Uma noite memorável.

Meu nome e Renata tenho 20 anos 1,77 m, 56 kg, 92 busto, 90 quatril, 66 cintura, morena (branca) olhos e cabelos pretos sou bonita pelo menos é o que todos dizem.

Vou relatar uma historia que aconteceu a uns 5 meses atrás, na época estava namorando com Marcos já fazia uns 2 meses e nesse tempo a gente ja fazia de tudo relacionado a sexo e nunca trai ele.

No final de semana que viria nós tinhamos uma festa a fantasia de aniversário de um irmão de uma amiga da faculdade e seria na casa dele, ja estava tudo combinado entre eu e meu namorado mas no dia ele começou a vir com uns papos de que não queria ir, que queria ficar em casa e ficou insistindo neste assunto, eu dizia que não tinha jeito já tinha alugado a fantasia e que eu iria, acabamos brigando e so de pirraça resolvi ir na tal festa, liguei para uma amiga minha e pedi para que ela viesse me buscar pq o Marcos não iria mais, ela disse tudo bem! Na hora marcada ela veio me bustar (eu estava vestida de Pedrita) Chegando na casa da nossa amiga que já estava bem lotada, entramos e começamos a beber, eu não sou de beber, mas estava tão chateada que resolvi tomar para esquecer.

Depois de um tempo ja estava bem legal, digamos bebada mesmo, vi que se formavam vários casais, cada menina foi para um lado com um menino e eu fiquei sozinha so olhando a festa (a festa estava bem quente muita gente bebada fazendo sabe oque!!!!) depois de um tempo um menino começou a me paquerar chegou do meu lado e começou a conversar e eu na boa troquei uma ideia (o cara era bem gostoso tinha 22 anos, alto forte estava de surfista sem camisa so de shorts) e ele sempre tentando passar a mão em mim, como estava bem fora de mim deixei, na verdade nem notava, ele passava a mão no meu bumbum e coxas, e beijava meu pescoço, quando percebi estava toda molhada de tesão, ele falou se eu não queria ir para um lugar mais tranquilo, eu meio que travada fui carregada.

Ele me levou para trás no jardim onde tinha uma escada e não tinha ninguém, me sentou na escada e começamos a nos beijar, ele passava as mãos nos meus peitos e eu sem reação nenhuma deixava, confeso que já estava com muito tesão, como estava de vestido (Pedrita) ficou facil tirar o top e foi o que ele fez, abaixou a parte de cima e começou a chupar meus seios, estava ficando muito bom mas eu não queria que passa-se daquilo, eu estava errada ele chupava meus seios, começou a passar a mão na minha xana por cima da calcinha,  quando ele notou que eu ja estava toda molhadinha, ele parou de chupar meus seios olhou para mim e disse “esta com tesão né, toda molhadinha, então você vai ver o que é bom”, me pegou, me levou para um banheiro que tinha ali do lado e eu dizia que não queria, mas não tinha forças para mandar ele me parar.

Chegando no banheiro ele me sentou na privada, eu ja estava quase pelada, abaixou suas calças, quando eu vi aquele pau duro fiquei atordoada, deveria ter bem mais de 20 cm, quase o dobro do meu namorado que tinha 15 cm, eu fiquei ali so olhando, quando ele disse “gostou sua putinha do meu pintão? Sua cadela! Então chupa ele gostoso”.

Foi logo enfiando na minha boca, e eu como estava com tanto tesão e tinha adorado o tamanho do pinto dele coisa que nunca tinha visto, achei que não existia coisa tão grande, eu peguei aquele monumento com as duas mãos e comecei a bater uma punheta (eu estava sentada e ele de pé) e ao mesmo tempo chupava a cabecinha que era muito grossa mau cabia na minha boca, o pau dele tinha um cheiro e gosto muito bom, não sei se era pq estava bebada mas eu fiquei louca com aquele pinto, estava me deliciando com ele na minha boca, enquanto ele falava: “você sabe chupar mesmo sua putinha! Vai continuar! Quero gozar na sua boca sua vagabunda”, é inacreditavel mas essas palavras me deixavam cada vez mais louca de tesão e eu chupava gostoso aquele pau, foi quando sem me avisar ele gozou e eu tentei tirar rápido da boca, ele disse: “não para! vai ter que chupar e engolir tudinho!” e eu obedeci na hora e chupei tudinho ate deixar o pau dele sequinho de novo, mas só que o pau dele foi amolescendo e diminuindo na minha boca, e eu queria mais, ai ele disse: “vc gostou né sua putinha então continua chupando e deixe meu pinto duro de novo”.

Não deu muito tempo e o pinto dele ja estava grande de novo ai ele me pegou e me colocou de quatro, eu fiquei me segurando na privada, ele veio por trás e começou a lamber meu cuzinho, nunca tinha sido lambida no cuzinho, era muito bom, enquanto ele me lambia, enfiava os dedos na minha xaninha foi ai que veio meu primeiro gozo.

Ele percebeu pela minha reação que tinha gozado e falou: “vc gosta de ser chupada né putinha gostosa então agora vai levar pica na sua buceta”, eu fiquei um pouco preocupada pq aquele monumento iria doer muito e falei para o cara ir bem devagar, ai na mesma posição ele segurou meu bumbum e começou a enfiar a cabecinha e eu comecei a reclamar de dor, que estava doendo muito para ele tirar um pouco que não estava aguentando mais. Então ele falou: “vc está louca sua puta! vai ter que entrar de qualquer jeito por bem ou por mal”.

Quando eu menos esperava o cara enfiou tudo de uma vez com toda a força até eu sentir suas bolas, doeu muito dei um puta grito e comecei a chorar de dor e ele não quiz nem saber nesse momento, ele ja estava dando fortes estocadas, comecei a chorar pedindo que ele tirasse por uns 5 minutos, e nada dele parar. Mas ai depois de um tempo ja comecei a acostumar com aquele pau me arrombando, comecei a relaxar e sentir prazer, ainda sentia um pouco de dor, mas também muito prazer de ser possuída por um monumento daqueles.

Depois de um tempo gozei duas vezes, depois de um longo tempo ele gozou e encheu minha xana de porra, estava escorendo pelas minhas pernas, fiquei muito mole, cansada de ser arregaçada, ele também parecia estar cansado, mais eu ainda não estava satisfeita, queria mais.

Derrepente bateram na porta, eu fiquei desesperada tentei me levantar mas não deu tempo, abriram a porta, me olhei envergonhada e escutei uma voz, um cara estava dizendo.

Sai fora! Que negócio é esse na minha casa!(era o irmão de minha amiga) ai o menino que estava comigo se levantou e saiu indo embora.

Então o irmão (vou chamar ele assim), veio até mim e disse; quem é vc? quem deu a liberdade de vc vir meter com um cara no meu banheiro? agora vc vai ter que dar para mim e para meu amigo se quizer sair dessa casa. Pode gritar quanto quizer pq ja não tem mais ninguém, vc foi a única que sobrou, e deu uma rizada.

Eu fiquei muito assustada e com medo, mas ao mesmo tempo com tesão enorme, então os dois caras me levaram para um quarto dentro da casa. Chegando la me deitaram e os dois começaram a me chupar e chamar de gostosa, um deles disse :”meu Deus não acredito que estou chupando essa deusa”, vagabunda e puta. E os dois continuaram me beijando e chupando toda até que um sacou o seu pau para fora que ja estava duro, não era grande era bem pequeno, menor ate que do meu namorado (para efeito de comparação meu namorado tem 15 cm) ele me deu para eu chupar, então fiquei ali deitada chupando aquele pintinho apesar de ser pequeno era bem bonito e gostoso, enquanto o irmão (dono da casa) ficou me chupando, foi ai que gozei outra vez e logo depois o cara gozou na minha boca e eu bem mandada engoli tudinho, o cara tirou o pau de minha boca e foi no banheiro, enquanto isso eu fiquei ali com o irmão, ele parou de chupar, se levantou, abaixou as calça, quando vi o tamanho me assustei pq era enorme maior do que a do cara que tinho me comido no banheiro.

Ele mandou eu abrir as pernas e começou a meter na minha xaninha no começo foi dificil mas logo entrou tudo e ele me arregaçou inteira, logo gozei, depois ele me colocou de quatro meteu em mim, derrepente ele tirou o pau e começou a meter no meu cuzinho virgem, não deixei, tentei sair… mas ja estava muito cansada, resisti o maximo que pude até cair na cama, comecei a chorar e pedi que ele parasse mas não adiantou, quando vi que não tinha jeito me entreguei, nunca sofri tanto, o pau não entrava, então ele lubrificou e começou a meter sendo mais cuidadoso , foi indo bem devagar, mas quando a cabeça entrou ele perdeu o respeito e enfiou tudo de uma vez só, e outra vez eu dei um grito e comecei a chorar de dor, e ele sem dó continuou metendo, claro depois de um tempo acostumei e o outro apareceu, e se posicionou embaixo de mim para uma dupla penetração, coisa que nunca tinha feito antes, foi dificil mas ele conseguiu, me sentia possuida, realizada, mais mulher com dois pintos me arrombando me senti uma puta, uma cadela, logo os dois gozaram tirando os pintos e me dando para eu chupar, eu engoli tudo novamente, foi otimo depois disso fomos tomar um banho e o irmão me levou para casa. No dia seguinte nem conseguia andar, doía muito, fiquei pensando na loucura que tinha cometido, e se por acaso teria pegado alguma doença? de engravidar não tinha risco pq tomo pilula, mas fiquei muito mal.

Conversei com meu namorado e nós terminamos, foi melhor para os dois mas no final ficou tudo ok, estou saudável como nunca, e ainda penso muito no que aconteceu comigo e sempre sinto tesão, adoraria fazer tudo de novo! Pena que nunca mais vi os caras. Mas adoraria os 3 de uma só vez.

