Cheguei em casa cansado de um dia de trabalho, minha esposinha toda safada me esperando pronta para aprontar, e eu desanimado, queria descansar, mas sabe como é uma mulher fogosa, ela sabe como convencer um macho, tomou um banho, se perfumou enquanto eu a assistia deitado na cama, ela ia e voltava na minha frente, escolheu uma lingerie preta, e a vestiu enquanto me olhava mordiscando os lábios, logo vi que a vontade dela era de que tirassem a sua lingerie e não de vestir.
Como um bom corninho, amo ver ela se divertindo, isso me deixa maluco e nos dias consecutivos a certeza que tenho que nosso sexo vai ser muito quente com estas lembranças frescas na memória.
A chamei para deitar em meu braço, ela já meia beiçuda por ver que eu não me animava, apesar de ela ser uma mulher linda, quando estou cansado fico meio pau.
Ela se deitou e eu a beijando disse: hoje eu só quero te ver, e ela insistiu, mas eu te quero! Eu disse a ela que se me anima-se iria participar.
Na mesma hora ela pulou da cama, pegou seu telefone e convidou um casal para vir até nossa casa, detalhe…do casal ela só tinha feito festa com a esposa, o marido é de um relacionamento recente, mas ela estava tão afim que pouco se preocupou se iria rolar química ou não, ela queria era dar.
Eles chegaram logo a noite, preparamos uns comes e bebes, minha esposa de vestido toda animada os recepcionou, rolou uma conversa agradável, bebemos muito e não demorou para que minha esposa fosse até a nossa amiga beijá-la, e elas sabem fazer isso como ninguém, duas gostosas, suas línguas desfilavam no entorno dos lábios, elas sussurrando safadezas, começaram a ficar excitadas, logo minha esposinha tava pelada no meio da cozinha enquanto beijava outra mulher de rabo empinado diante de um estranho recém conhecido, por sugestão e já por termos acordado antes o que podia ou não, minha esposa partiu pra cima do marido dela, e o beijou sem pudor, sua mão já acariciando o pau dele procurando uma ereção.
Ele ainda tímido por ser a primeira vez dele, ficou meio sem jeito, então elas continuaram, minha esposa começou a lamber a bucetinha da sua amiga, enfiando o dedo melado do próprio melzinho dela, ela subia e descia do seio a buceta, então ela pegou ela pela mão e a levou até o sofá a deitou e abriu suas pernas, as duas nuas era impossível resistir apesar do acordo ser eu assistir já estava com o pau trincando.
O outro marido já estava participando da brincadeira, sendo chupado hora por uma hora por outra, e elas seguiram entre oral e gemidos, minha esposa já se pingando de tesão após ter feito sua amiga gozar na sua boca, me chama, com a boca melada da outra bucetinha me tacou um beijo delicioso, e me pediu para fuder ela.
Eu já com o pau pra fora enfiei na boca dela, chupa primeiro meu pau sua safada e ela o faz como ninguém, sua boca é macia, quente, molhada, ela suga com pressão, outras vezes só deixa meu pau deslizando na sua baba, sua língua explorando todo meu pau de um jeito difícil de segurar e a cara dela me olhando, só de lembrar quase gozo aqui, vou descrever um pouco para vocês, ela tem um olhar que te intimida, ela pode ver sua alma e você ver a dela, é possível olhar pra ela e sentir o desejo que escorre entre as pernas, ela tem olhar de vadia, e todos com quem já saímos falam deste detalhe dificil de esquecer e é por isso que eu amo ver ela sendo fudida, posso olhar ela além do olhar, e vejo todo seu corpo que transmite que ela realmente gosta do que faz, uma verdadeira e gostosa puta.
Após eu quase encher a boca dela de leite enquanto assistia nosso amigo fudendo a esposa dele e lambendo a minha enquanto ela me chupava, eu a sentei sobre meu pau e ela já veio toda molhada, sua buceta escorria de um jeito que dava pra ver que aquela vadia estava se divertindo, comecei a bombar enquanto ela se esfregava em mim, ela que já estava no limite começou a sussurrar que iria gozar, o casal parou para olhar ela, e ela não parou, ela veio comigo, me dando um jato quente que molhou todo nosso sofá, e pra finalizar ela gritou eu te amo meu corninho, neste momento eu enchi a buceta dela de leite que aliás ela ama, e lamentamos demais ter tantas doenças por que um dos nossos fetiches é este, eu comer ela cheia de porra depois de ser fodida por outro macho.
Depois que nossos amigos foram embora fomos para o nosso quarto e eu disse agora só falta você me dar o cuzinho, ela nem se fez de rogada, passou um lubrificante e disse come, me fode gostoso, quero dormir como um anjo depois de arrombada. E foi assim que a deixei dormir, toda fudida, dolorida e com olhar de satisfeita.
E assim finalizamos nosso fim de semana, e óbvio que já ficamos louco pelas próximas putarias.
