tudo fica de lado. E a libido depende disso”.

Outra coisa importante: não é porque está casado há 20 anos que precisa ficar em casa descabelado, de pijama rasgado e chinelos velhos e com cheiro de alho depois de terminar o jantar (seja homem ou mulher). Mais uma vez, a parte que controla a libido é sensorial, lembre-se sempre disso. A gente tem que ser atraente para o outro: com cheiro bom, um beijo aqui, um toque ali, uma lingerie que ative o olhar… Isso tudo vai ativando o cérebro. E converse sobre isso. Como casal, é importante que os dois tenham consciência que vai ser preciso um empenho para a coisa acontecer. Não é como quando você tinha 20 anos, que só de olhar o parceiro já dava aquele desejo incontrolável!

9. Conheça seu corpo

“O homem tem muito mais hábito de se masturbar. Para muitas mulheres, isso é um tabu”. “Tenho clientes que jamais tiveram orgasmo porque sequer conhecem seu corpo”. Criar o hábito da masturbação pode ajudar muito as mulheres a entender o que as excita mais, além de “acordar” o cérebro para o prazer. Quanto mais a gente sente prazer, mais o cérebro vai querer repetir a experiência. Então se a coisa anda meio sem sal com o casal ou mesmo se você está solteira, faça um bem a você mesma: compre um vibrador, gel lubrificante, e arrume um tempo para experimentar sentir prazer sozinha. Explore e conheça seu corpo.

Como se vê, não existe uma única solução, é um conjunto de coisas que podem ajudar. E converse sobre isso, procure ajuda profissional se for preciso. Como casal, é importante que os dois tenham consciência que vai ser preciso um empenho para a coisa acontecer. Não é como quando você tinha 20 anos, que só de ver um potencial parceiro numa festa já dava aquele desejo incontrolável. Mas nem por isso sexo perde a importância na nossa vida ou deixa de ser bom quando ficamos mais velhos. Ao contrário, pode ser a melhor parte dela.

Uma decisão importante

O vento batia forte na janela do meu quarto a lareira criptava um fogo que aquecia todo ambiente, já fazia pelo menos uns 5 dias que eu não saia de casa, sosinha com meus pensamentos, tentava encontrar uma razão pela qual eu deveria seguir naquela vida, meu casamento já não me fazia feliz a pelo menos 10 anos, e eu insistia em tentar salvá-lo por todos os motivos que as pessoas levam em conta, filhos, bens, família… Enfim eu já sabia a resposta mas ainda insistia em brigar com a razão.

Eu havia pedido um tempo sosinha por que estava estressada com tudo, meu marido concordou na esperança de que quando volta-se, a vida seguiria “normalmente”.

Já era tarde quando servi uma taça de vinho, e mais outra até que adormeci. Em meus sonhos eu andava descalça beira mar, as ondas batiam em meus pés me dando uma agradável sensação de leveza, isso me fez ter um sono tranquilo como a muito tempo não tinha. Ao acordar vi que o tempo havia mudado o sol nasceu radiante, o dia estava lindo e eu me sentia revigorada, vesti um short jeans e uma camiseta branca coloquei meus óculos de sol e fui caminhar, o som do mar adentrava a rua talvez pelo fato de terem sido dias de tempestade forte. Eu me sentia assim forte, e decidida a recomeçar só precisava encontrar as palavras certas para dar fim aquela vida passada que eu não queria mais. Envolta aos meus pensamentos não percebi que alguém andava próximo de mim, aos poucos fui voltando aos sons que me rodeavam e então eu ouvi uma voz que me chamava: Luiza? Luiza? Quando olhei eu vi que era um rosto conhecido. Abri um sorriso de imediato e ele me disse:- Que Mundo pequeno! Eu concordei só com um aceno de cabeça enquanto corri para abraçar aquele homem que havia sido meu único amor verdadeiro.

Aquele abraço aqueceu meu coração e eu senti um frio na barriga, daqueles que a gente sente poucas vezes na vida, “chamam de borboletas no estomago”, estava tudo ali ainda os mesmos sentimentos, eu ainda amava ele depois de todos estes anos. Ele havia mudado de cidade para estudar, éramos muito jovens nesta época, não havia tanta tecnologia como hoje onde todos carregam juntos seu aparelho de celular, acabamos perdendo contato e na minha solidão acabei me casando com outro, vez que outra me lembrava dele, mas tentava esquecer por que havia recebido a notícia de que ele também havia casado.

Sentamos na beira da praia e começamos a conversar, falamos sobre tudo e então eu lhe perguntei sobre sua vida, ele me disse que havia casado, por que soube do meu casamento, só que após 5 anos tentando ser feliz viu que não conseguiria por que seus pensamentos ainda eram meus, eu enchi meus olhos de lágrimas, ele passou as mãos em meu rosto as enchugando e disse : – Por que está chorando? E eu falei de toda a minha triste realidade e por fim finalizei com: eu nunca esqueci de você!

Foi neste momento que seus lábios tocaram os meus em um beijo doce e eu que já estava pronta para recomeçar uma nova vida, nossas línguas se entrelaçavam estávamos ardentes de paixão e saudade, a praia estava deserta nossas mãos exploravam o corpo um do outro, era um misto de paixão com tesão , saudade, a vontade era de fazer amor ali mesmo sem neuras, mas eu me contive por que ao mesmo tempo que eu o queria, eu desejava que fosse especial. Saímos abraçados em direção a minha casa, a casa que havia criado meus filhos e vivido meu casamento. Ao chegar ele perguntou se teria algum problema ele estar ali, eu que já havia tomado minha decisão disse não se preocupe com isso.

Entramos, eu estava cheia de areia e perguntei se ele se importaria se eu fosse tomar um banho, ele:- Claro que não. Com todo aquele tesao e desejo que me invadiam já fui me despindo na sala mesmo, lancei um olhar para ele como quem diz : você me acompanha? Ele não se fez de rogado veio junto, nos beijamos, suas mãos me tocavam enquanto a água quente corria pelo meu corpo, me virei de costas e senti seu abraço forte, seu membro adentrava minhas pernas, me inclinei para poder receber ele dentro de mim, na primeira estocada a sensação era de muito prazer, eu gemi alto, ele passou suas mãos por entre minhas pernas tocando meu sexo, mais uma vez eu gemi, eu estava eletrizante era uma corrente de prazer que me percorria inteira, cada toque seu era enlouquecedor, eu tinha certeza de que era isso que eu queria sentir, ele ficou ali me tocando e me estocando enquanto beijava a minha nuca, até que eu não aguentei mais e gozei como já não fazia a muito tempo.

Me virei para ele e desci a língua por toda extensão do seu corpo até encontrar seu pau latejando e eu o engoli inteiro, fui sugando e lambendo eu queria saborear ele todo, afinal este era meu desejo desde minha adolescência, não havíamos transando quando namoravamos, perdi minha virgindade com meu marido, éramos tão inocentes, eu me masturbava muitas vezes pensando em como seria tê-lo dentro de mim, e isso estava acontecendo agora, eu e ele estávamos nos entregando e eu o queria mais e mais.

Saímos do banho ainda molhados e nos deitamos na cama, ele começou a me lamber toda e sussurrava o quanto eu era gostosa o quanto havia desejado aquilo, então ele parou sobre meu sexo e me sugou, sua língua explorava tudo, ela era forte e ao mesmo tempo macia, ele parecia conhecer meu corpo melhor que ninguém, sua língua adentrava minha buceta molhada, ele lambia tudo e eu comecei a me contorcer de tanto prazer estava pronta para gozar novamente, quando ele percebeu parou no mesmo instante e disse:- não este gozo vai ser nosso.

Ele me penetrou olhando nos meus olhos, e uma emoção violenta me invadiu eu chorava como uma criança mas não de tristeza era de paixão que ardia, ele percebeu e não me perguntou nada seguiu me amando, me fudendo gostoso, vez que outra ele me beijava e eu o puxei forte pelas nádegas enquanto meu corpo o ajudava a se movimentar mais forte, parecia que eu iria explodir a qualquer momento de tesão e então eu gemi alto ao mesmo tempo disse vem comigo agora, ele me olhando nos olhos, seus olhos mudaram de cor, ele se arqueou e gozou um gozo delicioso, nós dois juntos gemiamos e nos entregavamos em um prazer alucinante, assim que gozamos nos abraçamos e adormecemos tamanha a sensação de prazer e leveza, seguimos mais dois dias sem sair de casa, praticamente só fazendo amor. Era impossível não querer viver aquilo pra sempre, dali em diante nos comprometemos um com o outro. E hoje fazem quase 10 anos que nossa vida se resumi a ser feliz.