Meu relato feito a um ano atrás sobre as consequências do abuso

Eu já perdi as contas de quantas vezes escrevi mentalmente esta declaração, hoje mais uma vez eu perdi o sono, você entende a importância de expor a sua história quando se depara com a história de tantas outras mulheres que passaram pelo mesmo, e que continuaram a passar por que somos julgadas o tempo todo inclusive como sexo frágil.
Aos 5, 6 anos sofri meus primeiros abuso, e isso me tornou uma pessoa revoltada, introspectiva, desconfiada, me fez fazer escolhas erradas, isso mudou minha história! Mas eu não entendia nada disto até passar por uma terapia com mais de 30 anos. O ciclo é o mesmo, você sente vergonha, tem dúvidas, se culpa, tem medo, evita encarar a realidade, se esconde e não sabe a quem recorrer. O primeiro sentimento é de que você estara se expondo se contar, será julgada, culparão seus pais( que aliás nada tem haver com tudo isso, se existe algum culpado é o abusador)
Aos 5 ou 6 anos eu achava que havia provocado aquilo, vocês devem estar se perguntando se houve penetração… Sim as pessoas acham que abuso é adentrar a carne. Não eles adentram a sua alma. Algumas vezes como no meu caso o abuso vai além do psicológico, ele te toca, sem deixar marcas que os outros possam ver, ele tira sua inocência.
Durante minha infância e adolescência eu me sentia diferente, eu achava que era a única responsável por aquele ato, tinha vergonha de contar, eu tinha pensamento e sentimentos que nenhuma criança deveria ter. Eu queria ser forte, eu queria esquecer, sair dali e eu fui deixando aos poucos esta história silenciada dentro de mim, eu não falava dela, eu engolia o “choro” .
Os anos foram passando e as feridas não fecharam, pelo contrário elas estavam me adoecendo, eu precisava me curar. Na primeira vez que consegui falar na terapia sobre eu chorei tanto que achei que não iria mais parar, e ao mesmo tempo que eu falava palavras que nem eu mesma sabia que estavam ali guardadas e me faziam Tao mal, eu ainda ficava me questionando, fui eu a culpada?
E então a uns 3 anos, quando nos reencontramos eu e a outra vítima eu me dei por conta de que tudo aquilo foi real e que eu havia sobrevivido. Venho a pelo menos 2 anos ensaiando para falar sobre. Já não tenho medo dos julgamentos, eu já sofri tantos, as pessoas falam de você seja para o bem ou para o mal, elas acham que você é forte o tempo todo. Mas só para lembrar eu sou humana. Cheia de sentimentos e muitas vezes eu sangro, e eu choro. Falar disto não me faz uma vítima, me faz uma vitoriosa! Eu só quero que entendam uma coisa, cuidem das suas crianças, mas senão conseguirem não se culpem, o mal sempre esteve e estará no Mundo. Ou você aprende a bater ou você aprende a correr.

Este sentimento de falar sobre renasce a cada reportagem que vejo sobre abusadores e o mal que causam as suas vítimas, e o quanto se calar pode ser uma forma de consentir que isso continue acontecendo.
Quero deixar claro aqui, que estou bem! Que me dói demais ver como as mulheres são julgadas e principalmente por outras mulheres.

Quero pedir perdão aos meus pais por expor a minha história em público, mas acreditem vocês não foram culpados! Mas eu me sinto na obrigação em alertar que isso acontece sim, todos os dias e em muitos lares indiferente aos cuidados, infelizmente!

HOMENS: 19 SEGREDOS QUE AS MULHERES GOSTARIAM QUE VOCÊS SOUBESSEM Afinal, o que as mulheres querem?, perguntou Freud; psicólogos de hoje tentam responder.

Mulheres gostam de ouvir que estão bonitas e gostam de um homem que note isso sem que elas perguntem –

Um cara carinhoso é um cara gostoso

As mulheres apreciam um cara com um lado sensível, especialmente quando estão chateadas. Coloque o braço em volta dela e entregue-lhe um lenço de papel. Acolher é uma maneira poderosa de se conectar.

Cavalheirismo ainda tem lugar

Quando se trata de romance, muitas mulheres gostam que os homens assumam o papel masculino tradicional. Isso é especialmente verdadeiro no estágio da conquista. Elas são perfeitamente capazes de puxar a própria cadeira ou abrir uma porta, mas se você as vir hesitar, elas podem estar apenas esperando que você seja um cavalheiro.

Vestido para impressionar

Os estilos vêm e vão, mas a atenção dos homens à aparência e roupas deve ser duradoura. É importante para as mulheres, desde o primeiro flerte até a lua de mel e depois. “Você precisa descobrir se existe um determinado visual de que ela gosta”. “Se ela gosta de um cara de jeans apertados, use jeans apertados.”

Cara veste vermelho, cara fica com garota

OK, esta dica não vem das mulheres, mas de testes de inteligência feitos por psicólogos sobre as preferências subconscientes delas. Um estudo intrigante descobriu que a cor vermelha fazia os homens parecerem mais poderosos, atraentes e sexualmente desejáveis para as mulheres. Porém, há uma advertência. O vermelho não faz os caras parecerem mais legais ou gentis. Essa parte é com você.

Não esconda suas falhas

Nada captura o coração de uma mulher como um bom homem que quer ser um homem melhor. “As mulheres amam o crescimento pessoal, elas amam um homem que é atencioso e sensível”. Elas gostam quando os homens reconhecem uma falha – um temperamento explosivo, por exemplo, ou um humor normalmente taciturno depois do trabalho – e adoram quando eles se esforçam para corrigir isso.

Não tente consertar o mundo delas

Quando algo as incomoda, elas querem seus ouvidos, não seus conselhos. “Os homens sentem a necessidade de consertar as coisas porque são orientados para a solução”. “Mas, para uma mulher, se você a ouvir, de verdade, será algo maravilhoso e que aprofundará o relacionamento”.

Acenar com a cabeça não é suficiente

Ouvir é importante, mas elas também querem saber se estão sendo ouvidas. Acenar com a cabeça não vai resolver. Quando ela faz uma pausa, está lhe dando uma dica para responder de maneira compassiva e carinhosa. Se elas disserem que estão chateadas porque o chefe lhes causou problemas, eles querem ouvir você dizer: “Lamento que o trabalho tenha sido tão chato para você hoje”. E lembre-se: resista ao impulso de oferecer soluções.

Encontro número três 

Isto é algo bem cultural nos Estados Unidos, que costumamos muito ver em filmes: a regra dos três encontros antes do sexo. Segundo a psicólogia, isso é uma lenda urbana. As mulheres não estabelecem um prazo para quando convidarão um parceiro em potencial para a cama. Algumas, inclusive, desejam ter muitos encontros antes do sexo.

Me vinguei da traição do meu marido


Me chamo Sandra, tenho 27 anos e casado com Mauro que tem 39. Namorei por 10 anos e casei. Meu marido tinha sido meu único homem na cama. Sou branca, 1.67, 54 kg, malho, gosto de marca de sol, tenho silicone nos peitos, bicos rosados e uma bunda grande com cintura fina. Onde passo sempre chamo atenção, pois modéstia a parte sou bonita e tenho um corpo muito bonito. Na cama aprendi a fazer tudo, mas anal era muito raro eu fazer, pois meu marido não tem paciência. Há algum tempo descobri que meu marido tem um caso com a secretária dele, que por sinal é mais velha e mais feia que eu. Fiquei revoltada pois nunca traí ele e sempre tentei fazer tudo pra ele. Resolvi me vingar, mas ainda não sabia como e nem com quem. Tinha um amigo de meu marido, o Sr.João que tem 55 anos, meio barrigudinho e as vezes vinha limpar nossa piscina. Nunca olhei ele com outros olhos, afinal ele não era o biotipo que gosto, porém, para me vingar, resolvi armar um plano. Eu sabia que ele viria até minha casa para limpar a piscina e meu marido estaria trabalhando, então fingi que não sabia e estava na piscina sem a parte de cima tomando sol de bunda pra cima. Quando escutei um barulho fingi estar dormindo. Eu estava de óculos escuros e vi que o Sr. João chegou perto de mim e começou a admirar. De rabo de olho percebi que ele tirou seu pau pra fora e começou a masturbar me olhando. O pau dele começou a crescer e vi que era gigante, bem maior que de meu marido. Ele ficou ali um tempo e quando percebi que seu pau estava bem duro, fingi acordar e levantei meus peitos sem a parte de cima. Ele levou um susto e tentou fugir, saiu correndo ao banheiro. Eu fui atras dele e disse que estava tudo bem. Fui em sua direção, sem falar nada não beijei ele, abaixei seu calção e cai de boca na sua rola.


Como era bom ter outro pau em minha boca, um pau gigante, com gosto de homem mais velho e com poucos pelos. Me deliciei naquela pica por uns 15 minutos. Ele disse que queria me comer e me colocou de 04. Ele chupou minha buceta e meu cu. Que delicia, meu marido raramente chupava meu cu. Ele ficou ali chupando até eu gozar em sua boca. Depois ele me comeu de todas as formas. Me comeu em pé, de 4, papai e mamae, eu em cima. Aquele senhor era insáciavel, minha buceta estava ardendo já, quando ele anunciou o gozo e pediu para eu mamar. Chupei até a ultima gota dele. Ele não acreditava que estava ali comigo. Ele me elogiou , disse que era a mulher mais linda e gostosa com quem ele saiu e queria repetir mais vezes. Nesse hora ele pediu para chupar meu cu. Eu deixei. Ele ficou chupando, colocando dedo e sua rola já estava dura de novo. Ele foi colocando a cabeça com carinho, colocou

bastante saliva, e foi me masturbando junto. Aquilo estava gostoso, até ele enfiar mais seu pau. Senti uma dor estranha, mas eu queria me vingar do meu marido e falei. Isso come meu cu seu velho tarado. Ele então enfiou sem dó e eu vi estrelas. Ele comeu meu cu por uns 30 minutos. Eu estava arrombada, gozada e realizada. Ele então foi embora pois meu marido estava pra chegar. Me senti vingada. Agora estou em duvida se repito com o Sr. Joào mais vezes, mas creio que agora ele será meu amante, e bem melhor que marido, pois tem um pau gigante e sabe fuder um cu. Meu marido que saia com aquele secretária feia que vou gozar com amantes tbem. Chumbo trocado não dói.

Gozando na boca da loira peituda na balada

Em uma balada no centro de São Paulo, casa cheia. Era verão, então o misto de suor e cerveja circulava pelo ambiente. Eu peço uma bebida paro em um canto, próximo a parede. Observo tudo, enquanto dou alguns goles na garrafa. Olho ao redor, despretensiosamente. Alguns grupinhos espalhados, uma galera dançando, outra perto do bar. Foi então, que eu pus os olhos nela. Uma loira escultural, um pouco alta em um vestido vermelho que valorizava suas curvas, algumas tatuagens amosta. Deslumbrante. Seus olhos brilhavam na escuridão da balada. Era quase impossível tirar os olhos dela, ela estava me olhando de volta, com a mesma intensidade que eu a olhava. Eu não pude resistir em sorrir maliciosamente, entre um gole e outro. Ela fazia o mesmo, afim de me provocar. Instigada pela minha presença, a amiga dela interrompe a nossa telepatia, puxando ela para a pista de dança. Já desesperançoso, deixo a garrafa vazia próximo ao balcão, vou ao banheiro. Saindo, do banheiro, vou em direção ao bar pedir outra bebida, voltando para o meu canto, dou de cara com ela. Que me puxa pelo braço e se apresenta:

– Oi, meu nome é Bianca, adorei tua camiseta! Eu estava usado uma camiseta da New Wave.