Queria contar uma coisinha para vocês. O relato vai ser curtinho, é que hoje lembrei daquele mendigo que ficou famoso recentemente depois de comer a esposa de um homem dentro do carro, lembram? E aí me lembrei de uma situação comigo. Mas antes uma curiosidade, na época que aquela história surgiu muitos cornos de plantão amaram aquilo, mas olha eu, até gostei da história, mas odeio aquele ex-morador de rua, ele é muito chato! Não fui com a cara .. Enfim. Semana passada estava voltando do trabalho e quem mora em São Paulo sabe como é entrar no metrô na Sé sentido zona leste em horário de pico. Você é literalmente carregada pelas pessoas, mas até então normal, enfrento isso todo dia.
Eu estava de salto alto, calça jeans justinha, uma blusinha e por cima uma blusa de moletom pois o tempo estava um pouco frio. Assim que cheguei na plataforma havia um metrô parado, só que muito cheio e as pessoas haviam desistido de entrar. Eu enxerguei um espacinho junto à porta de um vagão, então corri e consegui entrar só que assim que o metrô soou aquele aviso de que as portas iriam fechar, senti alguém por trás de mim e me empurrando.
Olhei pra trás meio brava e foi então que notei que pelos trapos e um cheiro não muito agradável, se tratava de um mendigo. E juro para vocês que até lembrava um pouco aquele outro. Ai que raiva! Eu falo sério quando digo que não gosto daquele sujeito. A porta fechou com dificuldade, ele ficou encostado nela e eu que mal conseguia me mover, fiquei ali com a bunda pressionando o pau daquele homem.
E não demorou nada para eu sentir aquela coisa crescendo junto da minha bunda e o metrô continuava parado na estação. Mesmo com a dificuldade do espaço coloquei meus fones de ouvido e segurando um livro de bolso, tentava me distrair com a leitura. “Grande… Muito grande…”, penso, estava difícil me concentrar. O metrô partiu sentido Itaquera e o safado logo deu uma sarrada bem safada me fazendo empinar.
Já haviam passado duas estações quando senti suas mãos entrando por baixo da minha blusa, segurando minha cintura ele a apertou e me trouxe um pouco mais pra ele. Minhas costas encostaram no corpo dele e desta forma conseguia sentir seu bafo de cachaça na minha nuca. Ele acariciava minha barriguinha e quietinha sentia minha calcinha umedecer. Ficava apenas olhando para o livro tentando disfarçar, porque ler mesmo que era bom, era impossível.
De repente sinto o botão e o zíper da minha calça sendo abertos e logo aqueles dedos invadiram minha calcinha e o fato de me encontrar molhadinha certamente foi o sinal verde que ele talvez precisasse para continuar avançando. Ele então começou a massagear meu grelinho bem gostoso. Aiii que delícia! Já tinha passado… mais duas estações?
Ele me ajeitou um pouco mais de lado e segurando meu braço o guiou para que minha mão encostasse em sua rola. E minha nossa! Que rola! Segurei ela de forma bem discreta e continua olhando pro livro pois se eu olhasse pra alguém talvez perdesse a coragem.
Comecei a punheta-ló sutilmente e ele continuava a me bolinar bem gostoso e assim vi minha estação passar, ah eu não iria sair dali. E valeu a pena porque gozei! E gozei muito gostoso! Continuei punhetando ele até que subiu aquele cheiro de porra. Sinto um pouco daquela coisa gosmenta na minha mão e fiquei imaginando onde mais ela foi parar.
Na estação Artur Alvim desceu muita gente e eu fui junto, sem nem olhar pra ele e sem ao menos agradecer por ter me feito gozar tão gostoso kkk Que ingrata eu sou né? Cheguei a dar alguns passos pela plataforma com minha calcinha amostra para a alegria de um segurança que chegou a perceber. Ajeitei minha calça sem olhar pra ninguém e fui para o outro lado da plataforma, ai que vergonha!
Fiquei esperando o metrô voltar e quando achei que já tinha acabado toda aquela safadeza. Sinto aquela mão na minha cintura, quando me virei assustada, nem deu tempo de nada. O safado foi logo me tascando um beijo de língua e apertava minha bunda descaradamente.
– O segurança tá vindo… – eu disse assim que vi ele vindo pela plataforma nos olhando, por sorte o metrô estava vindo. Aquele homem ainda tentou me arrastar dizendo – Vem comigo gata, deixa eu te foder gostoso.
Eu nem respondi, me soltei dele e entrei no metrô assim que ele abriu as portas. Nossa o Segurança já estava quase chegando em nós, imagina a vergonha que eu ia passar! Como agora o metrô estava sentido centro, naquela hora o vagão estava vazio, me sentei e rezei pra eles não virem atrás de mim. E deu certo kk.. Voltei pra casa molhadinha e em casa debaixo do chuveiro até me toquei pensando nele. Confesso que no final acabei ficando com vontade de dar pra ele ou ao menos chupar o seu pau.
O clitóris é uma das partes mais surpreendentes do corpo feminino. Tudo porque este pequeno órgão tem a única e exclusiva finalidade de dar prazer à mulher! Ele tem mais de 8 mil terminações nervosas e é isso que faz com que ele seja tão sensível ao toque.