QUE CONSEQUÊNCIAS TEM A VIOLÊNCIA SEXUALNA CRIANÇA OU JOVEM?

Ser vítima de violência sexual pode ser uma experiência difícil de ultrapassar, e que prejudica o bem-estar físico e emocional da vítima e a qualidade das suas relações com as pessoas que a rodeiam.

A violência sexual pode trazer consequências negativas para a saúde física, tais como:

  • Lesões e ferimentos relacionados com a violência ou força física utilizada;
  • Lesões e ferimentos relacionados diretamente com a violência sexual, como ferimentos nos órgãos sexuais, dor, sangramento, corrimento;
  • Problemas na saúde sexual e reprodutiva, como infeções sexualmente transmissíveis (ex.: HIV; herpes genital; clamídia);
  • Gravidezes indesejadas;
  • Diminuição do apetite;
  • Insónias e pesadelos durante a noite (associados a pensamentos constantes sobre o que aconteceu) ou excesso de sono.

Nem sempre a violência sexual provoca lesões físicas!

Há casos em que o ato sexualmente violento não deixa lesões nem marcas físicas (por exemplo, atos que impliquem acariciar os órgãos sexuais ou partilhar fotografias na internet não deixam vestígios físicos).

No entanto, isso não quer dizer que a violência não tenha acontecido! 

A violência sexual também traz consequências negativas para a saúde emocional e psicológica, tais como:

  • Choque, especialmente quando a violência sexual é cometida por alguém que se conhece ou em quem se confiava;
  • Raiva da vítima para quem praticou o ato e da vítima (erradamente) em relação a si própria, por não a ter conseguido evitar;
  • Culpa, apesar de a vítima não ter qualquer responsabilidade no que aconteceu;
  • Ansiedade ou medo constante, ligados a pensamentos e recordações frequentes em relação ao que aconteceu;
  • A vítima sentir-se sem valor (deixar de gostar de si própria);
  • Tristeza profunda, fazendo com que a vítima sinta que a vida não tem significado ou propósito;
  • Medo de que a situação de violência se repita;
  • Medo de estar sozinho/a;
  • Medo de quem praticou o crime ou de que algo de mau lhe aconteça (especialmente se a vítima conhecer o/a autor/a);
  • Vergonha de contar o que se passou;
  • Medo da vítima de que ninguém acredite em si caso conte a alguém o que se passou;
  • Medo de nunca conseguir recuperar do ato violento (ficar “marcado/a” para sempre).

A violência sexual também pode provocar mudanças no comportamento da vítima, tais como:

  • Ficar mais agressiva com as pessoas em seu redor, mesmo com as pessoas de quem gosta muito;
  • Magoar-se de forma propositada;
  • Começar a ter comportamentos de crianças mais pequenas (ex.º dormir de luz acesa, voltar a fazer xixi na cama);
  • Afastar-se de pessoas de quem gosta ou de locais (porque podem fazer lembrar o que aconteceu);
  • Desinteressar-se pela escola e descer as notas;
  • Desinteressar-se por outras atividades que antes gostava (ex.º fazer desporto, tocar instrumentos musicais).

Tendo em conta o tipo de atos praticados, é de esperar que apareçam outras mudanças, nomeadamente no comportamento sexual, como por exemplo:

  • Dificuldade da vítima em estabelecer relações íntimas e saudáveis com os outros;
  • Dificuldade em respeitar o “não” de outra pessoa e os limites que ela lhe impõe (ex.º: não compreender que a outra pessoa não queira ter contactos sexuais);
  • Ter comportamentos sexuais de risco (ex.º ter diferentes parceiros/as sexuais, não utilizarem métodos contraceptivos).

Desvende a Dama de Espadas.

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NÃO É BARALHO

Então do que se trata? De um tipo especial de mulher.

Uma mulher branca, há que se dizer. E o que faz dela diferente é sua preferência sexual por homens negros. Geralmente uma adepta do estilo de vida swinger, ela pratica sexo com negões, com a aprovação do marido. Na terminologia do fetiche, ela se entrega aos “touros” (bulls, em inglês), sendo frequentemente filmada por seus maridos, para deleites futuros.

Porém, o termo também é utilizado para mulheres solteiras que se amarram na sexualidade pungente do homem negro. Em comum, elas acreditam na superioridade do macho negro, adorando e sendo dominadas por esses homens. Chega a ser meio louco. E não para por aí. A dama de espadas faz questão de ser. Ela quer se mostrar, assumir sua condição.

Por isso ela adota este símbolo tão simples, a espada do baralho, para se identificar

Em tatuagens, em camisetas, em bijuterias, o símbolo da espada junto à letra “Q” (de queen, rainha, em inglês) simboliza estas mulheres destemidas e independentes. Exemplo, se você vir uma tatuagem da dama de espadas do baralho, saiba que sua dona se amarra numa piroca negra.

MAS AS DAMAS DE ESPADAS ELAS REALMENTE EXISTEM?

Sim e para provar, conheça Harmoni Kalifornia.

Esta loira norte-americana começou sua trajetória simplesmente como forma de satisfazer seu fetiche por homens negros. As fotos amadoras, tiradas por sem companheiro corno, logo se tornaram um site amador. E agora, ela já estrela filmes pornô interraciais, como os da produtora Blacks on Blondes.

Aqui ela nos mostra sua tatuagem, marca de sua condição de mulher branca submissa à negros. Esta não é fake não! Marcada para sempre, em sua pele.

Soul CuckoldHOT WIFE (ESPOSA QUENTE) (Curiosidades)

Este é um termo inglês usado para designar as esposas de cornos, também conhecidas como “chifradeiras” ou mais comumente chamadas de esposas liberadas ou liberais. As Hot Wife”s dividem-se em Slut Wife (esposa safada) e “Damas de Espadas” (Queen of Spades) Trataremos sobre esta última em um outro artigo.

                                                   SLUT WIFE ou (esposa safada)

Slut é uma palavra de significado pejorativo, ela faz referência ao comportamento sexual considerado promíscuo, em especial o das mulheres. Uma das traduções possíveis é, portanto, “vadia”  ou “safada”.
 A Slut Wife é a esposa que gosta de sexo com outros homens tendo a aceitação ou a participação de seu esposo. Ela é a mulher que tem o domínio da relação, tendo total liberdade sexual e apesar de entre o casal haver regras pré-definidas; é ela quem fica com a última palavra. O seu esposo é obediente (manso), submisso ou escravo que tira, do que muitos acham ser humilhação; o seu prazer.  Ele se excita ao imaginar ou ver a sua esposa com outro homem. O marido neste caso sente prazer em ver o prazer da esposa.
Por norma o marido cuckold é completamente submisso e receptivo aos caprichos e vontades dela. É a submissão que o excita; o fato de se sentir impotente e dependente do prazer da esposa o deixa feliz. A situação de ver a esposa com outro homem; de estar diante de uma “humilhação” que se transforma em prazer para ambos e de ter que se submeter aos desejos da esposa é quem o completa.O marido faz o papel de um escravo sexual, pronto para obedecer às regras do jogo impostas pela esposa, algumas delas são: procurar machos para ela, leva-la ao motel ou à casa do comedor, sair de casa para ela transar com outro homem, dormir no sofá enquanto o comedor dorme em sua cama, leva-la em casas de swing e filmar os machos lhe comendo. Também tem as tarefas sexuais, como chupar o comedor, passar lubrificante na bundinha dela para o macho comê-la, lamber as bolas do comedor, o deixar gozar em sua boca e a mais esperada por muitos cornos: lambe-la toda gozada. Isso se chama receber castigos em forma de recompensas, para satisfazer os seus desejos e fetiches.Muitas das mulheres que, seguem essa linha Hot Wife nem mesmo sabem que o são, mas nesse mundo o que vale mesmo é o prazer e o respeito; as convenções são meros acessórios na hora de ir pra cama.É comum se dizer por aí  que uma Hot Wife é só uma “esposa safada”,  na verdade elas o são, mas isso lhes dar prazer; assim elas se realizam como mulher, porém, fazendo disso muito mais do que uma prática; elas transformam isso em  um estilo de vida e comportamento.