Me apresento à ela, e começamos a puxar um papo sobre a banda. Com um pouco de dificuldade, já que a música estava muito alta. Até que ela me convidou para ir a área do fumódromo para conversarmos mais tranquilamente. Chegando lá poucas palavras são trocadas, até que eu beijo seus lábios. Um beijo lento e instigante. Minhas mãos passeiam por todo o seu corpo, se alternando entre as coxas grossas e o rabo arrebitado. Minha língua invade sua boca. Eu lhe sinto arfar com cada mordiscada que dou entre beijos. Suas mãos em volta do meu pescoço. Ainda sem parar de beija-la eu a encosto na parede, subo devagar as mãos por suas coxas bronzeadas, levantando o vestido vermelho, bem coladinho ao corpo. E que corpo! Paro de beijar ela, melo dois dedos da mão direita na minha boca e começo a siririca-la. Ela incrédula ri e me pede para parar, por que todo mundo podia ver. Eu perguntei pausadamente, “tem certeza?” Ela ficou muda por alguns instantes e puxou minha cabeça para perto. Entendi o recado, então continuo a lhe masturbar.

Gemia baixinho no meu ouvido apesar de estar escuro, disfarçamos com ela me abraçando, ela com as pernas mais afastadas. Enquanto meu dedos entravam e saiam de dentro dela já melados. Sua mão sobre minha calça alisando meu caralho. Não há nada mais belo do que aqueles olhos verdes me olhando cheios de desejo. Eu digo em seus ouvidos: “Ta louca pra segurar meu pau, né?” Abaixei o zíper da jeans, puxei a cueca de lado, o pau pula para fora da cueca num instante, peguei a mão dela e disse “sente ele” conduzindo sua mão ao meu mastro, ela supressa balbucia: “É grande e grosso, Nossa…” Gostou né safada, falando entre risadas sacanas. Então bate uma pra mim? Então Bianca, começa tocando uma punheta, lenta e gostosa pra mim. Agora quem está explodindo de tesão sou eu. Nos beijamos para evitar gemidos altos, mas nada que as pessoas que estão ali possam se importar. Olho pro lado e vejo outros casais na mesma situação em que nos encontramos.

Ela aperta meu pau com mais força e fica inquieta, me afirma que está quase gozando, me implora para não parar. Pouco tempo depois. Suas pernas tremem, e espasmos a invadem de repente. Ela abafa os gemidos, escorando sua cabeça no meu ombro e mordendo meu pescoço. Eu armo um sorriso no rosto, por vê-la gozar em meus dedos, tão rápido e tão entregue. Eu me afastei um pouco, tirei seus cabelos da frente, a seguro pelo bumbum duro e delicioso. Começo a brincar com a entrada da sua buceta, ainda melada e sensível. Apenas com a cabecinha, indo e vindo, rebolando devagar. Preenchendo cada canto da sua buceta. Ela ainda solta alguns espasmos do primeiro orgasmo. Suas pernas se enrolam em minhas costas, eu a pego no colo, bombando fundo na sua xana, ela já gemendo como uma potranca, sem se importar com nada. Eu bêbado de tesão caçava sua boca, para beijos molhados. Não demorou muito ela me pede para chupar meu cacete. A coloco no chão ela se ajoelha abaixa minhas calças. E admira a ereção do pênis, como se fosse uma obra em um museu, sem tocar, apenas olhando e sorrindo. Até, que ela vai em direção as bolas, ela os suga como se fossem uvas na frente de outros desconhecidos, uma desconhecida me despia e se deleitava em meu sexo, passava a língua triunfante agarrando meu mastro como se fosse uma bandeira. Eu urrava de tesão, meu corpo estava quente, a boca dela estava quente e úmida. A cor avermelhada de seus lábios se tingia ao redor de toda a minha virilha, com seus beijos gulosos. Há um misto em seu rosto de saliva e suor, seus cabelos longos e dourados como as manhãs de verão agora estão amarrados. Ela sabia que era gostosa, ela sabia que todos a desejavam, ela sabia que exalava tesão. E o mais importante, ela era uma verdadeira lenhadora. Não parava até derrubar a madeira.

Sua gula altamente exagerada. Se deliciava com minha pica na boca. A ponta do pau batia fundo em seu céu da boca, indo e voltando. Golpeando forte a parede da garganta. Eu já sem me importar com quem estava perto, começei a urrar como um animal e xinga-la:

– “Engole tudo vagabunda”

– “Que delícia de chupada, caralho”

– “Ta gostando da minha rola?

Ela murmurava, tirava meu mastro para respirar, dizendo “ta uma delícia, seu gostoso” retrucava rindo. Tirei meu pau da sua boca e todo molhado comecei a esfrega-lo no seu rosto inteiro. Arruinando toda a sua maquiagem.

Engolia minha pica fazendo uma verdadeira garganta profunda, batia minha pica babada contra seu próprio rosto. Voltava a chupar um pouco mais só a cabeça, me provocando com mamadas rápidas. Enquanto me olhava nos olhos, me deixando maluco. Em poucos instantes ela começou uma sucção insana. Engolindo o pau inteiro e tão logo eu sinto uma quentura tomando conta do meu corpo liberando jatos quentes em sua boca. Ela engoliu tudo, continuou sugando a cabeça para não deixar nenhuma sobra, depois de engolir tudo, ela volta a passar a língua no meu membro inteiro, limpando-o da primeira jatada. O que faz o sangue bombar e o meu pau ainda continuar exuberante. Eu digo: “Sua boquinha é muito gostosa, quero gozar outra vez.” De novo? Ela se espanta “Você é muito safado mesmo hein”, complementa. Ela se veste, saímos do fumódromo e vamos em direção ao banheiro. Encontramos uma porta ao lado, uma sala escura e sem janelas. Encostamos a porta, voltamos as carícias, dessa vez, ela me despiu completamente, e tirou seu vestido, seu peitões saltaram deliciosos, começo a mamar apertando eles. Ela batia uma punheta cadenciada e despretensiosa, afim de deixar meu pau duro,ao ver sucesso nos seus esforços se ajoelhava novamente.

Sua boca macia coloca o meu pau com gentileza em sua garganta, socando cada vez mais fundo. Ela consegui a proeza de engolir-me até as bolas. Se engasgava com tudo na boca se sujando toda. Tirava da boca, subia para me beijar. Um beijo, provocante e lento de língua, se aproximava dos meus ouvidos dizendo algumas putarias, enquanto tocava-me uma punheta. Eu fiquei completamente enlouquecido, então pedi uma espanhola, ela prontamente atendeu. Colocou meu pau entre aquele lindo par de mamas, eu comecei os movimentos de ir e vir. Mesmo meu pau sendo grande, ficou bem escondido entre aquelas tetas volumosas. Algum tempo depois, puxei ela para cima a levantando. Aproveito, a coloco de costas para mim e fico sarrando em sua bunda, por um longo tempo, ela rebolando ao som do funk que tocava na festa, como se o mundo fosse nosso. Eu abraçava forte por trás segurando seus peitos, rebolávamos dançando as músicas que o dj estava escolhendo.

E novamente, eu a coloco ajoelhada e de tanto tesão que estou sou tomado pelo espírito domador que há em mim. Eu agarro seus cabelos pela parte de trás, pressionando sua cabeça contra a minha pica, fudendo a sua boca como se fosse uma buceta, eu de olhos fechados bombando em sua boca, urrando como um lobo, fodia sua boquinha, a fazendo engasgar, socando no fundo da garganta, sem deixar tempo para ela respirar. Tudo que me importava agora era a gozada. Ela se tocava com a mesma velocidade que eu a bombava. Eu tirava e punha até o fundo, tirando e pondo, até que gozo pela última vez. Empurrando sua cabeça contra a minha pica até o fundo, egolindo minhas bolas, jorro grandes jatos de porra direto em sua garganta ela tenta tirar o meu pau da boca, mas eu seguro um pouco mais. Eu afrouxo mais acariciando seu cabelo com delicadeza. pequenos cafunés. Até que vou tirando aos poucos, ela me olhando com um olhar vazio e submisso. Lágrimas escorriam do seus rosto, arruinando a maquiagem por completo.por fim me agradece pela gozada, exausta e sem fôlego. Nos vestimos, trocamos o contato para futuras trepadas. Ainda com o celular em mãos, chamo o uber, já estou satisfeito para essa noite.

A Experiência de Trepar com Outro Macho na Frente do Marido

Trepar, meter, dar a buceta e o cuzinho para outro macho na frente do marido é algo que toda mulher deveria experimentar ao menos uma vez na vida. Assim como todo homem tem o fetiche de foder com duas gatas, as mulheres também têm o tesão de dar para um garotão viril com uma bela rola. Ser fodida como uma cadela, ser uma puta como nunca foi e o melhor: Fazer tudo isso enquanto seu marido assiste, sentado no sofá, batendo uma punheta frenética!
Ser única e desejada. Ter o prazer de sentir cada estocada na buceta e chegar ao climax, gozar muito, uma sensação inigualáveis, difícil de descrever. Em alguns relatos no SeximaginariuM, mulheres contam que o que da prazer, não é o fato de estar com outro macho, mas a presença do seu marido, noivo ou namorado ali com elas o tempo todo – O único cúmplice assistindo e participando dessa deliciosa foda!
Quando o comedor terminar, a mulher estará toda melada de porra, com a buceta dolorida, cansada, desfalecida de tanto gozar. Seu homem, teu amor, será a única pessoa que vai te abraçar, te beijar, cuidar de você a noite toda. Depois disso vocês estarão cada vez mais unidos, mais cúmplices e mais amantes do que muitos casais conservadores que se dizem felizes, mas vivem cheios de fantasias não realizadas e que não tem coragem de revelar um ao outro!
Conheço muitos homens casados que gastam um dinheirão fazendo suruba com garotas de programa, bem como muitas mulheres recatadas que deixam o carro no estacionamento do shopping e passam a tarde no motel com o comedor, enquanto o maridão trabalha.
Não sejam hipócritas, não cedam as convenções sociais que ditam o que devemos ou não fazer, sejam felizes agora, realizem seus desejos com seus parceiros e não passem vontade!
Se você é casada, convença seu marido te libera para ter outros machos! Tem coisa mais gostosa do que gozar em outro cacete e dormir sem culpa. Imagine você, mulher bem resolvida, casada com um maridinho bonzinho e corninho, você ligando para ele no meio do dia:
-Amor estou indo para o motel com meu comedor.
O marido (de pau duro) responderia:
-Nossa que delícia, aproveitem, mas não esqueça das fotos, áudios e vídeos, tá minha putinha safada.
Quando você retornar para casa (se o marido não estiver junto) mostre para ele o estrago que o comedor fez, diga para ele que você gostou e quer de novo, duvido que ele não vai estar ouvindo sua história de pau duro latejando e vai te foder com muito tesão.
Aproveite a vida é curta, trepe, trepe e trepe… O sexo cura tudo, mal humor, stress, dor de cabeça etc.