Acontece que o clitóris fica em uma região protegida e localizá-lo não é tarefa das mais fáceis, o que acaba sendo motivo de reclamação, pois sua estimulação é uma das principais responsáveis por levar a mulher ao orgasmo. Você que tem dúvidas sobre este órgão incrível vai encontrar aqui o mapa da mina: onde ele fica, curiosidades que você não sabia e, o melhor de tudo, como atingir o prazer sozinha ou acompanhada!
Clitóris: afinal, onde fica?
Meu Clitóris, Minhas Regras
A localização do clitóris é um assunto que ainda gera dúvidas. O pequeno órgão fica logo abaixo da púbis e perto de onde começam os grandes lábios. Ele não é fácil de ser localizado, pois é protegido pelos grandes lábios. Logo abaixo do clitóris está a uretra – por onde sai a urina – e abaixo da uretra vem a vagina.
A parte visível mede cerca de 1 cm, mas a parte interna pode chegar a quase 10 cm!
Como estimular o clitóris sozinha ou acompanhada
Antes de mais nada, é importante que você esteja relaxada e em um local com privacidade. Depois, é só preparar o ambiente e usar a imaginação!
Utilize os dedos Deixe de lado todos os preconceitos e conheça o seu próprio corpo. Uma forma de estimulação direta é utilizar os dedos. Acaricie a vagina com movimentos de baixo para cima, fazendo pequenos círculos para se concentrar no clitóris, ou círculos maiores para estimular as demais partes da vagina, onde também existem terminações nervosas. Ainda com as mãos, dê leves batidas por toda a região e vá descobrindo o que lhe dá prazer.
Use o chuveirinho do banheiro É isso mesmo! Para as mulheres, o chuveirinho do banheiro tem outra utilidade! Na hora do banho, um momento que já é só seu, direcione o jato de água sobre a vagina. A pressão da água que sai do chuveirinho vai fazer com que você sinta uma agradável sensação de prazer!
Com uma almofada Você também pode utilizar um travesseiro ou uma almofada para atingir o orgasmo! Comece trancando a porta do seu quarto para ter total privacidade. Em seguida, pegue um travesseiro grande e coloque entre as pernas e faça movimentos de fricção para frente e para trás.
Colar de contas O colar de contas não é apenas um item para deixar o visual arrojado. Ele também pode ser utilizado em prol do seu prazer, acredite! De joelhos ou de pé, segure uma extremidade do colar de frente e, com a outra mão, segure a outra ponta por baixo, de modo que ele fique entre suas pernas. Puxe lentamente o acessório para frente e para trás, fazendo com que ele deslize por sua vagina, lábios vaginais e clitóris. É importante higienizar o objeto antes de utilizar.
Posição sexuais
O seu parceiro ou parceira também são peças fundamentais na estimulação clitoriana! Inclusive, é muito mais fácil que a mulher atinja o orgasmo através da estimulação do clitóris do que com a penetração vaginal. Sendo assim, o casal deve dar atenção especial a esse órgão durante o sexo e apostar em posições que permitam a fricção do órgão ou o acesso das mãos. O clássico “papai e mamãe” é uma das melhores posições para isso!
Sexo oral O sexo oral é uma das melhores formas de levar a mulher ao prazer através do clitóris. Por isso, peça para seu parceiro ou parceira estimular a região utilizando a boca.
Brinquedos eróticos Seja sozinha ou acompanhada, os brinquedos eróticos são grandes facilitadores do prazer feminino. E você sabia que existem sex toys específicos para estimular o clitóris? Um dos mais conhecidos é o anel peniano com vibrador, que estimula o clitóris na penetração, aumentando o prazer.
O mais importante é deixar a vergonha de lado e criar intimidade com o seu próprio corpo para saber o que mais te dá prazer!
8 dúvidas e curiosidades sobre o clitóris que você não sabia
Por trás desse pequeno órgão existem alguns mistérios que você nem imagina!
1. O clitóris não envelhece nunca! Ao contrário de outras partes do corpo que sofrem com a ação do tempo, o clitóris permanece ali, sempre jovem! Ele é a única parte que nunca envelhece, o que significa que estará ali para proporcionar prazer à mulher por toda a vida, seja na juventude ou na idade mais madura e o melhor: com a mesma capacidade!
2. O clitóris também tem ereção Você pensava que só os homens tinham ereção? Saiba que as mulheres também têm! Quando está excitado, a circulação sanguínea no local aumenta, fazendo com que o clitóris aumente de volume podendo até dobrar de tamanho!
3. O clitóris pode virar pênis Nas cirurgias de confirmação de gênero, o clitóris pode ser aumentado através de hormônios e incisões. O tecido da vagina e dos grandes lábios também são utilizados para revestir e dar o formato do que é chamado de neopênis. O mesmo pode ser feito ao inverso, quando a glande peniana é reduzida, dando origem a um clitóris.