Entretanto, é bom que se diga que existem alguns símbolos, (este assunto trataremos em outro artigo) estampados em joias, bijuterias e tatuagens que as identificam prontamente a quem é do meio e que lógico, passa despercebido para que não é.Quando a mulher Hot Wife vai adquirindo experiência, ela passa a se expor menos, ou seja, ela se deixa mostrar apenas nos detalhes. Fica mais observadora, e consequentemente mais decidida, sabendo exatamente o que quer. É certo que a diversão maior de uma mulher Hot Wife é o sexo, mas ela também tem uma vida normal como qualquer mulher, ela tem suas tarefas caseiras e rotineiras, vai ao shopping, cuida dos filhos, sai para se divertir com a família e com amigos, afinal de contas compartilhar prazer não é só trepar. Portanto se você é um homem que faz parte desse universo; é um comedor ou um “Macho Alfa” como alguns Cuckold gostam de chamar e por acaso você identificar uma Hot Wife e ao abordá-la ela lhe disser não; não se melindre ou irrite-se, pois afinal de conta nem sempre uma Hot Wife sai de casa somente pensando em fazer sexo e além do mais você tem que compreender que: NÃO É NÃO!

CUCKOLD: TRÊS PRATICANTES FALAM DE SUAS EXPERIÊNCIAS COM O FETICHE

Explicando de uma forma bem simples, “cuckold” é uma prática onde o homem mantém excitação sexual ouvindo a narrativa ou assistindo a parceira fazer sexo com outro. É um dos fetiches mais comuns e vem crescendo cada vez mais no Brasil. Para se ter uma ideia, a frequência de busca do termo no Google teve um aumento de cerca de 800% nos últimos 15 anos. A quantidade de pornografia relacionada ao tema também é grande: só no XVideos, pesquisar por “Cuckold Brasil” aponta mais de 42 mil vídeos sobre a prática. E não podemos esquecer da “cuckquean”, a versão feminina do fetiche, menos comum, mas também presente.

Sim, você deve estar pensando que soa estranho alguém sentir prazer em ser “traído” e o que isso traria de bom para um casal. Nada melhor do que os próprios praticantes contarem um pouco da experiência e falarem por que isso os excita tanto. E, claro, a opinião de alguns profissionais que estudam a sexualidade.

A seguir, os depoimentos de praticantes de cuckold, uma mulher e dois homens, todos usando pseudônimos.

Alex Mazoka ilustrador, artista plástico, escreve contos eróticos com esta temática, 38 anos

Pratico há dez anos e era algo mais desconhecido, agora tem se tornado uma febre. Eu escrevo contos e faço ilustrações sobre o tema. Cuckold é uma fantasia que envolve aspectos BDSM, porque envolve humilhação e dominação e reúne várias outras fantasias. Existe o que não gosta de humilhação, chamado de stag, que gosta de compartilhar a garota, escolhe o parceiro, transa com eles e domina a situação. Já o cuckold clássico é o que está fora do controle da situação, que está nas mãos da mulher.

Isso, para mim, é a grande pegada da fantasia. Ele mantém um relacionamento no qual é fiel e monogâmico, mas tem relacionamento livre, ou seja, a parceira pode sair com outros homens que ela escolhe e, às vezes, deixa o companheiro assistir.”

Não deixar é como aplicar um castigo. Em alguns relacionamentos, inclusive, ela fica longos períodos sem fazer sexo com o namorado, só tendo relacionamento com os amantes. Isso faz parte da fantasia: o sofrimento do homem ter de falar que precisa transar, que precisa dela, e ela dizendo: “Agora, não. Daqui a um mês te dou uma chance”.

Ao mesmo tempo, para mim, entendo que seja um modelo de poliamor, já que ele não vai ter outras parceiras. Há casais que saem junto com o ‘comedor’, o alfa.  Gostamos dessas terminologias, a ideia é brincar que o alfa é o macho superior. Ele vai ‘comer’ a mulher, enquanto o beta assiste. O comedor e o corno, nos EUA, bull e cuckold. Há casais que vão, com o amante, para o bar, cinema e tal, mas na hora da cama, é o amante que transa com a mulher.

Há quem fale em baixa autoestima. Mas, na verdade, é o contrário, uma forma de compensar uma situação de estar no controle o tempo todo. Quando criança, fiz artes marciais, por exemplo, porque gostava de ter controle sobre tudo, e ainda tenho de resistir, aguentar tudo e não depender de ninguém. Em um relacionamento, gosto de tomar à frente, de proteger a mulher, porém, quando era jovem, sentia que estava muito no controle. Quando realmente amei, notei que não estava tanto no controle assim, não estava tão ciente de que ela estava acima de qualquer suspeita em termos de fidelidade.

Eu não gostava disso, me deixava triste e ansioso. Fingia que estava tudo bem, mas morria de ciúme quando ela saia sozinha ou dormia na casa de amigos sem me avisar. Foram justamente as namoradas que tinham mais liberdade e não precisavam da minha companhia as que me tocaram mais. O dia que entendi que curtia cuckold tinha, creio, 24 anos e estava no terceiro namoro. Sonhei que assistia à minha namorada pelo buraco de uma fechadura, ela dentro do banheiro transando com um cara, e olhando para a porta sabendo que eu os observava.

Acordei com uma tremenda ereção. Fiquei louco, e me perguntei por que acordei daquela forma, com raiva, mas excitado. Nunca tive medo de descobrir coisas em mim. Pensei: preciso entender melhor isso. Comecei a ler sobre fetiches. Falei com a namorada, expliquei o sonho, que estava com tesão, e que ela teria de transar com outro para eu assistir.

Não foi tão fácil lidar quando realmente aconteceu, foi a parte mais estranha, porque há toda a bagagem machista. O desejo e a vontade existem, mas, ao mesmo tempo, o julgamento moral que você faz de si mesmo, de permitir que sua namorada transe com outro cara e, ao mesmo tempo, continuar a amá-la. É muito difícil no começo, até por alguns anos.

Passei a aceitar completamente de uns quatro anos para cá. Foi quando passei a perceber que grande parte de tudo que se diz sobre masculinidade é uma grande paspalhice, e toda esta pose, este movimento conservador que se vê no Brasil, cheio de regras, me empapuçou de um jeito que pensei, ‘vou parar com essas neuras’. Por que uma coisa é você ter tesão e ter dificuldade em realizar, outra coisa é você deixar de realizar por medo de julgamentos.

No meu último relacionamento, minha namorada teve relações com vários caras, inclusive, fomos à festa de um amigo meu em que ela dançou com vários homens, depois ela fez sexo oral no aniversariante, com todo mundo assistindo, e depois me beijou. Fazemos piadas, muitos amigos sabem que curto, só não trago para minha família. Por isso, prefiro usar o codinome.

Uma questão muito importante é ter uma conversa sobre o uso de camisinha, falo ‘seja lá o que você fizer, use preservativo, e volte saudável, não engravide e não vá presa. Sempre vou apoiar minha namorada a sair, mas ela tem de saber que, se não se cuidar, ela estará se colocando em risco, me colocando em risco e até o relacionamento em risco. Tem uma galera que gosta do risco.

Se a mulher engravidar, o casal está ciente que isso poderia acontecer. O certo é ela decidir se quer ter ou não. E o homem precisa decidir se vai assumir a paternidade ou não. Lá fora, nos EUA, eles assumem. E existe uma fantasia, que acho um pouco demais, de fazer a mulher engravidar de outro, tipo:. É até interessante, se você fizer um cálculo genético, ela escolher um cara que tenha uma saúde excelente, sem casos de doença na família. E o homem aceita. Mas nem considero isso uma fantasia. O importante mesmo é se preservar.