Opções de tratamento para controlar a ejaculação.

1. Técnica “start-stop”

Esta técnica é bastante utilizada e ajuda a habituar o homem para demorar mais tempo até ejacular. Para isso, a técnica é feita com passos graduais, que incluem:

  1. No primeiro dia, o homem deve masturbar-se com a mão seca, fazendo 3 movimentos e parando por 2 ou 3 segundos. Depois de cada pausa deve-se fazer novamente 3 movimentos e parar. Este padrão deve ser mantido por 10 vezes. Caso a ejaculação aconteça antes dessas 10 vezes, deve-se voltar a repetir o exercício nos dias seguintes até conseguir aguentar por 10 vezes;
  2. Após conseguir fazer 10 vezes de 3 movimentos, deve-se repetir a técnica, mas com 5 movimentos seguidos, intercalados com pausas;
  3. Quando se conseguir fazer 10 vezes de 5 movimento, passa-se a fazer 7 movimentos seguidos;
  4. Após se atingir as 10 vezes com 7 movimentos seguidos, deve-se repetir toda a técnica, começando novamente com os 3 movimentos, mas com a mão úmida, usando para isso algum tipo de lubrificante ou vaselina;
  5. Quando se chegar novamente aos 7 movimentos, a técnica deve ser repetida, mas pela parceira ou parceiro.

Cada passo desta técnica deve ser feita em dias diferentes ou com algumas horas de diferença, para que o estímulo e a vontade de ejacular sejam semelhantes.

Idealmente, durante esta técnica é esperado que o homem vá aprendendo a identificar as sensações e vá conseguindo controlá-las, prolongando o tempo até à ejaculação. Para obter os melhores resultados, é importante que se vá fazendo um seguimento da técnica com um urologista.

2. Técnica da compressão

Nesta técnica o homem aprende a reconhecer as sensações que surgem antes da ejaculação e a controlá-las. A grande vantagem desta técnica é que pode ser feita pelo próprio homem, não sendo necessária a ajuda da parceira ou parceiro.

Para isso, deve-se fazer estimulação do pênis, através de masturbação ou relação sexual, e, quando se sentir que se irá ejacular, deve-se parar e fazer pressão sobre a cabeça do pênis.

Para isso, deve-se colocar o polegar na parte de baixo da cabeça do pênis, por cima do freio, e com o dedo indicador e médio pressionar por cima do pênis, encerrando a uretra. A pressão deve ser mantida por 3 a 4 segundos e deve ser ligeiramente incômoda, mas sem causar dor. Esta técnica deve ser repetida, no máximo, 5 vezes seguidas.

Outra opção de compressão é apertar na base do pênis. Esta técnica pode ser feita durante a penetração, mas é importante pedir à parceira ou parceiro para que não se mova, evitando estimulação no momento de fazer a compressão.

3. Técnica de dessensibilização

Esta é uma técnica bastante simples, mas que pode não ter resultado com todos os homens, pois consiste em fazer masturbação 1 a 2 horas antes da relação sexual, o que diminui a sensibilidade para o orgasmo.

Além disso, caso o homem não utilize preservativo, por já ter uma relação duradoura, o urologista pode aconselhar o seu uso, já que normalmente diminui a sensibilidade do pênis, permitindo controlar o orgasmo.

4. Fazer exercícios de Kegel

Os exercícios de Kegel permitem fortalecer os músculos do assoalho pélvico, que são o grupo de músculos que fica na região pélvica e em volta da uretra. Quando estes músculos ficam mais fortes, o homem pode conseguir ser mais capaz de controlar a ejaculação, evitando que ocorra quando os contrai, por exemplo.

Estes exercícios devem ser feitos todos os dias em 10 séries de 10 repetições.

6 passos para fazer corretamente

​Para fazer os exercícios de Kegel deve-se seguir os seguintes passos:

  1. Esvaziar a bexiga;
  2. Identificar o músculo pubococcígeo, que pode ser feita ao interromper o jato de xixi, por exemplo;
  3. Voltar a contrair o músculo pubococcígeo depois de urinar para se certificar que sabe contrair o músculo corretamente;
  4. Realizar 10 contrações seguidas do músculo, evitando acionar outro músculo;
  5. Relaxar por alguns instantes;
  6. Retomar o exercício, fazendo pelo menos 10 séries de 10 contrações todos os dias.

5. Uso de anestésicos tópicos

Algumas pomadas ou sprays que contêm uma substância anestésica, como volumão ou hardley , podem ser usados para diminuir a sensibilidade do pênis e aumentar a duração do ato sexual, sem que ocorra a ejaculação. Este tipo de produtos precisam ser aplicados cerca de 10 minutos antes da relação.

Além destes produtos, existem ainda preservativos que contém o anestésico no seu interior e que também podem ser usados. Alguns exemplos são:

  • Durex Prazer Prolongado;
  • Prudence Efeito Retardante;
  • Prudence Ice.

Embora os anestésicos tenham um excelente efeito para atrasar a ejaculação, também podem ter alguns efeitos secundários, sendo que o mais comum é que o homem refira diminuição no prazer por diminuição da sensibilidade.

6. Uso de remédios

Os remédios geralmente são usados quando as outras técnicas não apresentam os resultados pretendidos. Os remédios devem ser sempre recomendados pelo urologista e, geralmente, incluem antidepressivos, como Sertralina, Fluoxetina ou Trazodona, por exemplo, que tratam, principalmente a ansiedade, que é muito comum nestes casos.

Ejaculação precoce tem cura?

A cura da ejaculação precoce pode ser alcançada utilizando técnicas simples de autocontrole, mas quando isto não é suficiente pode-se tentar diminuir a sensibilidade do órgão sexual masculino ou tomar medicamentos receitados pelo médico. Uma ótima estratégia para curar a ejaculação precoce é realizar os exercícios de kegel cerca de 300 vezes ao dia, todos os dias.

BDSM: o que significa e principais dicas para quem está iniciando

BDSM: o que significa e principais dicas para quem está iniciando

Você já ouviu falar de BDSM? O assunto ganhou muito destaque com o filme “50 Tons de Cinza”, mas ainda é um tabu para diversas pessoas. Já outras têm bastante interesse em aprender um pouco mais sobre o assunto.

7 dicas infalíveis para você começar a praticar

BDSM significa “Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo”. O termo refere-se a relações sexuais baseadas no prazer da dor. É uma prática que exige respeito e consentimento de quem está envolvido nela e que requer conhecimento dela como um todo.

Assim, é uma prática que pode confundir algumas pessoas e ter o seu propósito distorcido. Para os iniciantes, o BDSM é um universo a ser desbravado e algumas dicas podem facilitar esse processo. Confira algumas dicas para iniciar a prática de BDSM.

1. Palavra de segurança

A palavra de segurança ou “safeword” refere-se a uma palavra escolhida pelos parceiros ou parceiras para garantir a segurança do ato. Essa palavra é dita pelo submisso quando ele desejar interromper a prática. A palavra de segurança deve ser respeitada acima de tudo.

Mas qual palavra devo usar? A dica é que sejam utilizadas palavras de fácil entendimento e que não possam ser utilizadas em outro contexto ou gerar algumas deturpações. Por exemplo, se você utilizar a palavra “pare” como safeword, poderá aumentar ainda mais a vontade de quem está dominando. Opte por palavras simples, como “céu”, “pedra”, “mar”. Fique à vontade para escolher.

2. Acessórios

A prática do BDSM é otimizada com o uso de acessórios. Existe uma infinidade de acessórios como algemas, kit bondage, chicotes e muito mais.

Aqui, a dica é escolher acessórios que ofereçam segurança e conforto. Procure os produtos em lojas de sex shop confiáveis. As algemas, por exemplo, devem ter uma trava de segurança para que o seu par não fique preso. Conheça o seu corpo e o seu parceiro ou sua parceira, saiba quais são os limites dos dois, assim, você poderá escolher acessórios mais leves ou que machuquem mais.

3. Confiança

Para a prática do BDSM, é indispensável a confiança na outra pessoa. É preciso escolher alguém que você possa confiar e que você se sinta à vontade de forma completa.

4. Conhecimento

Para que a prática do BDSM seja bacana, é preciso que você busque conhecimento. Conhecimento sobre o seu próprio corpo, sobre a prática, sobre o ambiente e sobre a pessoa que você dividirá essa relação.

5. Esteja atenta

Quem está dominando deve ter plena atenção às reações de quem está sendo dominado. É preciso identificar quais as sensações que estão passando. Se o seu parceiro ou parceira está sentindo dor, se está cansado ou se está sentindo prazer.

Tenha atenção ao momento do gozo de quem está sendo dominado. Use essa percepção para controlar a hora do orgasmo. Esse controle fará com que a vontade de gozar aumente e na hora que acontecer, será uma explosão de sintonia.

6. Conheça os papéis e seja de maneira completa

Entenda os papéis em uma relação BDSM. Se você é uma dominadora, aja como uma, mantenha uma postura de controle e um olhar decidido.

7. Troca-troca

Uma relação BDSM tem os papéis bem definidos, mas nada impede que, com o consentimento de ambos, haja uma troca de papéis em determinado momento. Assim, é possível experimentar várias situações e vivenciar experiências que irão aperfeiçoar a prática.

Essas são as dicas para quem está começando a conhecer o universo do BDSM. É claro que com o tempo, as dicas são outras e mais aprofundadas. Por ora, busque seguir essas 7 diquinhas que preparamos para você dar início a essa busca pelo prazer que a relação oferece.

Dicionário BDSM: termos que você precisa conhecer

A prática BDSM é uma prática repleta de informações, regras e muito mais. Ela também traz alguns termos muito específicos que são conhecidos pelos praticantes. Conheça alguns dos termos mais famosos e essenciais do BDSM.

BDSM

Como falamos acima, BDSM significa “Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo”, mas cada termo tem o seu próprio significado.

Bondage significa ligação, elo e refere-se à prática de amarrar ou restringir os movimentos do parceiro. Já o termo disciplina, no BDSM, refere-se ao cumprimento das regras e normas estabelecidas entre os dois.

Já os termos dominação e submissão referem-se aos papéis dos participantes. Um relacionamento BDSM contém alguém que domina e alguém dominado.

Sadomasoquismo, o S e M, refere-se aos que gostam de estimular o sofrimento, sadismo, e aos que se sentem satisfeitos, masoquistas, permitindo que o sádico estimule esse sofrimento durante a prática.

Dom e Domme

Refere-se a quem domina. Dom para um dominador e domme para a dominadora. Eles controlam o submisso de forma consentida.

Sub

É quem se permite dominar com consentimento. É o submisso. O termo é válido para homens e mulheres.

Cena

É quando acontece uma interação, uma atuação da relação BDSM. Ela pode acontecer em qualquer lugar, basta que o casal, consentidamente, assuma os seus papéis de dom/domme e sub. É uma espécie de jogo erótico.