4. O clitóris tem diferentes tamanhos e formas Assim como a vagina das mulheres difere umas das outras, o mesmo acontece com o clitóris. Além da mudança física – eles podem ser maiores, menores, mais ou menos visíveis que outros – a sensibilidade também é diferente. Alguns são mais sensíveis, enquanto outros exigem mais estímulos.
5. Ele é maior do que você imagina! A parte visível do clitóris é apenas a ponta do iceberg! Ela é a menor – e também a mais prazerosa – mas a maior parte dele se estende internamente, indo da abertura vaginal até o períneo.
6. Ele tem 8 mil terminações nervosas! É isso mesmo que você acabou de ler! Apenas na ponta do clitóris existem mais de 8 mil terminações nervosas – o dobro de nervos existentes no pênis – e é justamente isso que torna essa parte do corpo tão sensível ao toque. As sensações iniciadas no clitóris podem se espalhar por toda a região pélvica, afetando cerca de 15 mil terminações nervosas. Demais, né?
7. O clitóris pode ser exercitado! Você sabia que, se exercitado, o clitóris pode garantir ainda mais prazer? Uma das técnicas utilizadas para isso é o pompoarismo, que consiste na contração e no relaxamento dos músculos vaginais. Estudos também indicam mulheres que caminham 20 minutos por dia tem mais facilidade de atingir o orgasmo mediante estimulação do clitóris. Não custa nada tentar!
8. Ele está ali apenas para o seu prazer! Você já deve ter se perguntado quais são as funções do clitóris, mas acredite, ele está ali apenas para uma finalidade: dar prazer à mulher. Esse é um dos privilégios que só o sexo feminino tem!
Incrível como um órgão tão pequeno é capaz de fazer tanto pelas mulheres!
Esqueça os preconceitos, conheça seu corpo e se renda aos momentos de prazer que você pode alcançar com seu par ou sozinha.
Olá! Relato verídico porque adoro contos eróticos e acho que a galera vai curtir uma aventura que tive com uma gostosa do meu trabalho, uma morena.
Eu trabalho a 3 anos em uma empresa de publicidade e volta e meia eu e o pessoal de lá, saímos para tomar uma cervejinha gelada e curtir um pagode lá perto. Essa colega sempre ia e chamava a atenção de todos. Ela é uma morena linda, cabelos lisos, pelo bronzeada, uma bunda perfeita, uma boca carnuda e peitinhos bem gostosos.
Eu babava por ela, meus colegas de trabalho sempre tentavam jogar a conversa mas ela tinha namorado e não dava moral, por isso mesmo eu ficava desejando ela na minha, sem dar bandeira pra ela não me dar um fora como dava nos caras, mas era difícil não querer dar em cima dela, a mulher é um tesão.
Um dia a gente foi no barzinho de sempre, tava rolando um pagode maneiro e a gente começou a tomar cerveja e bater um papo. Ela ficou do meu lado e começou a conversar comigo sobre um monte de coisas, logo ela tava meio alta de tanta cerva e ficou com as garotas da agência conversando sobre sexo na minha frente e na frente de mais 3 amigos.
Os caras devem ter ficado com tesão assim como eu, porque elas falavam muita sacanagem, o que gostavam de fazer na cama e ela comentou que a posição favorita dela era de quatro. Eu fiquei imaginando como aquela gostosa devia ficar na posição, gemendo, rebolando no pau e tive que me controlar pra não ficar de pica dura ali mesmo na frente de todos.
O papo continuou, não aguentei, comecei a xavecar ela, papo vai, papo vem, notei que ela tava curtindo, comecei a elogiar ela, falar que ela era gata pra caralho, e outras coisas que nós homens falamos quando queremos comer uma mina. Teve uma hora que levantei pra ir ao banheiro, ela disse que queria ir também e chegando lá na porta do banheiro do barzinho lotado, a gente começou a se beijar gostoso. Logo fiquei de pau duro e ela se juntou mais ainda ao meu corpo para poder sentir.
Eu disse a ela que tava louco e perguntei se ela queria ir para outro lugar comigo. Ela disse que não queria dar bandeira na frente da galera e mandou esperar um pouco, então voltamos pra mesa, trocando olhares safados, ela levantou com as garotas pra dançar, me deixou doido de tesão e depois de umas horas já perto das 23 fomos todos indo embora.
Eu ofereci uma carona pra ela e pra outra colega, levei a garota primeiro em casa com a desculpa de levar a ela por último. Depois que deixamos uma das colegas, fiquei com tesão demais e comecei a acariciar ela ali mesmo no carro. Ela ficou com o maior tesão, pegava no meu pau com uma vontade danada, apertava, fazia carinho e logo abriu o zíper da minha calça e deu uma chupada gostosa.
No motel a coisa pegou fogo! A gente parou a sacanagem na porta do motel, entramos e a gente nem desceu do carro, ela já tava me chupando gostoso pra caralho de novo. A boca dessa safada é uma delícia e ela paga um boquete bom da porra, eu tava ali recebendo a chupada e logo dei uma gozada na boca dela e pra minha surpresa ela não teve frescura em sentir minha porra na boca dela.