Se a mulher sabe que você curte, é muito vantajoso. Agora, na pandemia, não estou me relacionando com ninguém. Minha última namorada conheci em um bar, e já sabia algumas histórias, como, por exemplo, dela ter transado em uma mesa de bilhar, pensei “quero conhecê-la”. Quando saímos contei o que fazia, mostrei alguns contos e deu certo, nunca brigamos, até dava dicas quando ela paquerava outros caras. Mas não é fácil encontrar uma que aceite. “Como assim, você não liga se eu sair com outro cara? Então, não me ama” – esta é a primeira coisa que ouço. Se não amasse nem ligaria, o interessante é quando tem um sentimento. Mas quando ela curte, é uma vantagem, uma troca.

Adriana, programadora, 28 anos

Já namorei e me envolvi casualmente algumas vezes com homens que eram cuckold. Para falar a verdade, isso é bem mais comum do que a gente imagina. Acho, inclusive, um fetiche meio previsível, se a gente considerar nosso contexto social cristão, patriarcal e monogâmico.  Acho até um pouco óbvio que isso gere uma fascinação sexual.

Enfim, eu sempre gostei de explorar minha sexualidade, realizar fetiches e fantasias, tanto meus quanto de quem eu me relacionava. Sempre achei isso muito excitante e gostoso nos relacionamentos. Além disso, nunca me identifiquei com monogamia, todos os casais de amigos que casaram se divorciaram, acho um sistema desenhado para o fracasso, para a infelicidade e isolamento de duas pessoas.

Então, a ideia de transar com outra pessoa, que não meu parceiro, nunca me pareceu muito fora desse mundo. Sim,  Um dos meus namorados adorava me ver sair ou me flagrar com outros, e que eu chegasse de madrugada em casa depois de transar e mandasse ele fazer sexo oral em mim. Também gostava que eu o chamasse de corno, que o humilhasse pelo tamanho do pênis (mesmo que não fosse pequeno), adorava saber que transei com caras mais dotados que ele e gostava, inclusive, que eu narrasse tudo que eu fazia enquanto a gente transava ou enquanto eu o impedia de me penetrar.

Não são todos os cuckolds que gostam da humilhação. Alguns só se excitam com a safadeza da parceira, com a liberdade, querem saber que estão com uma mulher ‘insaciável’. O último cuckold com quem saí gostava mais disso, ele não era muito fã de humilhação. Alguns deles também gostam de um nível a mais de humilhação, que é a “feminização” (sissification). Gostam de ser comandados a vestir lingerie, meia-calça, a se depilarem, usar toda sorte de vestuário e acessório femininos e, inclusive, em um último momento, serem penetrados e sexualmente usados por outros caras.

 Existem outras ramificações do cuckolding, que, para mim, já começam a ser bastante problemáticas e não participo, como as “hotwifes” brancas que só se relacionam com “bulls BBC” (big black cock, grandes paus pretos). Bull é como se chama o cara que transa com uma hotwife. Dá para perceber como o racismo é o principal elemento desta fantasia.

E falando de fetiches, eu sou sádica, gosto de fazer meus parceiros sentirem dor e prazer. Então, poder exercer minha liberdade sexual, e usar isso para humilhar meu parceiro, tem um apelo relevante pra mim. A sexualidade humana é muito doida. A gente cria padrões, não é? Eu já fui um pouco assim, houve uma época em que eu não sabia desvincular o amor do sofrimento. Ia, sequencialmente, atrás de parceiros difíceis, narcisistas, egocêntricos, imaturos. Se aparecesse um cara maravilhoso, interessado por mim, carinhoso, eu sumia. Não sabia lidar, eu não sabia ser amada mesmo. Foi um progresso muito louco me desvencilhar dessas ideias.

Jorge, publicitário, 35 anos

Não sou monogâmico e comecei um relacionamento aberto há oito anos. Saíamos com outras pessoas, tipo dates ou ficadas. Sempre gostei que ela me contasse o que vivenciava, me excitava, gerava uma dinâmica única dentro das nossas atividades, não só a parte sexual da coisa. Mas não era algo do tipo “quero me masturbar enquanto você me conta”. Era um processo de conhecer o que a outra pessoa gostava e o que eu poderia fazer para ela ter mais prazer na cama.

Não havia nenhum tipo de amarra, encapsulamento da coisa. Era: “me conta como foi se estiver a fim, se não estiver, tudo bem”. Aí começaram discussões sobre privacidade, porque havia uma terceira pessoa envolvida. Na época, ela já perguntava se podia contar, e os caras gostavam da dinâmica: o que faziam servia como fonte de tesão em outro momento dela. Ela, porém, nunca gostou de ouvir o que eu fazia.

Este namoro durou quase cinco anos, chegamos a casar e, durante o casamento, mantivemos esta dinâmica dela ter dates, chegar em casa e me contar. 

Quando terminou, namorei algumas pessoas, que continuam sendo afetos. Uma delas, Carla, nunca quis me contar, não foi fonte de frustração, mas era uma dinâmica muito dela, que não queria ter nenhuma violação da intimidade. Desenvolvíamos outras atividades sexuais. Depois, comecei a namorar Adriana, que é muito inserida no universo dos fetiches, em nossas interações, eu soltei a pergunta ‘como foi?’, e os olhinhos dela brilharam. Ela quis desenvolver o tema e começou a falar.

Passamos a explorar como nos atiçar mais dentro do assunto. Até agora não tive a vivência de vê-la se relacionando com outros. Sempre foram relatos. Até que um dia, Adriana me mandou uma foto dela com outra pessoa, o que me atiçou muito, muito, muito. E eu pensei: talvez eu seja um cuckold, então, comecei a explorar mais a possibilidade, de ter não apenas acesso aos relatos, mas ver acontecer e como vou me sentir.

Essa perspectiva me deixa nervoso. Eu me sinto um adolescente, frente à minha primeira vez, mas tem sido legal, porque é com uma pessoa com a qual me relaciono de forma duradoura, se trata de um namoro no qual os dois estão empenhados em desenvolver isso. Traz certa segurança, não só pela dinâmica não monogâmica, mas por ser uma relação duradoura na qual existe o empenho de ambos em construir, não é para fugir da rotina, é algo próprio nosso, da individualidade de cada um.

Tudo isso se soma e me deixa tranquilo em relação a este novo universo no qual tenho me debruçado e, além disso, é bom ter uma definição, “eu sou isso”. Não é um rótulo, mas saber como, e por onde explorar, facilita a parte de delimitar o prazer, o que se gosta ou não. Comentei com meu outro afeto, Carla, que estou me definindo. Ela disse que não queria comentar as experiências dela, mas que a possibilidade de vê-la fazendo algo com outra pessoa a excitava.

Agora, há estas duas situações, uma pessoa que não queria dividir a intimidade, se mostra aberta devido à construção do momento, o que eu não imaginaria. Achei que ela não gostasse de nenhum tipo de inserção na intimidade dela. Não tenho muita experiência, mas a chance de identificar o que me excita, e trabalhar isso em conjunto com outra pessoa, tem se mostrado prazerosa e estou aberto para começar isso nos próximos meses.

Tenho problemas de autoestima. Todo mundo acaba tendo em algum momento, mas não relacionado a este tema. Acho que é um aprendizado da não monogamia. Se minha namorada se relaciona com alguém que a faz gozar 20 vezes e eu não consigo isso, fico feliz por ela ter encontrado alguém. A construção da minha relação com ela é diferente: ela quer estar comigo, ela quer transar comigo, enfim, por outros motivos e não vou me cobrar para fazer algo que outro cara faz com ela. Se eu puder aprender algo, daí, quero aprender, para dar mais prazer para ela. E isso não afeta minha autoestima.

O tema surge em círculos de pegação e falo tranquilamente. Não conto para amigos ou família, não acho que seja um tema que eu precise desenvolver. Existe outro ponto que é a visão da sociedade, do corno, pois a prática do cuckold é muito voltada para a humilhação do homem. Não é algo que me atrai, ser humilhado.

Eu quero ver uma pessoa que admiro e tenho tesão em outras dinâmicas sexuais. Vê-la transando com outra pessoa desperta em mim um tesão em ver a performance dela, como se movimenta. A descrição me atiça, o visual. Não tem humilhação na minha prática. Se me chamarem de corno, vou ignorar, porque isso não me alcança, meu psicológico está resolvido. Minha relação se constrói de acordo com o que é para ser, com o que as pessoas se permitem, e não sobre cobranças e comparações.