Escravo

É quem consente em dar total controle ao outro.

SSC

Significa são, seguro e consensual. É a sigla que norteia toda a prática BDSM. Ela deve respeitar a saúde mental, física e emocional dos envolvidos.

Switcher

O termo refere-se a quem troca de papéis, é a pessoa que exerce o papel de dominadora e submissa.

Baunilha

É o termo utilizado para pessoas que não praticam BDSM. É utilizado porque se refere ao sabor mais sem graça do sorvete.

Coleira

Pode ser apenas um acessório utilizado na prática, mas pode ser algo que marque a relação BDSM oficializada, um símbolo. Quando um dominador e um submisso oficializam uma relacionamento, diz-se que eles colocaram uma coleira.

Inicialmente, esses são os principais termos que você precisa saber para iniciar a prática BDSM. O universo dessas relações é bastante complexo e existem diversas coisas a serem aprendidas com o tempo.

Mais informações e curiosidades

É claro que a prática gera diversas dúvidas e é muito importante saná-las antes de dar início a uma relação BDSM.

Nem sempre BDSM envolve práticas sexuais

Exatamente! A prática BDSM nem sempre envolve sexo. Ela pode ser algo bastante intenso e sensual, mas não precisa ser necessariamente uma relação sexual. Por exemplo, uma massagem pode ser uma prática BDSM.

50 Tons de Cinza não tem nada a ver com BDSM

Ele traz muita fantasia e alguns desrespeitos na relação entre os praticantes, alguns descumprimentos de regras, etc.

É possível realizar o sufocamento com segurança?

Um dos maiores questionamentos sobre as práticas BDSM é o enforcamento, se é uma prática segura ou se pode machucar o sub. É possível praticar o sufocamento com segurança.

Dessa maneira, tudo na prática do BDSM deve ser feito de forma segura, com o consentimento de ambos. É importante realizar pesquisas e entender a prática do enforcamento.

O BDSM pode ser considerado violência doméstica?

Há muita distorção sobre o que esse tipo relação realmente é e como ela funciona. A prática não pode ser considerada violência doméstica de forma alguma. No caso do BDSM, existe um consenso entre os praticantes e ninguém é obrigado a realizar nada.

A prática do BDSM entre casais homoafetivos é possível?

Apesar de muitas pessoas acreditarem que apenas as mulheres podem exercer o papel de sub, essa prática não segrega gênero ou sexualidade e todos podem ser adeptos a ela. Basta encontrar um companheiro ou companheira que deseje praticá-la, estudar bastante sobre o assunto e ser feliz!

Existe amor entre um casal que realiza a prática?

Sim, é possível que haja amor. Alguns casais já vêm de um relacionamento longo ou já são casados.

Apesar disso, alguns casais preferem manter a relação contratual, sem vínculos emocionais. O que vale é você se sentir bem e saber os seus limites.

Eu nunca poderei dizer não ao dominador?

Tudo que é realizado no BDSM é com consentimento, então é possível negativar uma ação. Mas para que a prática seja realizada de forma completa, é importante que haja muita conversa entre os dois.

Essas são as principais dúvidas que podem surgir para quem está se interessando em realizar a prática. É importante conhecer bastante o BDSM e tirar todas as suas dúvidas antes de começar.

Como falamos, a prática BDSM é bastante complexa e requer estudos, pesquisas e trocas de experiência para que ela cumpra o seu verdadeiro papel, que é dar prazer através da dor.

Agora é hora de colocar essas dicas em prática e começar a se conhecer melhor. Mas nunca esqueça: você não é obrigada a nada e tudo tem que ser feito com o seu consentimento!

Parte 22

Eu não sou gay…mas…

Última parte!