Depois disso eu tava me preparando pra outra e enquanto isso eu dei uma chupada na bucetinha dela. Era toda lisinha, as beiradinhas rosadinhas e tinha um cheiro gostoso de mulher que me deixa louco. Eu comecei a chupar ali mesmo no carro, ela gemia gostoso, rebolava na minha boca e depois de um tempo ela disse: – Vamos entrar no quarto, quero deitar naquela cama e abrir as pernas pra você.
Eu fiquei doido, meu pau endureceu de novo, levei ela pra o quarto sem parar de beijar a safada nem um minuto. Ela tava toda molhadinha, até escorria pelas pernas, a safada deixou toda a roupa no carro e entrou nua no quarto então comecei a beijar gostoso de novo, enfiei a língua em sua boca enquanto acariciava sua boceta.
Ela deitou na cama abriu as pernas e disse pra eu ir comer ela, exatamente assim, toda vulgar, bem safada do jeito que eu gosto. Ela botou a camisinha no meu pau, começou a brincar com ele, deitou e eu meti gostoso naquela safada e meu pau deslizava bem fácil na sua bucetinha melada, era uma loucura.
Ela me deixou todo arranhado enquanto eu metia. Gemia gostoso pra caralho e enquanto eu comia aquela xota apertada ela perguntou se eu queria comer o cuzinho dela, fiquei doido e botei ela de quatro, na posição que ela falou que mais gosta. Eu dei uns beijos naquele rabo gostoso, deixei ela mais molhada, lambuzei seu cuzinho com o seu melzinho gostoso e preparei meu pau pra enrabar a morena.
Ela gritava igual filme pornô, eu enchia a bunda dela de tapas, deixei toda vermelha, se o namorado dela visse ela ia se ferrar, mas eu só queria aproveitar aquela morena gostosa, então soquei fundo no seu cu até o talo, ela gemia de dor e prazer. A safada meio que passou um cheque mas mesmo assim continuei até gozar e quando tirei a pica seu cu tava com um buraco todo arregaçado.
A gente foi tomar banho e levei ela pra casa. Deixei ela lá e no dia seguinte no trabalho ela veio atrás de mim pediu para eu não contar a ninguém por causa do noivo dela e deixamos isso pra lá, mas valeu a pena cada minuto que comi minha colega de trabalho vadia.
5 razões incríveis para você ter um P.A. Além de curar momentos de carência, claro!
O “pinto amigo” é aquele casinho ideal quando se quer apenas sexo. Nada de se apaixonar ou cobrar fidelidade do P.A. Ele está lá somente para te dar prazer.
P.A.: pega, mas não se apega!
Longe de ser uma paixonite aguda, P.A. é o conhecido “pênis amigo”, “pinto amigo” ou patrocinador de alegria”, que pode fazer maravilhas por você que está solteira, mas não livre de momentos de carência e de subir pelas paredes. O gato para chamar de seu na hora em que você quiser apagar seu fogo não precisa ser necessariamente um amigo, vale um conhecido ou um casinho. E a regra é clara: “É sexo casual, não há envolvimento. Quem comanda é o tesão, a vontade de ter sexo”. Mas é preciso deixar isso claro entre vocês: é amizade e sexo. Nada mais.
O prazer é todo seu Como você já conhece o seu “patrocinador de alegria”, é mais fácil se sentir confortável. “Quanto mais à vontade você estiver na relação sexual, melhor será o sexo”, atingir o orgasmo é bem mais fácil nesse caso.
Dá mais liberdade Com o P.A., não é preciso exclusividade. “Como não há compromisso, você pode ter quantos quiser. Pode colecionar!”.
É só alegria Não faz parte do pacote o P.A. ter crises de ciúmes nem perguntar onde ou com quem você esteve. E muito menos propor uma DR. “Não tem cobrança de nenhuma das partes”.
Sexo só quando você estiver afim O convite para transar pode partir de você ou dele. Não tem sentido ficar esperando o gato ligar. Tá a fim? Basta o cara também querer e, na maioria das vezes, ele quer. “A não ser, claro, que tenha outro compromisso. Em geral, o homem é mais disponível para o sexo”.
Dá para ser mais safadinha Que tal aproveitar a intimidade para ousar? “É um treino da própria sexualidade da mulher. Ela pode se aperfeiçoar, descobrir novidades sobre o sexo”. Falas picantes durante a transa estão liberadas, mas a célebre frase “eu te amo” é proibida. “Isso significa que a relação entrou em outro campo, que vai além do sexo casual”.
Alerta vermelho
Sentir ciúmes, cobrar disponibilidade ou criar expectativas são sinais de que o P.A. se tornou algo mais – o que pode mesmo acontecer. Nesse caso, abra o jogo. “Se ele não corresponder aos seus sentimentos, não tem por que continuar com a intimidade”. Alimentar essa relação só vai deixar você frustrada.