Fetiches possuem regras claras
Desirèe Monteiro Cordeiro, psicóloga voluntária no Ambulatório Transdisciplinar de
Ela lembra que é importante citar a cuckquean, a mulher que tem o desejo que o parceiro se relacione com outras e que ela Para ele, os homens que aceitam esse tipo de atividade, e têm prazer com ela, não têm problemas de autoestima, mas, sim, buscam mulheres que sejam deles e topem ter outro, mas sabendo e tendo-os como o “oficial”. Seria uma maneira de competição masculina sexual, onde o “terceiro” entra como dispensável, mas que com sua presença reforça o vínculo afetivo do casal e a masculinidade do parceiro.
Porém, Saadeh questiona outro papel: “Nesse sentido existiria um ‘uso’ da mulher. Mas se ela aceita e sabe das condições, o casal pode se beneficiar desse tipo de interação”.
Desirée discorda. Para ela, a mulher é usada se não se sentir à vontade, se ela se submete a isso para manter o casamento ou a relação, sem sentir prazer. “Sim, tem muita mulher que se submete e tem muito homem que acredita que é assim que a relação tem de ser. Mas, nesta situação, estamos falando de uma perversidade. Nas práticas de fetiche há muita conversa e regra. Se a pessoa não sentir vontade, não é um fetiche, que só existe para dar prazer a todos que estejam participando.”
Humilhação
Como vimos, nem todo cuckold gosta de ser humilhado ou comparado a outro homem. “Se pensarmos, tem a ver com submissão e dominação. Historicamente, o sádico e o masoquista – sadomasoquismo – não vivem um sem o outro. A sensação de sofrer e de fazer sofrer dá prazer a algumas pessoas, e a humilhação entraria aqui. Nos casos que conheço de cuckold, não é algo frequente. A humilhação, muitas vezes, vinha antes da chegada da terceira pessoa, ou seja, já havia uma dominação anterior”, finaliza a psicóloga.

DOGGING

DOGGING NA IBM
Relato 100% verídico

Copiado da Internet.

Foto 1 do Conto erotico: DOGGING NA IBM

Após voltarmos de viagem de férias; fomos convidados para participar de uma festa social (baile de gala) em São Paulo (sábado). Saímos da Baixada Santista no começo da tarde, pegamos a Imigrantes e chegamos na capital por volta das 16h. Ficamos hospedados em um hotel.

Nosso plano era ir nessa festa, fazer o social e depois dar uma esticada para fazer uma farra. Dessa vez, pensamos em dar um tempo do Inner Clube e partir para uma casa de swing diferente. A selecionada foi a ENIGMA. Como plano B; pensamos em dar uma passada na Rua Tutóia (atrás da IBM) e na Rua Curitiba; onde rola o chamado dogging (se você não sabe o que é dogging; pesquise o significado no Google).

A tarde, como de costume; fiquei no hotel, passando o tempo na internet, vendo as melhores opções pra farra, enquanto a esposa foi ao shopping.

No começo da noite; ela voltou, tomou seu banho de rainha e vestiu seu novo par de botas de couro e mais umas roupinhas de putinha, preparadas especialmente pras sacanagens de mais tarde e desfilou pra mim pelo quarto; enquanto eu tirava umas fotos pra registrar sua sensualidade e compartilhar com os amigos e com a posteridade.


Durante as fotos; percebi que ela estava com tesão e isso prometia uma noite bem quente. Depois dessa sessão fotográfica, nos arrumamos e partimos para a festa de gala. Ela estava lindíssima, num vestido longo, parecia que estava “embalada para presente”; enquanto eu usava um terno preto (parecia que era o segurança dela). Levamos a roupa de balada numa bolsa e combinamos que nos trocaríamos dentro do carro mesmo.

Fomos pra festa; encontramos nossos amigos (amigos normais, rs… nenhum deles é do meio swinger e nem imagina ou cogita que minha esposa faz o tipo “dama na sociedade e puta na cama”). Bebemos, sorrimos, comemos, dançamos um pouco e nos divertimos. Na festa haviam outras muitas mulheres lindas, elegantes, e gostosas, usando em vestidos bem sensuais. Mas eu só tinha olhos de desejo pra minha mulher. Eu olhava pra ela e sabia que em poucas horas, estaríamos aprontando a maior das sacanagens.


Quando chegou próximo das 2 horas da madrugada, dei um toque na minha esposa e ela entendeu o recado. Era hora de irmos pra outra festa. Nos despedimos, pegamos nosso carro e começamos a pensar onde iríamos fechar a noite com chave de ouro. Minha esposa disse: “- Safado, eu sei por que você quer ir embora cedo…”

Sabe mesmo. Adoro uma putaria com a minha esposa.
Somos mais do que parceiros, somos cúmplices.


Conversamos um pouco e concluímos que já estava um pouco tarde para irmos ao ENIGMA e minha esposa disse que preferia tentar a sorte no dogging lá da IBM. Ou seja, ela tava querendo ser devorada pelos doggers (machos de plantão na rua).

Numa madrugada de friozinho, chuva fina e quase sem trânsito; fomos rápido do Morumbi para os arredores do Parque do Ibirapuera.

Chegamos pela avenida 23 de Maio; entramos na Rua Tutóia; subimos até a Rua Achiles, onde entramos no que chamamos de “beco do pecado”, atrás do prédio da IBM. Encontramos uns quatro carros estacionados com pessoas (homens) dentro e dois rapazes caras na calçada, que nos encararam. Dava pra ver que se masturbavam e se ofereciam pra casais. Também vimos uma travesti próximo de um táxi.

Passamos reto. Essa primeira passada era apenas uma volta de reconhecimento. Seguimos até a Rua Curitiba (cerca de 4 quadras de distância). Lá estava bem sossegado. Encontramos apenas o coroa que interagiu com a Ninfogosa no dogging que fizemos em dezembro/2013. Por causa do frio, o amigo estava dentro de seu Mercedes-Benz.

Estacionei o carro numa praça e perguntei pra minha esposa o que ela queria fazer. Ela disse que preferia ir pra trás da IBM; pois a Rua Curitiba estava devagar. Ainda argumentei que se fossemos na IBM, tão logo parássemos, ela acabaria devorada por um monte de machos; mas a safada não deixou dúvidas de que era isso mesmo que ela queria. A putinha apenas perguntou se por mim estava tudo bem…

Foto 3 do Conto erotico: DOGGING NA IBM

É claro que estava. Concordei no ato. Imediatamente a safada passou para o banco de trás, pegou a bolsa onde estava o “kit putinha” e foi se arrumar pros machos. Tirou o vestido de gala e a sandália de festa. Colocou uma microcalcinha; um vestidinho de piriguete e as botas de couro, cano alto (quase na altura do joelho). Já não era a mulher casada, séria, de minutos atrás.

Agora ela tinha se transformada na Ninfogosa e parecia uma puta de rua.


Ela voltou para o banco da frente; estava linda (+ linda) e deliciosa; peguei o carro e segui para a Rua Achiles. Chegamos no point e vimos que ainda estavam os mesmos carros parados e os mesmos dois caras na calçada, Com o coração batendo forte, estacionei próximo de um deles. Eu e minha esposa estávamos ansiosos e excitados pra começar logo a farra.

Foi só parar o carro e minha esposa já se virou pro meu lado e veio me beijar; dando início aos trabalhos da noite. Eu que não sou bobo e conheço meu papel nessas horas, já fui tirando meu pau pra fora da calça. A Ninfogosa se abaixou pra mamar, virando sua bundona pra janela do carro. Na calçada, um dos rapazes já estava com o rosto literalmente colado no vidro. A putinha aumentou a intensidade da mamada; mostrando que estava gostando da farra.

De vez em quando ela parava, se levantava, olhava o movimento na rua e pedia que eu lhe narrasse o que estava acontecendo enquanto me fazia um belo boquete. E eu narrava o que estava rolando…

Além do colega que estava colado no vidro; havia outro mais a frente do nosso carro (na mesma calçada) e mais um terceiro na calçada do outro lado da rua. Além disso, alguns carros passavam bem devagar do nosso lado, subindo e descendo a rua. Um desses carros era uma perua Crossfox vermelha; onde um casal curioso passava devagar, observando.