Eu disse olhando fixo para aquela cena, enquanto descia do carro. Caminhei por entre os carros, ignorando as buzinas irritantes e parei a alguns metros diante deles.
Perdi eles de vista por um instante e quando meus olhos voltaram à aquela cena, só vi a Debora parada perto da entrada do local, como se estivesse esperando alguém. Me aproximei sem pensar muito no que dizer, mas ciente que tinha que tirar aquela história a limpo.
– Debora?
Ela me olhou surpresa, para em seguida abrir um sorriso.
– Biel? O que você está fazendo aqui?
Eu abaixei a cabeça para pensar em algo para dizer naquela enrascada.
– Eu tava passando por aqui e pensei ter visto você e o Bernardo. Resolvi parar pra cumprimentar.
– Ah ta, achei que você também ia na festa. O Bernardo esqueceu os convites no carro, mas já ele volta. Por que você não o espera?
– Na verdade eu só tava só de passagem mesmo. Vocês dois? É… Vocês estão juntos?
Ela fez uma cara de quem não estava entendendo a pergunta, mas mesmo assim respondeu.
– Claro Biel, que pergunta é essa?
Eu abri a boca pra falar qualquer coisa, mas minha voz não saiu. Eu só sorri e abaixei balançando a cabeça, não acreditando o quanto eu tinha sido idiota de acreditar nele.
– Eu fico feliz por vocês, Debora. Vocês fazem um casal bacana. Eu tenho que ir e…
– Biel?!
Eu ia me despedindo, mas fui interrompido pelo Bernardo. Olhei para a cara dele, vendo o espanto evidente ali.
– Oi Bernardo, eu tava passando por aqui… Que coincidência, né? Mas eu não vou atrasar vocês, não. Só vim mesmo pra cumprimentar e até falei com a Debora que acho vocês dois um casal bonito.
Eu disse ironicamente olhando bem nos olhos dele, que ficou imediatamente sem graça com aquela situação.
Virei as costas e comecei a andar, mas um pouco antes de atravessar a rua senti uma mão segurando meu braço.
– Espera, deixa eu te explicar.
Eu olhei pra ele e puxei o braço, fazendo-o me soltar.
– Não tem o que explicar, Bernardo. Só não entendo porque mentiu pra mim.
Ele abaixou a cabeça para logo depois me olhar com um semblante desconsertado.
– Eu ia terminar com ela. Eu só estava esperando as coisas firmarem entre a gente. Eu ia fazer isso ainda essa semana…
– Chega, Bernardo! Você sabe muito bem que eu odeio mentira. Eu não to bravo com você, eu to decepcionado. A verdade é que eu e você já acabamos faz tempo.
– Não Biel, não fala assim. Você me ama e eu te amo também. Eu sei que eu errei, meti os pés pelas mãos, mas se você me der uma chance eu…
– Eu já te dei muitas, Bernardo. Só que em meio as suas mentiras e as suas atitudes, o sentimento que tinha por você foi se modificando, perdendo a força e hoje não passa de um carinho. Eu sinto isso, só não sabia como te dizer.
– Ah ta! Vai negar que quando eu te toco o seu corpo não estremece, que você não sente nada?
– Eu não preciso negar, mas eu to te falando do sentimento, de amor. Eu não sinto mais o que eu sentia por você. Passou… Infelizmente não existe mais nada que me faça querer continuar. Ás vezes precisou dessa última gota pra eu me dar conta disso. Fica com a sua namorada, tenta ser feliz com ela. Me esquece, porque não dá mais.
– Biel, por favor…Eu sei que eu errei..
– Não, Bernardo. Sério, não é por isso. Isso foi só mais um motivo, mas acabou já faz tempo. Eu te desejo tudo de bom na sua vida e sei que nem amigos a gente vai conseguir ser depois de tudo isso, mas eu também não me arrependo de nada do que fizemos. Foi especial e mudou a minha vida. Só que ninguém vive de passado.
Ele olhou triste, mas percebeu que não tinha mais o que fazer.
– Volta pra ela.
Eu disse, dando um tapinha camarada em seu ombro.
Virei as costas e continuei andando. Passei pelo carro e o Kadu novamente buzinou, mas eu precisava caminhar um pouco. Sentei embaixo de uma arvore num lugar mais isolado. Olhando pro céu eu pensei em tudo. Um filme foi se passando na minha cabeça: O primeiro beijo, a primeira vez e tudo mais que aconteceu. Os momentos felizes, as brigas e todo o resto.
Não sei dizer quanto tempo fiquei ali, mas só levantei quando realmente me dei conta de estava encerrando um ciclo da minha vida. Me levantei quando senti que estava preparado pra isso. Levantei como a quem se obriga a levantar e seguir em frente, pois era isso que eu iria fazer. Com uma paz imensa no coração, me levantei e voltei pra casa.
Lá eu contei tudo pro Kadu, que mais uma vez me apoiou e ouviu. A partir daquele momento sabia que tudo seria diferente.
Os dias se passaram e se transformaram em semanas e até mesmo em meses. Ele tentou me procurar no início, mas desistiu quando se deu conta que não tinha mais volta. Uma hora o coração mesmo dá indícios que é a hora de parar.
Num final de tarde ensolarado, fui correr no parque e avistei um rapaz levando um tombo praticamente na minha frente. Corri para ajuda-lo, mas quando ele virou o rosto eu o reconheci.
– Hey cara, ta bem? Machucou?
Eu disse tocando de leve seu ombro.
– Eu to bem, só me ralei.
Ele falou ajeitando o boné virado pra trás. Ajudei-o a se levantar e me certifiquei que apesar do machucado no joelho, ele estava bem.
– Pow cara, acho que quebrou a roda.
Eu disse indicando a peça parcialmente destruída.
Os olhos azuis se fixaram em mim, para depois comprovar a destruição do skate.
– É…Droga.
Falei que era melhor ele cuidar daquele ferimento e ele foi até ao banheiro lavar o joelho. Fiquei de olho no skate, sem nem saber o porquê, visto que aquilo estava mais para sucata do que qualquer outra coisa. Quando ele voltou, fez a menção de pegar o skate e se despedir, mas eu o interceptei.
– Valeu por me ajudar, eu vou indo nessa.
– Ei espera. Eu te conheço… Seu nome é.. A..A A…
– Allan.
– Isso! Allan. Você morava na rua de atrás, não é isso?
– Isso mesmo.
– Você não deve nem lembrar mais de mim, eu sou quantos anos mais velho que você? Você tem quantos anos agora?
– 17 e sim, eu lembro de você Gabriel.
Fiquei um pouco sem graça dele lembrar até o meu nome, mas sorri.
– Você sumiu de lá, né?
– Sim, meus pais se mudaram e agora resolveram voltar. Meu pai é militar e as vezes tem essas mudanças.
– Entendi. Bom, você deve ta meio deslocado ainda depois de tanto tempo fora. Se você quiser que eu te leve pra conhecer os lugares, te apresentar algumas pessoas… é só falar.
Ele me olhou um pouco tímido, mas logo abriu um sorriso.
– Vai ser legal sim. A gente pode combinar uma saída.
Trocamos números de celular e ficamos de marcar alguma coisa. Nos despedimos com um aperto de mão e cada um seguiu o seu caminho.
Se passaram alguns dias, mas obviamente não liguei. Não curto ligações e nem tinha o que falar. Acabei esquecendo.
Em uma noite eu sai com alguns amigos para um barzinho no qual sempre nos encontrávamos e no caminho para o banheiro, dei de cara com ele.
– Hey man, você por aqui?
– Oii rs. É, uma amiga me chamou.
– Ah legal e o joelho?
– Ta bom já.
Ele disse sorrindo. Fiquei mudo, meio sem ação. Ele falou:
– Bom, eu vou voltar pra mesa…Minha amiga ta sozinha.
– Ah, claro, vai lá. A gente se fala.
Também voltei para junto dos meus amigos e a noite transcorreu tranquilamente. Quando estava no caixa pagando a conta, reparei que ele estava meio cambaleando e na hora constatei que ele não estava no seu juízo normal. Alcancei ele antes que ele pudesse atravessar a rua.
– Ei Allan! Calma, espera ai. Você ta bem?
– To sim..
– Eu acho que não, hein? Quer uma carona?
– Não, Gabriel. Eu to bem, eu pego um taxi.
– Para cara, não me custa. Vem, meu carro ta logo ali.
Eu praticamente fui encaminhando ele, cuidando para que ele não tropeçasse ou algo do tipo. Entramos no carro e o silêncio ficou incomodo. Ele ficava o tempo todo olhando para a janela e eu já estava achando estranho aquele comportamento. Não me encarava nos olhos, parecia apreensivo.
– Allan, você é tímido?
– Sou..
Eu aproveitei a situação e perguntei.
– Eu também sou mega tímido e bem fechado. Só que você parece é além do normal, como se algo te assustasse. É comigo isso?
Ele me olhou de relance e logo desviou o olhar. Eu tive a certeza que eu precisava. Claro que ele lembrava e sentia vergonha ou mal estar pelas coisas que aconteceram no passado.
Há anos atrás, nas brincadeiras com os garotos da rua, rolaram os famosos “troca a troca”. Eu era do grupo dos mais velhos e o Allan era um dos mais novos. Uma vez eu estava numa casa em construção que os garotos usavam como uma espécie de sede da garotada e claro que sempre tinha revistas de mulheres peladas para que a punheta rolasse solta.
Lá também era o lugar onde os moleques traziam os outros para fazer essas brincadeiras mais apimentadas. Eu nunca participava e minha timidez me impedia até de participar da punheta coletiva, mas justamente nessa noite os meninos tinham levado uma garrafa de vodka e baralho para podermos jogar. Naquele lance de quem perde toma uma dose, quem ganha toma duas e assim por diante, eu fiquei bastante alterado. Vi o Allan num canto da casa sozinho, provavelmente aguardando o colega que se encontrava no andar superior da construção com outro garoto.
Fui atrás da casa para mijar porque era uma parte mais isolada, sem tanta bagunça. Quando terminei, percebi que o Allan tinha me seguido e estava me observando. Guardei meu pau dentro da bermuda e indaguei:
– O que você ta fazendo aqui? Ta me espiando, é?
Ele ficou um tanto sem graça, mas não recuou.
– Estava.