— Como é mesmo o seu nome? O recepcionista do hotel analisava-me com desconfiança, mas aquilo era até compreensível, afinal, uma garota vestindo trajes simples e carregando uma mochila velha — ao invés de uma Louis Vitton — não combinava nenhum pouco com aquele recinto: um hotel classificado com cinco estrelas quando na verdade merecia uma constelação inteira. — É Stela Sousa. — Repeti com um sorriso forçado. — Ah sim, agora encontrei sua reserva. Queira nos desculpar por dificultar sua entrada, mas chegamos a pensar que era uma das fãs da banda. — Sem problemas. — Disse de forma amigável, fingindo não me importar por quase ter sido derrubada, minutos antes, pelo segurança troglodita do hotel. — Aqui está seu cartão senhorita Sousa, o quarto fica no sexto andar. Desejamos uma boa estada. Agradeci e fui até o elevador, livrando minhas costas da mochila que mais parecia carregar tijolos do que as poucas peças de roupa. Era o suficiente para o curto tempo que eu ficaria na Europa a fim de aprofundar meus estudos em Simbologia: etapa necessária para que eu obtivesse meu título de Doutora em História. Enquanto subia, olhei-me no espelho para conferir se realmente poderia ser confundida com as adolescentes histéricas que ameaçavam invadir o hotel. Talvez devesse fazer um corte mais formal quando retornasse ao Brasil, quem sabe assim eu realmente aparentaria ter 25 anos, ainda que o rosto que eu via no reflexo quisesse me dizer o contrário. Minha estada em Praga seria extremamente curta e por isso — aliado ao fato de ter passado várias noites em hostels de banheiros coletivos — resolvi me presentear com algo mais confortável. Acabei descobrindo o Hotel Maxence ao acaso na Internet, só depois soube que era um dos melhores da capital Tcheca, mas como o reservei com antecedência em um site de hospedagens acabei conseguindo um bom preço.
Segui pelo corredor de carpetes vermelhos até chegar ao meu quarto, as luzes se acenderam automaticamente e revelaram-me o melhor dormitório da minha viagem pela Europa. Depois de me livrar da mochila pesada — agora de forma definitiva — me joguei impensadamente na cama, já antevendo o quanto seria macia. Por força do hábito liguei a televisão, mas logo me arrependi, pois não era tão divertido ver as imagens sem entender o que elas diziam. Teria que arrumar outra coisa para fazer no tempo ocioso, já que os compromissos acadêmicos só se iniciariam às treze horas do próximo dia. Ah, e de preferência algo que envolvesse gastos compatíveis com o valor miserável da minha bolsa de estudos. Solucionei meu problema buscando atrativos no próprio hotel, descobri que havia uma piscina de água aquecida na cobertura. Por sorte, lembrei-me de que carregava um maiô (definitivamente nada de biquínis brasileiros e pequenininhos). Não que eu pensasse em nadar no frio Europeu, mas uma piscina aquecida em uma hospedagem luxuosa era bem convidativa. Troquei minhas roupas por um roupão de banho fornecido pelo serviço de quarto, depois abri furtivamente a porta e torci para que ninguém me visse vestida assim, mas antes de chegar ao elevador dei de cara com uma fã sendo arrastada por um segurança. Sua cara era de derrota e eu me senti condescendente com sua intransigência. Sem mais surpresas, apertei o quatorze para chegar à cobertura. Subir os oito andares demorou tempo suficiente para que eu reparasse na música que inundava o cubículo de metal, Garota de Ipanema. Pensei no porque dessa melodia ter se tornado um total clichê. Quando as portas se abriram eu parecia estar em outro mundo: o ambiente quase escuro só iluminado por leds violetas, tinha um ar meio intergaláctico. Coloquei meu pé na água confirmando sua temperatura agradável, então retirei o roupão e desci a escada, sentindo seu efeito calmante sobre minha musculatura. Uma música instrumental conferia à cena a deixa perfeita para que eu me entregasse ao momento. E foi isso que eu fiz, recostei-me na parede de pastilhas azul petróleo curtindo o isolamento daquele paraíso artificial.