Aproveitei que minha esposa estava concentrada no boquete e puxei seu vestido; expondo o rabo suculento da Ninfogosa para o rapaz que estava colado na janela.

Depois de alguns instantes me chupando; minha esposa levantou o rosto, olhou pra trás e deu uma conferida no rapaz que estava colado na janela do carro, admirando sua bunda e batendo uma punheta e simplesmente abriu o vidro para que ele pudesse apalpá-la. O sortudo não perdeu tempo e começou a passar a mão na bunda dela; até encontrar a xoxota e começar a enfiar os dedos nela.

A Ninfogosa ficou ainda mais assanhada e passou a rebolar nas mãos do rapaz; enquanto este acariciava sua bucetinha. Ai eu lhe disse: “- Safada, abriu o vidro do carro pra ele te pegar né?”
E ela respondeu: “- É muzão, e tá muito bom…uhmmmf… eu sei que você gosta de ser corninho…”

Conforme a brincadeira esquentava; minha esposa prestou atenção que no rapaz do outro lado da rua; que de longe admirava a nossa putaria. Eu disse pra ela que ao lado dele havia uma espécie de moita (vegetação mais baixa, junto de uma árvore). Ela entendeu e disse que ali era escuro e legal para continuar a farra.

Ai ela resolveu ser puta de vez e disse que seria legal irmos lá; pois aquele local era o mais escuro da rua. Entendi o que ela queria. E disse: “- Então vamos”. Guardei o pau na calça, ela se virou; eu saí do carro pelo lado do motorista, dei a volta no veículo e avisei o rapaz que estava interagindo com ela, que iríamos na moita, do outro lado da rua. Minha esposa saiu do carro e juntos atravessamos a rua. O rapaz veio junto e quando ela se virou pra me beijar; o safado se instalou atrás dela e sem dizer praticamente nada, já levantou o vestido dela e expos a bundona gostosa.

Na sequência ele rapidamente colocou uma camisinha e minha esposa já se inclinou para frente, para poder empinar o rabo e facilitar a penetração. Enquanto o safado comia minha mulher, ela se escorava em mim, me olhava, mordia os lábios de tesão e eu batia uma punheta e acariciava os seios da cadela.

Foto 2 do Conto erotico: DOGGING NA IBM

O olhar dela estava diferente. Era lindo de ver. Tinha o olhar de uma mulher madura se realizando sexualmente. Como já disse, ela estava vestida e agia como se fosse uma verdadeira puta de rua, casada com marido corno.

Próximo de nós; formou-se uma pequena plateia com cerca de oito rapazes. Ficaram perto, acerca de uns 10 metros atrás de onde estávamos. Ninguém avançou, ficaram apenas contemplando a putaria e esperando uma chance. Além disso; um Mitsubishi Pajero, com um casal, passava a todo instante pela rua. O outro casal (da Crossfox vermelha) também passava a todo instante. Os dois carros tinham os vidros abaixados, mas nenhum deles teve coragem de parar…

Eu não resisti ao ritmo da punheta e gozei venda a minha esposa levando rola de outro macho. O amigo também não resistiu e após bombar na safada por alguns instantes; gozou. Ela me olhou e disse: “- Chama mais um. Um de cada vez.”


Nem precisou chamar. Os doggers parece que tem um código de conduta e ética. Um de cada vez, eles começaram a vir. Chegavam sem dizer nada, vestiam suas camisinhas; pegavam minha mulher pela cintura e metiam forte na Ninfogosa. Bombavam até gozar e davam a vaga para outro. Minha esposa se segurava em mim, me olhava, mordia os lábios, me beijava e se abria para aguentar as estocadas de seus comedores.

Os comedores bombavam com tanta força e tesão, que era difícil segurar minha esposa (ela se apoiava nos meus braços e peito).

No total, contei sete machos que naquela noite tiveram o prazer e o privilégio de comer minha mulher. Quando o sétimo comedor (um negão) concluiu sua trepada; resolvemos que era o momento de ir embora. A Ninfogosa havia quebrado o recorde de comedores numa noite.

Foto 4 do Conto erotico: DOGGING NA IBM

Fiz um sinal pros amigos e voltamos pro nosso carro, nos arrumamos e dali seguimos pro hotel.

No hotel a Ninfogosa ainda teve que fazer o marido dar mais uma gozada (batendo punheta pra mim; me dando de mamar nos seus peitos e narrando como tinha sido a putaria). A safada ainda disse que, por ela, teria dado pra mais machos…rs.

A noite foi perfeita. Adoramos a experiência e em breve vamos repeti-la.

Minha primeira vez, difícil esquecer!

Quando criança os pais tentam ensinar aos filhos sobre o que é certo e errado e com isso vamos criando alguns tabus, medos e pré conceitos. Sempre fui uma criança erotizada, gostava de dançar, usar sainha, brincava de bonecas mas insinuando sobre terem namorados, assistia as novelas e as mulheres mais sexy eu escolhia para ser nas brincadeiras, meus pais percebiam e recriminavam, mas hoje após alguns  anos passados e terapia descobri que eu era normal, toda criança tem uma fase de descoberta do seu sexo, ela se toca para se descobrir e aos poucos vai percebendo que é gostoso aquilo.

Isso aconteceu comigo, comecei a me masturbar muito cedo, e me sentia culpada pelos ensinamentos dos meus pais ao mesmo tempo descobria que era possível ter prazer sosinha. Hoje na altura dos meus 28 anos percebo que muitas mulheres ainda não sentem prazer por ter medo de se tocar.

Enfim hoje quero contar pra vocês sobre a minha primeira vez.

Eu tinha 16 anos, sempre fui muito precoce, já chamava a atenção desde os meus 12 anos, já havia experimentado alguns beijos na boca, mas sempre ficava por isso mesmo já que não era muito de sair, a cada beijo que eu dava indiferente ao meu interesse sentia aquele friozinho na barriga e a curiosidade de como seria dar continuidade a aquela relação. Mas nunca confiei totalmente em alguém para me entregar uma primeira vez. Era a única coisa que eu tinha determinado, que deveria ser uma primeira vez especial.

Fui convidada para ir em uma festa de aniversário de uma colega, já estudávamos juntas a pelo menos 3 anos, ela já havia me falado sobre o irmão várias vezes, que ele era sem-vergonha que pegava geral e tal mas que ela achava ele asqueroso que não entendia qual era o poder dele. Ao mesmo tempo que estava curiosa para conhecer ele, eu já o detestava por tudo que ela falava.

Cheguei cedo na festa para ajudar ela nos preparativos, fui com um short curto jeans e um top deveria estar uns 40 graus, era possível derreter na sombra, levei uma bolsa com minhas roupas, e uma camisola para dormir lá, logo mais iria me preparar para a noite.

Eu via pela janela um rapaz que passava vez que outra sem camisa, enquanto limpava a piscina, que devido ao calor estaria disponível para os convidados, ele era um rapaz forte, alto, músculos definidos, o cabelo tinha um movimento gostoso de olhar, eu não podia ver os detalhes do seu rosto, mas imaginei ser alguém responsável pela limpeza simplesmente, fui dar uma volta na rua para pegar um ar que soprava já evidenciando que a noite estava próxima, me agachei na borda da piscina e me sentei um pouco para molhar meus pés, derrepente sinto uma mão tocando meus ombros. Ele: – você deve ser a Juliane.

Pensei droga é o irmão dela, quando me virei para olhar, senti um arrepio percorrer todo o meu corpo, seus olhos me deixaram sem reação. Olhos lindos amendoados, um sorriso encantador, na mesma hora eu pensei: puta que pariu, ele é lindo demais! Eu soltei um oi quase mudo, ele me pegou pela mão e disse me da um abraço já te sinto como da família, eu nem pestanegei fui puxada de uma maneira que parecia estar flutuando, ele me deu um abraço que eu queria ficar ali sua pele suada exalava um perfume gostoso que me deixava embriagada, então ele me deu um beijo no rosto e disse que estava a tempos querendo me conhecer e que realmente eu era linda como a irmã dele havia falado.

Eu suspirei fundo tentando disfarçar o meu embaraço e disse: – eu também queria te conhecer. ( eu pensei de novo o que Juliane?? você tinha ódio dele e dizia que jamais queria estar com ele).