– E porque você fez isso? Ta louco, moleque?
Ele se aproximou de mim, com um certo receio.
– Deixa eu te chupar?
Eu arregalei os olhos, como se não tivesse ouvido o que ele falou.
– O que?!
– Deixa eu te chupar, por favor.
– Cara…olha eu não sei o que você ta achando, mas procura outro porque eu não curto essas coisas não.
Ele se aproximou mais um pouco, com cuidado.
– Eu não quero outro. Deixa, por favor? Ninguém vai saber, eu prometo que não conto. Eu sempre quis te chupar. É só chupar. Deixa, por favor?
– Mas você é muito novo moleque. Não rola, sério.
– Por favor…
Ele disse se aproximando mais até ficar na minha frente.
Eu não disse nada. Fiquei paralisado enquanto ele não sentindo mais resistência, foi abrindo novamente a minha bermuda, colocando meu membro pra fora e chupando avidamente. Era um pouco desajeitado, parecia um tanto esfomeado fazendo com que doesse às vezes, mas não posso negar que a sensação foi incrível. Prendi o ar para não gemer na hora que o gozo se anunciou e afastei seu rosto para que não inundasse sua boca com o meu leite, mas ele segurou meu pau fazendo com que eu esporrasse na sua cara inteira.
Fiquei sem ação. Meio ofegante e assustado, mas ele não pareceu se importar. Pelo contrário, a sua cara de satisfação era gritante. Guardei novamente o pau dentro da bermuda e fui embora. Estava desconcertado com aquilo, por mais que visse os outros garotos fazendo e por ter sido só uma chupada, eu não via as coisas assim.
Numa outra noite que eu estava lá mijando, e mais uma vez o flagrei se aproximando. Sabendo das suas intenções, eu já o repreendi:
– Não. Não vai acontecer de novo.
– Por favor, Biel. Eu quero tanto.
– Cara, se você gosta de chupar, procura um dos outros moleques. Eles vão adorar traçar uma tetéia como você.
Eu falei querendo ofendê-lo pra ver se o dissuadia daquela ideia.
– Eu não gosto de chupar, mas eu adorei te chupar. Deixa vai…
Ele disse se aproximando.
Eu estava com um tesão filho da puta naquela noite e acabou rolando de novo. Dessa vez ele caprichou mais e eu quase fui na lua com aquela chupada. Gozei em jatos, os quais ele engoliu prontamente, me surpreendendo.
Depois daquele dia, evitei ir até a sede. Me sentia culpado e confuso com aquela situação e não queria que ela evoluísse para nada que eu não quisesse. Ele era muito novo e com certeza fazia isso com outros garotos e na aquela época fiquei até com medo de doenças. Fora que era hétero convicto.
Pouco tempo depois ele se mudou e eu nunca mais o tinha visto, até alguns meses atrás.
Agora com ele dentro do meu carro, a situação era no mínimo constrangedora. Sabia que assim como eu ele lembrava daquela época e podia ser isso que o deixasse tão sem graça que ele não conseguisse me olhar direito. Ainda aguardava a resposta pela minha pergunta, quando parei o carro em frente à sua casa. Como ele não respondeu nada, resolvi falar mesmo com muita vergonha:
– Olha Allan, se você ta assim por aquelas paradas que aconteceram há um tempão atrás, isso é passado. Coisa de moleque, não pira com isso.
Ele ficou mudo me olhando com aqueles imensos olhos azuis. Ainda mantinha as feições de menino, mas a barba rala no rosto denunciava que os anos tinham passado. Ele com certeza era um dos garotos mais bonitos que eu já vi. Uma beleza quase angelical em um rosto perfeito. Os cabelos castanhos caiam lisos pela testa e as sobrancelhas escuras e densas pareciam desenhadas naturalmente.
– Eu não quero falar disso.
Ele disse seco.
– Tudo bem, eu só quis te tranquilizar porque…
– Se meu pai sabe, eu to ferrado. Ele é militar e nunca aceitaria.
Ele me interrompeu demostrando ansiedade.
– Ah, claro. Como eu disse, ficou no passado. É besteira de adolescente. Só acho que você podia ter tomado cuidado…sei lá, nunca se sabe, ne?
Ele se ajeitou no banco e soltou o ar que parecia estar prendendo nos pulmões há bastante tempo.
– Eu nem sabia o que estava fazendo direito. Era curioso e tava naquela fase de se descobrir. Um amigo meu fazia direto e eu meio que fui na onda, mas nunca gostei. Os mais velhos me forçavam e até ameaçavam.
– Mas eles te violentaram ou coisa do tipo? Você chegou a…
– Não! Não.. Isso não. O máximo foi chupar mesmo e ainda sim eu não gostava. Era forçado com a ameaça deles espalharem ou coisa do tipo.
– Ah…entendi. Eu não te forcei..
Eu falei com cuidado e ao mesmo tempo cheio de vergonha.
– Não. Você não. Diferente dos outros, você eu quis. Não me arrependo.
Na hora senti um calor subindo pelo meu rosto e sabia que estava ficando vermelho, e agradeci por estar escuro dentro do carro e ele não ver.
– Bom, você ta entregue. Rs. Boa ressaca amanhã, rs.
– Valeu pela carona.
Ele disse meio sem graça, mas com os olhos fixos em mim. Ficamos assim em silêncio, com os olhos um no outro sem ação. Eu estava esperando ele descer do carro, mas ele não o fazia e por outro lado, nem eu sabia o que fazer. Até que ele abriu a porta e se foi.
Fiquei ainda um tempo parado, atordoado. Liguei o carro e voltei pra casa.
No dia seguinte tinha uma mensagem dele no meu celular agradecendo pela carona. As mensagens se tornaram mais frequentes, até que trocamos MSN. Ficávamos horas conversando sobre os mais diversos assuntos e nos encontrávamos muito pouco, praticamente casualmente sem que combinássemos. Apesar de morarmos na mesma cidade, parece que por ali nos sentíamos mais seguros para conversar, sem constrangimento.
Semanas se passaram. Um sentimento estranho começava a nascer, embora eu não soubesse dizer o que era. Não me sentia seguro a fazer nada, nem tomar qualquer iniciativa. Ele não sabia de nada que tinha acontecido com o Bernardo e eu achava melhor assim. Pra ele eu era somente um cara hétero, enquanto ele eu não tinha tanta certeza.
Um dia ele me chamou pra conversar. Nos encontramos num parque e sentamos embaixo de uma arvore. Ele estava sério e não quis rodeios.
– Ta bom, eu vou ser direto. Eu vou me mudar de novo. Meu pai foi transferido e eu já sabia que isso ia acontecer tanto que nem fiz o vestibular aqui.
Olhei pra ele um tanto surpreso e perguntei:
– Mas você me falou que não ia fazer porque estava pensando ainda sobre a área que cursar e não porque ia se mudar. Você mentiu pra mim?
– Não, Biel. Quer dizer..em partes. Eu sabia que tinha riscos do meu pai ser transferido, mas eu achei que pudesse dar um jeito… mas como? Eu não trabalho, sou dependente… eu não tenho opção.
Eu olhei pra cara dele sem acreditar naquilo.
– Quando?
Ele abaixou a cabeça e falou:
– Semana que vem.
– O que????! Allan, como você me fala uma coisa assim dessa maneira?
– Biel, eu quis falar mas eu travei, sabe? Por várias vezes eu pensei em tocar no assunto, mas o papo tava tão bom e eu juro que eu tinha esperanças de não ir. Só que essas mudanças são repentinas mesmo. Temos que ir rápido…
– Cara eu, achei q a gente fosse amigos…
– E somos.
Ele disse com um semblante triste.
– Não somos! Como você pode me esconder algo assim. Você vai se mudar semana que vem…Meu Deus, pra onde você vai?
– Pará…
Eu levantei na hora que ouvi aquilo. Sai caminhando, pisando fundo, irritado com aquela conversa. Senti ele atrás de mim.
– Biel, por favor…
– Não! Não fala nada. Vamos aproveitar que você ta indo e vamos encerrar aqui.
– Não, por favor! Somos amigos e eu gosto muito de você. A gente pode dar um jeito e continuar se falando…
Eu virei e olhei pra ele.
– É isso que você quer? É isso que a gente vai ficar fadado? Um em cada extremo do país?
Ele me olhou sério e triste ao mesmo tempo.
– Biel, não existem amigos em outros cantos? Não podemos levar a nossa amizade além de uma fronteira?
Foi ai que me dei conta que realmente tudo não se passava de uma amizade, mas porque que pra mim parecia algo a mais? Porque meu coração estava tão apertado? Porque eu tava me sentindo daquela maneira? Na mesma hora senti raiva de mim por estar me sentindo daquele jeito e dele por estar indo embora.
– Olha só, Allan. Eu não quero mais. Não quero sua amizade, não quero porra nenhuma! Boa viagem e boa sorte na sua vida. Não me procura mais e eu também vou fazer o mesmo.
– Não, Biel. Por favor. A gente pode pensar em algo, mas não me deixa assim.
– Me esquece!
Virei as costas e fui embora.
Claro que os apelos dele foram insistentes, mas fui irredutível. A verdade que a partida dele me machucava e eu não sabia como lidar com aquilo. Fiquei isolado e incomunicável durante toda aquela semana e fiquei sabendo pelos outros que ele tinha partido. Era um sentimento difícil de se descrever. Uma saudade do que não foi vivido, uma ligação que não tem explicação.
Depois de uns dois meses sem contato algum, recebi uma mensagem no meu celular que me sobressaltou. Era ele perguntando se eu estava bem e dizendo que queria muito conversar comigo. Pensei por alguns minutos…ou melhor, nem pensei. Respondi a mensagem e novamente voltamos a conversar. No começo foi estranho, com resquícios de mágoa e uma timidez velada. Aos poucos tudo foi voltando ao normal.
Fizemos um Skype e apesar de não rolar chamadas de vídeo ou coisa do tipo, conversávamos todo dia. Só então tive coragem de contar toda a história do Bernardo e do Kadu. O sentimento foi acontecendo, sem que a distância fosse impedimento de algo. Fomos descobrindo uma forma só nossa, única e intensa de se relacionar. Quando nos demos conta, estávamos completamente apaixonados e resolvemos viver aquele amor.