Mas minha privacidade duraria pouco. Só me dei conta de que não estava sozinha quando alguém mergulhou de forma nada diplomática, lançando água por todos os cantos e dilacerando a atmosfera harmônica e serena que eu vinha mantendo. — Essa não… — pestanejei baixinho. Esperei a pessoa misteriosa colocar seu rosto para fora d’água, chateada com o fato de dividir o recinto, depois de uns segundos ela emergiu na superfície retomando o fôlego. Nossos olhos se encontraram — e admito que os meus ficaram satisfeitos com o que testemunharam — o hóspede então sorriu enquanto me perguntou algo em checo. — Desculpe não falo checo. — disse em inglês, torcendo para que ele entendesse. — Que bom, porque eu também não. — Ele sorriu e eu reconheci o sotaque britânico. — Prazer, Brian Carter. —Prazer, Stela Sousa — retribui apertando a mão do “invasor”. — De onde você é? — Brasil. E você deve ser inglês, acertei? — Acertou sim. O sotaque entrega, não é mesmo? — Carter sorriu novamente. — Entrega sim, mas devo dizer que é adorável. — Respondi, devolvendo o sorriso. A curta apresentação fez com que ele passasse de invasor desconhecido para companhia agradável em questão de segundos. Sabe aquela sensação de: “parece que te conheço há anos”? Foi exatamente assim que me senti naquele momento. Prestei atenção em seus lábios bem desenhados enquanto eles diziam alguma coisa sobre praias brasileiras, eu sorria concordando com os elogios (mesmo não conhecendo a maioria dos locais que ele citava). Conversamos sobre várias coisas e eu até diria que o tempo havia parado se não fosse o aviso sonoro emitido pelos “tic-tacs” de um relógio inoportuno colocado estrategicamente acima da piscina, lembrando-me, de forma odiosa, que os segundos não eram complacentes com meu flerte. Como se quisesse saber mais de mim, Carter perguntou-me sobre meu estilo musical favorito: — Curto um estilo específico do meu país, chamado MPB. — Respondi e foi inevitável não lembrar a música do elevador. — Caetano Veloso, Elis Regina, Tom Jobim…combinam mesmo com você — ele disse com um sorriso divertido nos lábios. Aquele garoto era mesmo uma caixinha de surpresas. Então perguntou: — E rock? Gosta?
— Vamos dizer que o mais próximo de rock que tenho na minha playlist é uma versão em jazz de “Sweet Child o’ Mine”. Brian riu. — Então não conhece a banda que está hospedada no hotel? — Nunca ouvi falar. — Imaginei. Teria interesse em ir ao show? Trabalho para eles e poderia conseguir um convite. — Eu agradeço, mas tenho que terminar um artigo, senão até cogitaria ver caras tatuados quebrando guitarras. — Respondi e Brian gargalhou, mesmo ficando um pouco decepcionado com minha recusa. — Quebrar guitarras é tão anos setenta, nenhuma banda hoje em dia faz isso. — E como são os caras para os quais você trabalha? — Perguntei curiosa. — São uns malucos que só pensam em mulheres e bebidas, mas não quebram guitarras — ressaltou. A música de fundo mudou repentinamente para um lounge com uma pegada erótica. Corei e, me pergunto até hoje, se não foi um telespectador oculto que mudou propositalmente a música só para aumentar o clímax que se intensificava. Ao contrário de mim, Carter ficou tranquilo com a situação e me olhou de um jeito libidinoso. Fiquei ainda mais vermelha, se é que isso era possível, e agradeci o fato do ambiente escuro tornar isso imperceptível. Ele se aproximou, sei que assim como eu, queria que um beijo acontecesse, mas uma terceira pessoa — que realmente não deveria estar ali — empurrou a porta de metal e entrou sem aviso na cobertura: — Brian! O procuramos por todo lugar! A banda está esperando! — Já estou indo. Só precisava de um pouco de privacidade antes do show. — Carter deu de ombros e o homem me olhou de uma forma impaciente: — Agora é assim que você chama fãs bonitas? De privacidade? — Fãs? — fiquei confusa — Mas você me disse… Brian dirigiu-me o olhar um pouco envergonhado e então se voltou para o homem que fez cara de poucos amigos: — Robert, quando terminarmos a turnê, lembre-me de arrumar um empresário que não pegue tanto no meu pé. — Ok, engraçadinho. Vou marcar isso na minha agenda junto com outra nota: “procurar uma banda mais compromissada para agenciar”. Agora vamos. Olhei atônita para Brian. Queria afundar minha cabeça num buraco para esconder minha vergonha — entretanto a piscina estava de bom tamanho. — Como fui boba! Agora era bem óbvio que um homem tão perfeito como Carter fosse alguém famoso. Repassei nosso curto diálogo várias vezes tentando me sentir menos estúpida. — Desculpe por isso Stela, foi um prazer conhecê-la. Boa sorte com seu Doutorado. — Não consegui responder, ainda estava digerindo o fato de ter conversado com um astro do rock e tê-lo tratado como um mortal comum. Brian então saiu da piscina conferindo-me uma bela visão de seus atributos físicos enquanto a água escorria por seu corpo: músculos bem definidos e tatuagens, o mesmo estereótipo que eu havia lhe descrito agora a pouco. Saí da cobertura pouco tempo depois. No quarto, enquanto secava os cabelos, pude ouvir os gritos histéricos das fãs intensificarem-se, fui até a janela e vi Brian mais quatro caras passando entre flashes e braços de meninas enlouquecidas. Imaginei quanto elas pagariam para terem aqueles minutos na piscina com o ídolo, assim como eu tive.