Enfim entrei para o banho ainda atonita com tudo que eu havia sentido, me ensaboei pensando nele, naquele corpo, naquela boca e comecei a me tocar no banho mesmo, não demorou para que eu gozasse e me senti-se preparada para uma noite de festa. Vesti um body preto(maiô) decotado bem sexy, uma saia fluida toda soltinha que deixava meu bumbum em evidência, uma sandália alta pois na minha cabeça eu queria muito conquistar um amigo nosso que estaria lá, já estava cansada de ser a virgem com 16 anos e as minhas amigas me contando as histórias delas cheia de fodas, e eu só escutando, o Felipe era um amigo de anos já havíamos beijado umas duas vezes eu curtia ele e confiava nele achei de poderia ser o momento de dar o próximo passo.

Quando sai do banho encontrei o irmão da minha amiga que soltou um assobio, caramba Juliane você está uma delícia, e desculpa a palavra mas eu te devoraria inteirinha senão fosse a amiga da minha irmã.

Neste momento minhas pernas amoleceram eu devo ter ficado com o rosto ruborizado já que senti um calor intenso e na mesma hora eu pensei eu quero.

Mas não falei nada, baixei minha cabeça e enquanto saia eu disse baixinho:- se quiser pode. Eu acho que pensei alto demais e nem percebi, mas ele ouviu e teve certeza que eu estaria disponível. Ele já tinha 21 anos, sabia que eu era virgem, minha amiga falou em algum momento para ele, então vocês podem imaginar, um homem entrando na fase adulta que já tinha vivido muitas experiências saber que poderia ter uma virgem e que além do mais era linda.

Assim que se início a festa ele me trouxe uma caipira de morango e disse você bebe? E eu lógico.

Ele espero que goste, eu comecei a beber e dançar com minhas amigas, vez que outra eu o observava enquanto ele não me olhava, a noite estava agitada muita gente bonita o Felipe já havia se aproximado querendo ficar comigo e eu o ignorei total não queria que o irmão da minha amiga me visse com ele, o Felipe era bonito mas nem de perto era um homem, mais parecia um garoto desajeitado.

Derrepente começaram a jogar as pessoas na piscina e eu fui tentando me esquivar não queria molhar meus cabelos e nem estragar minha maquiagem, eu já estava quase embriagada dava para perceber ao eu caminhar, fui adentrando a casa que estava praticamente vazia e derrepente sinto meu pé virar e percebo que vou cair, então sou pega pela cintura pelo Junior (este é o nome do irmão da minha amiga) me segura e eu me viro pra ele para lhe agradecer quando ele diz: – você não deveria andar sosinha por aí com tanto rapaz louco para transar, e você tão indefesa. eu dou um sorriso e disse:- quem disse que eu não quero!

Ele você tem certeza? Eu:- só se for agora é já me pendurei em seu pescoço suas mãos exploravam meu corpo rapidamente, ele me pegou no colo e me levou para o seu quarto e disse garota não quero que amanhã você acorde arrependida do que eu vou fazer.

Eu disse: com certeza eu não vou.

Ele me deitou sobre a sua cama e me beijou com carinho, mesmo sabendo que eu era virgem se fez de desentendido, você já tem experiência?

Eu pensei e agora o que eu falo, eu disse que sim. Ele ok, mesmo assim continuou sendo carinhoso e foi me despindo lentamente eu tremia inteira, assim que ele liberou meus seios ele começou a passar a língua, eles estavam rígidos eu suspirava e me contorcia, eu não sabia o que fazer mas sabia o que era gozar e estava a ponto de gozar só com ele me sugando os meus mamilos, então ele arranca de uma vez só a minha roupa e eu fico nua, ele fala alto você é a coisinha mais gostosa que eu vou comer, eu não sabia se fugia ou se ficava, ao mesmo tempo que eu percebia pelos olhos dele que era tesão eu via algo que ainda não havia vislumbrado, desejo.

Ele desceu com os dedos desenhando na minha pele e introduziu seus dedos na minha vagina lentamente, ela já estava toda molhada, então ele disse apertadinha, vou querer muito. Então ele me chupou e eu dei um gemido alto, de tesão estremeci inteira e gozei em uma lambida só, acho que a mistura de tudo o tesão o desejo, a nudez aquele olhar de safadeza. Então ele tirou sua roupa e pude vislumbrar um pênis pela primeira vez ao vivo e a cores, ele estava duro, era de um tamanho proporcional a ele acredito, cheio de nervos saltados, ele era depilado, então ele me pegou e me sentou em seu colo sem me penetrar só sentindo seu pau latejando, estava toda melada quase que deslizava para dentro só que ele sabia que não seria tão fácil assim e eu não fazia nem ideia, já estava louca para sentir ele dentro de mim, então ele me põem no chão e me puxa para chupar seu pau, eu nunca havia feito isso mas já havia lido sobre e conversado com as amigas e elas diziam faz como se fosse chupar um picolé, e eu imaginei um que eu adoro, comecei a lamber ele pelas laterais para não derreter, vez que outra enfiava todo na boca para sugar seu sabor e seguia entre lambidas e chupada até que ele disse garota tu vai fazer eu gozar assim. Então eu levantei e olhei pra ele como quem diz eu te disse que eu sou experiente.

Ele:- agora eu vou te comer. O tesão que dá quando você ouve isso é indescritível, eu já estava pronta para isso, eu queria! Ele me deitou, colocou a camisinha e veio me beijando e deixou seu pau ir deslizando para a minha bucetinha molhada eu achei que iria desmaiar de medo, euforia, tesão, então ele tentou uma vez e eu senti uma dor horrível e gritei aiii, não consegui segurar, ele:- doeu? Eu desculpa vamos de novo! Ele você é virgem né? Eu envergonhada disse que sim, ele não se preocupa senão quiser vou entender, eu disse: eu quero, por favor me come, ele confia em mim vou fazer de você uma mulher, e ele foi me masturbando de lado enquanto colocava lentamente a ponta do seu pau na minha vagina, eu ficava sentindo um misto de dor com tesão, vez que outra ele parava e me lambia como que para aliviar as dores e feridas, e eu amolecia, ele me beijava, eu me sentia cuidada e protegida, então ele me puxou de uma vez só e eu senti seu membro me penetrar eu gritei, e ao mesmo tempo disse não para e ele começou a me socar com desejo, me trouxe para cima do seu colo e disse mexe linda, mexe este corpo gostoso sobre mim eu quase que como uma amazona o cavalguei e cada vez mais eu sentia meu corpo correspondendo ao seu toque e derrepente eu digo: vou gozar ele senta e me puxa junto e diz: vem que eu vou com você, nesta hora eu amoleci inteira e gozei de um jeito que achei que não era possível nesta hora eu tinha certeza que eu iria querer mais e mais. Quando terminamos ele me abraçou e me pós entre seus braços pedindo para que eu dormisse ali junto dele nua, eu me sentia uma fêmea que acabava de ter dado para o seu macho.

Seguimos nos encontrando até hoje, ele já casou e eu também mas o nosso sexo não se compara a nenhum outro que já tive, sabemos que não daríamos certo como casal, mas no sexo…

Reencontrando o passado.

A vida é repleta de surpresas, com o passar do tempo vamos perdendo o contato com amigos, nossos caminhos tomam caminhos e percorrem lugares diferentes. A alguns anos atrás seria praticamente impossível reencontrar-se com o passado hoje com as redes sociais eles voltam a nossa vida de um momento para outro, e muitas vezes nos permitimos viver algo que até então não teríamos coragem.

Estou falando sobre isso para contar a vocês sobre um destes momentos que a vida nos proporciona, a alguns anos atrás eu conheci um rapaz, alto que chamava a atenção por onde passava, em um primeiro instante poderia dizer que ele me parecia ser uma pessoa mala, tinha uma segurança que me causava até um certo receio em iniciar uma conversa, olhos de um azul intenso.

Com o passar do tempo começamos a trocar uma ideia e outra, pelo extinto Orkut, Messenger, quem era desta época lembra a emoção da notificação de alguém estar chamando, era tudo novidade. Na época éramos de uma certa forma ingênuos quanto a arte da sedução e o máximo que conseguimos tirar um do outro foi um beijo, que por sinal deixou a sensação de que se algo a mais acontece-se seria no mínimo marcante.