Parte 21

Eu não sou gay …mas…

Eu sabia que aquela conversa seria definitiva e não estava disposto a enrolar. Ele ficou parado diante da porta, sobressaltado com o tom da minha voz. Vi nos olhos dele que ele tinha consciência que não poderia mais fugir daquele assunto. Sentou no sofá e eu sentei ao seu lado.
– Kadu, vamos esclarecer as coisas. Eu quero que você seja absolutamente sincero comigo, assim como eu prometo que serei com você. Certo?
– Tudo bem.
Olhei mais uma vez para ele e então comecei a falar:
– Eu sei que o que rola entre a gente é bom, gostoso e pode ter certeza que eu gosto muito, mas eu acho que as coisas estão fugindo ao nosso controle. Você tem estado estranho comigo, com atitudes suspeitas e eu por minha vez estou me tornando possessivo contigo, o que eu sei que não tenho o menor direito.
Parei de falar e olhei nos olhos dele. Ele me encarava, sem dizer uma palavra sequer.
– Eu não quero estragar a nossa amizade, a leveza da nossa relação, a cumplicidade que a gente sempre teve. Por isso eu vou te fazer uma pergunta e quero a verdade. O que você sente por mim, Kadu?
Ele olhou pra baixo e depois novamente tornou a me fitar.
– Eu te amo, Biel.
Aquelas palavras me causaram calafrios que percorreram todo meu corpo.
– Me ama como amigo?
– Sim. Sobretudo como um amigo, mas te amo como homem. Eu te amo como eu nunca amei ninguém.
Eu olhei pra ele com os olhos arregalados, como se aquela revelação tivesse me acertado como um soco no estomago.
– Fica calmo, Biel. Não vai mudar nada. Eu te amo, sim. Porém não quero nada além da sua amizade. Eu não quero um relacionamento sério e acho que isso só estragaria a nossa relação. E eu sei que você ainda nutre sentimentos pelo Bernardo e eu nunca quis ficar entre vocês. Vamos deixar tudo como está.
Eu olhei para baixo, esfregando a cabeça com as mãos. Eu era o primeiro a não querer que as coisas mudassem, mas admitia que eu mesmo não sabia ao certo o que sentia por ele. Só tinha uma solução para aquela situação.
– Kadu, eu vou embora.
– Hã? O que? Não! Você ta louco?!
– Não, eu não estou. É o melhor pra nós dois e você sabe disso. A gente precisa se distanciar e colocar a cabeça no lugar. Não quero colocar tudo a perder.
– Não vai, Biel. Eu já te falei. Eu te amo, mas não te quero. Fui bem claro? Não quero nada contigo. Vamos manter a nossa amizade como sempre tivemos.
Confesso que ouvir ele falar daquele jeito, tão categoricamente que não me queria, me causou uma sensação desconfortável. Porém eu sabia que era o melhor pra gente.
– Eu não sei, Kadu… Ainda acho melhor a gente manter distância até as coisas esfriarem.
– Não é necessário. Você mora aqui, essa casa já é sua também. Nós dois somos adultos e podemos tomar as rédeas da situação.
Olhei para ele e por fim falei:
– Tudo bem, mas como uma condição.
Eu disse olhando firme para os olhos dele.
– Qualquer uma.
– Não vai rolar mais nada entre a gente. Você sabe que eu nunca fui do tipo de cara que fico transando casualmente. Não curto essa situação e dá brecha pra gente misturar as coisas. Então ontem, foi a última vez.
Ele me olhou e seu semblante ficou triste imediatamente. Abaixou a cabeça e a levantou novamente sabendo que a única forma de eu permanecer naquele apartamento, era aceitando.
– Tudo bem, Biel. Eu aceito.
Eu sorri timidamente e vi o sorriso também brotar devagar em seu rosto. Ele me puxou e me abraçou forte, o que eu retribui de forma ainda mais intensa.
Ali selamos novamente a nossa amizade, que sempre esteve em primeiro lugar em nossas vidas e não podia ser abalada por sentimentos paralelos. No coração não se manda. A gente não escolhe por quem se apaixona, mas podemos sim escolher como proceder diante daquilo.
Os dias que se seguiram foram tranquilos e harmoniosos. Tudo parecia estar voltando ao normal entre eu e o Kadu e eu me sentia muito aliviado com isso.
Um dia, tinha chegado a pouco tempo da academia quando o interfone tocou.
– Oi Biel, tem como você descer para a gente bater um papo?
A voz do Bernardo parecia triste do outro lado da linha. Que merda! Agora aquilo dele vir até o prédio estava virando rotina.
Não tinha muito o que fazer, então coloquei novamente a blusa e desci ao seu encontro.
– Fala Bernardo. O que você quer?
– Ogro! Nem pra perguntar se eu to bem.
Ele respondeu fingindo indignação.
– Fala logo, cara. To cansado. Quero tomar um banho.
– Eu terminei tudo com a Debora. Foi chato pra caramba, sabe? Eu to mal com tudo isso. Achei que a gente podia conversar, você poderia me dar um pouco de força, mas já vi que não.
Revirei os olhos com aquela chantagem emocional barata. Tem coisas que nunca mudam.
– Bernardo, eu sinto muito.
O que mais eu podia dizer?
Ele me olhou tristonho e foi caminhando em direção ao carro dele que estava estacionado logo ali na frente.
Ele entrou no veículo batendo a porta, mas eu abri a porta do carona, sentando-se ao seu lado.
– Tudo bem, Bernardo. Eu to aqui. Quer desabafar?
Ele abaixou a cabeça e eu fiquei aguardando ele falar alguma coisa.
– Na verdade você sabe muito bem porque eu terminei com ela. O problema não era ela, era eu. Eu sempre te amei e mesmo assim eu quis negar isso pra mim mesmo. Te perdi… me perdi… e agora eu to aqui, que nem um idiota chorando na sua frente. Eu não mereço nada de bom que já aconteceu comigo.
– Não fala assim, Bernardo. As coisas aconteceram como deviam acontecer. Vai ver não era pra gente ficar juntos. Mas nós fomos corajosos, nós tentamos. Só não deu certo.
Ele olhou pra mim, com os olhos esverdeados mais claros que o normal, contrastando com o vermelho que o pranto ocasionara.
– Não deu certo por culpa minha. Eu não dei valor quando te tinha.
– Esquece isso Bernardo, já passou.
– Não Biel, não passou. Pelo menos não pra mim.
Ele disse olhando nos meus olhos. Fiquei olhando, sem saber ao certo o que dizer. Ele parecia tão frágil, tão vulnerável. Por uma reação instintiva, o puxei e o abracei. Ele se aconchegou com a cabeça no meu pescoço e pude sentir suas lagrimas molharem minha pele. Passei as mãos pelo seu cabelo e sussurrei no seu ouvido que tudo ficaria bem, para que ele se acalmasse.
Alguns minutos depois, ele levantou a cabeça do meu ombro e olhou pra mim. Seu rosto estava mais próximo do meu que deveria estar e eu sem pensar em mais nada, o beijei. Minha boca se moldou perfeitamente a sua, sugando seus lábios devagar, para depois engoli-los com fome, sentindo sua língua entrar na minha boca e se enroscando a minha. As mãos percorriam os corpos, livres e sem controle algum.
Parecia uma represa que tinha acabado de se romper. Sentimentos tão confusos e intensos, reprimidos durante tanto tempo pareceram vir à tona naquele momento. Puxei-o e senti ele sentar no meu colo, com as mãos me arranhando os ombros, enquanto nossas bocas não se desgrudavam, famintas e ao mesmo tempo serenas.
Ele tirou a blusa e olhou nos meus olhos, tornando a me beijar. Minhas mãos deslizaram pelas suas costas, apertando sua pele, reconhecendo cada pedaço daquele corpo que já tinha sido tão meu. Minha boca escorregou pelo seu pescoço, arranhando de leve com os dentes até chegar no seu ombro, no qual eu mordi devagar. Ouvi um gemido escapar rouco pela sua boca. Ele começou a desabotoar minha bermuda, puxando minha blusa, querendo tira-la.
Ouvi uma buzina na rua e isso me despertou do transe em que estávamos.
– Para, Bernardo!
Eu disse, empurrando-o.
– O que foi?!
– Você ta louco?! Olha onde estamos. Alguém vai ver!
– Nossa, nem me liguei nisso. Vamos lá pra casa, não tem ninguém lá.
– Não, de jeito nenhum. Eu não sei o que deu em mim. Isso ta errado, Bernardo. Sai de cima de mim, eu vou sair desse carro.
– Errado por que? A gente se quer, se deseja. A gente se ama, Gabriel. Eu sei que você me quer, eu posso sentir.
Ele disse dando uma rebolada de leve. Senti meu rosto queimar e sabia que estava ficando vermelho.
– Para com isso! Sai de cima de mim.
Eu disse, empurrando-o mais uma vez, fazendo ele voltar pro banco do motorista.
– Vamos lá pra casa, a gente conversa melhor. Tem tanta coisa que eu queria te falar e depois desse beijo, eu tenho certeza que a gente pode se entender.
– Não. Não é assim, Bernardo. Muita coisa aconteceu, as coisas mudaram.
– Pode ser, Gabriel, mas tem coisas que não vão mudar nunca.
De repente me senti sufocado ali dentro. Eu olhei pra ele e sai do carro. Atravessei a rua e voltei para o apartamento sem olhar pra trás. Sentia-me estranhamente perturbado.
Liguei pra Letícia. Pra ela eu poderia escrever um capitulo a parte. É a pessoa que mais me conhece no mundo, é meu espelho que consegue saber tudo que se passa na minha cabeça sem que eu abra a boca. Costumo falar que ela é a mulher da minha vida e não tenho dúvidas disso.
Não deu nem meia hora e ela chegou no apartamento. Passamos a tarde conversando e no final me sentia mais tranquilo. A noite fizemos algo pra comer, bebemos um vinho e mais tarde o Kadu se juntou a gente. Uma noite agradável que me fez esquecer dos momentos mais tensos vividos horas antes.
Alguns dias se passaram e eu confesso que eu fugia do Bernardo Não atendia suas ligações, não retornava as mensagens e mudei meus horários para que dificultasse ele me achar. É claro que tudo aquilo que sentimos não iria desaparecer assim, de uma hora pra outra, mas não sabia se queria voltar. Existia tanta mágoa, tanta dor, que misturada ao amor que restou parecia uma forma não muito saudável de se viver.
Um dia estava em casa, distraído, vendo TV deitado no sofá. O celular apitou indicando que tinha chegado uma mensagem.
“Até quando você vai fugir?”
Fiquei minutos olhando aquelas palavras, até que me dei conta que não podia mais adiar. Precisava ser homem e resolver aquela situação.
Pus uma blusa, peguei as chaves do carro e fui pra casa dele. Toquei a campainha e ele atendeu a porta vestido somente com um short de futebol velho, praticamente semi nu.
– Será que a gente pode conversar?
– Claro Biel, entra aí. Eu to sozinho.
Eu entrei e fomos direto pro seu quarto. Sentei na cama e esperei ele sentar ao meu lado. A verdade é que eu nem sabia por onde começar.
– Eu vim pra a gente resolver essa parada de uma vez por todas. Você precisa entender que acabou. O que a gente teve foi insano, foi bom, durou o tempo que precisava durar e acabou.
– Não acabou, Biel.
– Acabou, sim. Cara, a gente sempre foi amigo, desde moleque. De repente rolou aquela noite louca e foi uma surpresa pra você e pra mim e desencadeou tudo que a gente viveu, mas você não sabe o que você quer e sinceramente, nem eu. A gente já se machucou muito e a nossa amizade acabou prejudicada…eu nunca quis isso.
– Gabriel, o meu desejo por você foi um choque pra mim e eu levei dois anos negando isso. Voltei, lutei e a gente viveu tudo aquilo. Só que acabou por um equívoco. Eu continuo te amando e sei que você também. Vamos deixar as coisas seguirem seu curso, vamos nos entregar a essa coisa que a gente sente.
Eu olhei pra ele e mais uma vez ele estava muito próximo a mim. Me afastei um pouco.
– Não é assim, Bernardo. Eu não sou assim, cara. Olha tudo que a gente passou, eu já sofri pra caralho e eu não quero mais. Não vou ficar por ficar, nem deixar rolar pra depois me arrepender.
– Você tem que parar de ser tão difícil, Biel. Você me quer, não quer? Eu te quero. Essas coisas não se controlam e só se vive uma vez.
Eu olhei pra ele e vi ele se aproximar. Tocou meu peito e foi deslizando a mão para baixo. Fiquei imóvel, sentindo minha respiração acelerar. Ele segurou meu pau por cima da bermuda e apertou, me arrancando um gemido abafado.
– Você foi o único, você sabe. Com você eu senti coisas que eu nunca senti na minha vida e não quero sentir com mais ninguém. Em mim só você entra. Só você enfia em mim…
Ele disse rouco, com a boca escorregando pelo meu pescoço, arrepiando todos os pelos do meu corpo.
– Vem Biel, me faz sentir de novo. Eu te quero tanto…faz tempo….
Ele disse me beijando em seguida. As bocas se encontraram famintas, enquanto as mãos se encarregavam de se livrar das roupas. Fui deitando por cima dele, beijando seu peito devagar, descendo pela barriga, mordiscando, fazendo-o se contorcer de tesão. Peguei seu pau com a mão e comecei a punhetar lentamente, então passei a língua na cabeça e fui descendo até a base, para depois voltar circundando ele todo.
Ele puxou minha mão e chupou meu dedo, fazendo com que eu entendesse o recado. Fui engolindo seu pau devagar, enquanto meu dedo esfregava seu cu, entrando no mesmo ritmo vagaroso, fazendo- o gemer. Sugava com força, sentindo- o estremecer e agarrar o lençol com as mãos, enquanto eu enterrava o dedo cada vez mais fundo, laceando-o.
Ele puxou meu cabelo, fazendo eu levantar a cabeça e olha-lo.
– Vem Biel, eu não aguento mais. Vem.
Ele disse olhando nos meus olhos, abrindo mais as pernas em convite.
Deitei por cima dele, beijando sua boca com fome, sentindo nossas línguas se enroscando. Apertei sua coxa, fazendo ele abrir mais as pernas, para então me pau deslizar entre elas, melando seu orifício. Esfreguei um pouco a cabeça na entrada, fazendo ele arfar em urgência.
Olhei nos olhos dele e ele nos meus, os rostos muitos próximos e então forcei o quadril pra frente, sentindo resistência na entrada. Ele apertou meu ombro e espremeu os olhos a medida que seu cu foi cedendo e a cabeça entrando. Continuei a colocar devagar, parando de pouco em pouco, enquanto ele gemia de dor se acostumando.
Depois de um tempo, senti que já estava tudo dentro e comecei a me movimentar lentamente, mexendo o pau lá no fundo, sentindo suas unhas cravarem nas minhas costas. Então tirei devagar e coloquei novamente, repetindo o movimento, ouvindo seus gemidos ora doloridos, ora de puro prazer. Ele mordia meu ombro com força, enquanto meu quadril ondulava-se em cima dele. O suor já escorria livremente pelos nossos corpos, aos mesmo tempo que eles se chocavam de forma cadenciada. Acelerava o ritmo, para depois reduzir os movimentos, rodando e empurrando o quadril, fazendo ele gemer mais alto.
Comecei a estocar mais rápido e mais fundo, sentindo seus gemidos ficarem mais urgentes e suas mãos apertarem meu corpo com força. Meu pau pulsava dentro dele e sabia que não ia demorar para explodir. Segurei as suas mãos e continuei a foder forte, enterrando tudo. Senti seu corpo começar a tremer e ele praticamente gritar palavras desconexas e então senti o jato quente na minha barriga. Se cu contraiu meu pau, que jorrou com força, inundando-o por dentro. Urramos praticamente juntos, sentindo os espasmos intensos de cada um.
Ficamos deitados, nos recuperando daquela avalanche de sensações.
Depois de um tempo, levantei nu e comecei a pegar minhas roupas no chão, vestindo-as. Ele sentou na cama e me olhou.
– Fica comigo essa noite?
– Não Bernardo, eu vou pra casa.
– E a gente, como que fica?
Coloquei a blusa e olhei pra ele.
– Eu não sei Bernardo, mas depois de tudo que a gente passou, vamos devagar. Olha, foi bom, maravilhoso, mas não quero que isso vire uma rotina. E sem mentiras, vamos ser transparentes um com outro. Com calma, ta?
– Tudo bem.
Ele disse um pouco triste, mas eu sabia que seria melhor assim. Ele foi me levar até o portão e eu reconheci um rosto conhecido andando pela calçada do outro lado da rua. Ele pareceu surpreso ao me ver, enquanto eu me esforçava pra reconhecer quem era o rapaz.
– Bernardo, aquele garoto ali…eu conheço ele de algum lugar, mas não me lembro da onde.
– Ah sim, é o Allan, aquele viadinho que te chupou algumas vezes quando a gente tinha o que? Uns 13 anos, né?
Então eu lembrei. Claro que era ele. Estava diferente, mais velho, mas os olhos azuis angelicais na cara de menino continuavam os mesmos. Ele olhou e logo entrou na casa da frente. Ele era mais novo que eu, uns 3 anos e naquela época, anos atrás, era comum certas brincadeiras entre a galera da rua.
– Porra Bernardo, não fala assim. É tão pejorativo. Já faz tanto tempo isso, vai ver o garoto ta em outra. Enfim, vou nessa. A gente se fala.
Entrei no carro e fui embora.
Os dias se seguiram normalmente. O Bernardo me mandava mensagem, mas eu evitava encontra-lo. Na verdade eu tive que admitir pra mim mesmo que as coisas estavam diferentes. Eu achei que se um dia rolasse novamente da gente ir pra cama e se render a paixão ia ser uma coisa extraordinária que sempre foi, mas não foi assim. Foi maravilhoso, mas eu não senti sensações tão intensas e surreais como das outras vezes. Parecia que o tempo tinha feito seu trabalho e aplacado todo aquele frenesi e sentimentos. Fiquei aliviado por isso.
Certo dia, O Kadu insistiu para que eu fosse no shopping com ele e depois de muito enrola-lo resolvi aceitar. Era tarde da noite e venci a preguiça para acompanha-lo no maior estilo “brother pra toda vida”. Paramos em um sinaleiro, e olhei uma movimentação que tinha em uma casa de festas. Na entrada do estabelecimento, eu vi o Bernardo com a ex namorada, abraçados. Fiquei olhando incrédulo, tentando entender aquela cena. O sinal abriu, mas eu coloquei a mão na marcha, impedindo o Kadu de engatar a primeira.
– Que isso, Biel? Ta louco? O sinal abriu, já tão buzinando.
– Eu vou sair…
Eu disse olhando fixo para aquela cena, enquanto descia do carro. Caminhei por entre os carros, ignorando as buzinas irritantes e parei a alguns metros diante deles.

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