Se passaram uns 15 anos mais ou menos deste momento, a pouco nos reencontramos nas redes sociais então se iníciou novamente a troca de mensagens, algumas revelações do passado, o desejo de dar continuidade à aquela história foi nascendo acredito que das duas partes e aos poucos os assuntos foram se estreitando para um possível encontro. Hoje com as redes sociais a conquista se inicia muito antes, algumas vezes já até são trocados nudes evidenciando o tesão, as curvas que serão encontradas, os desejos de como podera decorrer a esperada transa. No dia marcado tomei meu banho, já com um frio na barriga

Só de pensar em como irá acontecer tudo, passo um óleo corporal sobre meu corpo para que ele exale e saliente o aroma delicioso da minha pele, escolho uma lingerie capaz de causar o impacto desejado, ao mesmo tempo que quero que ele me observe antes, desejo que ele nem perceba o que estou vestindo tamanha a vontade de arrancar minhas roupas, é um misto de emoção com excitação, coloco um vestido que marca as formas do meu corpo, meus seios excitados preenchem o sutiã, e dão um volume sexy através do decote, passo meu perfume preferido, calço um salto alto fino e delicado, prendo meus cabelos deixando minha nuca e pescoço livre.

Pego meu carro e sigo para o local marcado, além da vontade de estreitarmos nossa relação, tem uma maturidade neste encontro que permite que em um primeiro momento seja feito em um barzinho, quando chego percebo pelos olhares em meu entorno que acertei na escolha do look, me sento em uma mesa em um canto do bar que mesmo com o som que se esparramava pelo ambiente seria possível trocar uma conversa agradável, ele chega com aquele mesmo olhar, mas tinha algo diferente. Trocamos um selinho repleto de carinho e um arrepio percorre meu corpo, a excitação é tanta que minha voz sai quase que como um grunhido.

– Que bom que você pode vir! Ele havia se casado, precisou inventar uma desculpa que por sinal torciamos que desse certo até o final, eu estava livre para viver esta aventura.

Bebemos uma espumante e a conversa decorreu solta, passamos para a garrafa seguinte e minhas pernas já moles pelo álcool e a embriagues do tesão me faziam sorrir a todo momento, peguei minha cadeira e encostei na dele, e como já havíamos falado sobre nossos desejos entreguei minha calcinha que havia retirado no banheiro.

Seu olhar denunciavam seu desejo, peguei na mão dele e o conduzi ao meu sexo que estava molhado, quente, e Macio, suas mãos apertaram minha coxa logo após dizendo:- vamos!

Eu : – Não vejo a hora! Neste momento dou um sorriso de quem sabe quais serão os próximos momentos, seguimos para um motel já entre beijos, e lambidas no pescoço, eu dirigia meu carro enquanto ele percorria o meu corpo com sua língua e mãos.

Assim que estacionei o carro e desci do carro ele já me apertou por trás me comprimindo e eu pude sentir que seu membro estava duro, preenchendo o espaço disponível da calça, já retirei meu vestido ainda do lado de fora enquanto ele baixava o portão da garagem e quando ele retorna estou completamente nua, somente de salto alto, ele me pega pelas coxas e me carrega no colo sentada de frente para ele, nos beijamos… minha língua percorre sua boca e eu o recebo na minha, nosso beijo e molhado e quente, suas mãos me seguram firme, até que ele encontra uma mesa no ambiente e me senta sobre ela, senta na cadeira e puxa minhas pernas até que possa alcançar minha bucetinha que está molhada e inchada de tanto tesão, sua língua desliza sobre ela explorando meu clitóris, quanto mais excitada fico mais inchado ele fica, então ele o suga com muito desejo, eu estremeço e gozo na sua boca, não me faço de rogada sei como dar continuidade a tudo. Desço da mesa e me a joelho entre suas pernas, e começo a passar minha língua em seu membro que parecia que iria explodir de tanto tesão e eu começo em um movimento lento e molhado a suga-lo seguro um tempo na ponta do pênis sensibilizando, vez que outra paro e lhe dou um beijo. Logo ele diz se continuar assim vou gozar na sua boca, então eu me levanto pego ele pela mão e o conduzo até a cama, coloco a camisinha nele com a boca, e sento em seu colo penetrando seu membro na minha buceta molhada, e começo a me movimentar em um vai e vem delicioso, seguimos nos beijando, suas mãos seguem me explorando, ele suga meus seios, não demora muita para eu me entregar a mais um gozo delicioso, então ele me vira de quatro sobre a cama, podemos evidenciar nossos corpos no reflexo do espelho e vejo os olhos dele percorrendo meu corpo, ele me pega pela cintura e começa a me socar vez que outra ele para e me puxa para mais um beijo, então ele anuncia que vai gozar, me virei retirei a camisinha dele e o coloco todo na boca, e sigo o chupando com a cara de safada que está querendo beber todo seu leite, ele goza e eu limpo até a última gota finalizando com um passar de língua sobre os lábios. Neste momento nos deitamos lado a lado, me enrosco no seu corpo e adormecem os extaseados de tanto tesão.

COMO APIMENTAR O RELACIONAMENTO COM PRODUTOS ERÓTICOS

Ah, o amor! Ele está lá, vivo e forte, mas a rotina e contratempos estressantes do dia a dia acabam esfriando as longas relações. Mas nada de transformar uma história linda de contos de fadas em apenas amizade, e nem pense em cogitar a separação, hein? Que tal investir em um momento só para vocês e apimentar o relacionamento com produtos eróticos nas relações sexuais com o seu companheiro?  

Quebre o gelo! 

Muitas vezes a gente espera que o nosso parceiro ou parceira seja o responsável por dar o primeiro passo. Que ele se esforce para adivinhar nossos desejos e que invista em alguma ideia genial para reascender a chama da paixão entre o casal. De você o primeiro passo.  

Sei que é difícil, mas lá vai uma dica preciosa. Enquanto seu parceiro ou parceira estiver no trabalho, mande uma mensagem provocante pelo whatsapp: “amor, não se atrase. Hoje a noite é nossa!”. Se você for mais ousada(o) arrisque um: “tô com vontade de você. Te espero a noite”. O recado estará mais do que dado. Mas se você achar atrevido demais, pode ser mais direta(o) : “Oi, estive pensando que faz muito tempo que não temos um momento só nosso. Vamos jantar como antigamente?”. 

Arrume o cenário. E se arrume também! 

Vocês não precisam de uma super produção para apimentar o relacionamento. Mas seria bacana se o seu cantinho do amor estivesse arrumado, perfumado. Não esqueça de cuidar de você, igualzinho fazia no início do namoro. Você vai se sentir linda, com isso sua autoestima e poder de sedução estarão super em alta. Impossível não resistir a você. Aposte em uma lingerie provocante, para os homens uma camisa entre aberta e não esqueça de uma cueca nova, nada de cueca com furo 🤭. As mulheres ainda podem investir no salto alto, com um batom vermelho, um Hobby sem nada por baixo, recepcionando o seu companheiro ou a sua companheira? 

Brinquedos eróticos? Eu tenho vergonha! 

E que tal investir em produtos eróticos para apimentar a relação? Quando falamos em brinquedinhos sexuais logo vem à mente aqueles pênis realísticos enormes e, para alguns, bem constrangedores e não é disso que estamos falando. Atualmente, os sexshop tem uma infinidade de produtos e acessórios delicados e discretos, super sensuais e, o melhor, que você pode compra pelo WhatsApp ou Instagram e receber de forma segura, em embalagem discreta! É uma excelente forma de entrar no clima. Imagine só: “oi amor, vem aqui que vou te fazer uma massagem”… E assim começa a brincadeira! 

Veja uma seleção de produtos eróticos para apimentar o relacionamento, da loja mesonhot que eu separei para vocês: 

Para quebrar o climão: Dados jogo do prazer 

Para aprofundar a brincadeiraBaralho kama sutra 

Para estimular : Bullet, golfinho, egg, entre outros.

Para massagem:

Para vestir:

Entre muitas outras opções, nossa loja física fica em Sapucaia do Sul, RS. Centro, Rua Nossa Senhora da Conceição 285 sala 2. WhatsApp 51995491966. Enviamos e trabalhamos com Tele entrega.

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