Esperei o término daquele alvoroço e desci até a recepção, a fome apertava e eu precisava de algum lugar bom e barato para aplacá-la. O recepcionista me explicou, em um inglês improvisado, como chegar a um restaurante a poucas quadras dali. Agradeci e já estava quase indo embora, mas minha curiosidade fez com que eu me voltasse novamente para o funcionário: — Você sabe o nome da banda que está hospedada aqui? — Claro! Chama-se Dark Paradise, senhorita. — O rapaz riu, me achando uma alienígena por não saber algo que supostamente era tão óbvio. Depois de comer, caminhei pelos arredores e pude confirmar o quanto Praga realmente era linda, faltar-me-iam palavras para descrever sua beleza, mas senti o peso do cansaço. Antes de dormir, porém, acabei ficando curiosa e acessei a internet para pesquisar mais sobre a banda de Brian. Descobri que a Dark Paradise já estava em seu quinto disco de sucesso e me perguntei realmente onde eu estive durante todo este tempo. Pesquisei o nome de Brian, queria descobrir qual instrumento ele tocava e, então, surpresa: ele era simplesmente o vocalista! — Não acredito! — Pronunciei cada sílaba bem devagar, já me imaginando em uma conversa com as amigas: quem acreditaria que um cantor lindo e famoso atrasou o show para ficar conversando com uma simples anônima como eu? Nem eu acreditava. Acessei o Youtube e escutei suas músicas: eram boas a ponto de eu rever minhas concepções musicais. Envolvida pelas melodias da Dark Paradise, acabei relutando para desligar o computador e finalmente tentar algumas horas de sono, mas antes disso, meu necessário descanso foi interrompido por “uma festinha” no quarto ao lado. Conferi que o relógio marcava duas da manhã. Os responsáveis certamente eram pessoas da banda, pois a aquela altura o show já devia ter terminado. Tentei ignorá-los e continuar a dormir, foi em vão. Mesmo parecendo uma ideia absurda, peguei meu computador e decidi ir trabalhar no lounge do hotel, longe do barulho que atrapalharia meu raciocínio. Quando saí no corredor, vi dois caras beijando garotas que pareciam não se importar em serem revezadas, os reconheci das imagens da internet como outros integrantes da banda. Estavam visivelmente bêbados e pareceram nem perceber quando eu passei desviando-me do aglomerado de pessoas. — Brian não está com eles. — pensei um pouco decepcionada, pois queria vê-lo mais uma vez. Escutei algumas gracinhas antes da luz finalmente se acender indicando que o elevador chegara e, por um lado, acabei ficando aliviada por Brian não ter me visto com olheiras e cabelos bagunçados, mas então a porta se abriu e meu coração disparou: ele estava lá dentro sorrindo libertinamente não com uma garota apenas, mas três, três mulheres, todas aspirantes a top model: — Ah pronto! O pesadelo agora está completo. Fiquei enciumada, mas o que eu estava pensando? Eu jamais ficaria com ele mesmo, então aceitei meu previsível destino e me conformei ao imaginar que aquilo acabaria ali: Carter pararia no sexto andar com suas fãs perfeitas e terminaria a noite com sexo, drogas e rock’n’roll, enquanto eu trabalharia no térreo em um artigo nada empolgante sobre simbologia nórdica acompanhada de meu moletom velho. Quando me viu, disse em meio a um sorriso licencioso: — Olá Stela. Ainda acordada?
Oh, meu Deus! Ele lembrou meu nome! Senti minhas bochechas corarem ao mesmo tempo em que suas acompanhantes me olharam com desdém, então respondi acanhadamente: — Tenho que terminar um artigo e não consigo me concentrar. Vão descer aqui? As meninas sorriram quase como se dissessem: “óbvio vadia, agora volte para sua realidade patética e nos dê licença.” Mas então Brian disse algo que retirou instantaneamente o sorriso sarcástico delas: — Na verdade eu vou acompanhar as moças até a recepção. Desculpem senhoritas, mas tenho que pegar um avião cedo. As meninas não esconderam a cara de decepção. Imaginei qual delas pensou que passaria a noite com ele, ou talvez fossem as três juntas? Mais provável, levando em consideração a fama de astros do rock. Entrei no elevador e me acomodei atrás deles, não era complacente da minha parte, mas fiquei feliz com o fato de Brian Carter dispensá-las. Levantei o olhar e encontrei os olhos do astro, tentei disfarçar, mas já era tarde, ele percebeu e me lançou seu sorriso avassalador. — Céus, como você é lindo. — Pensei aliviada por Brian não poder ler meus pensamentos. Quando o elevador parou no térreo ele se despediu das garotas, mas antes de ir, escutei uma delas dizer: — Brian, me autografe aqui. — O “aqui” era o peito esquerdo da piranha, mas ele não se intimidou, imaginei que já deveria ter feito aquilo outras vezes. Saí enojada com a cena e fui até o lounge. Procurei uma mesa com boa iluminação e comecei a escrever, ou melhor, a tentar, pois só conseguia pensar no lindo astro de olhar impudico que tirava totalmente minha concentração. Passaram-se alguns minutos e eu ainda não havia escrito praticamente nada. — Stela. Quase dei um pulo da cadeira, era Carter, que mais uma vez aparecera sorrateiramente: — Brian! Oi… — Não pensei em nada melhor para dizer, então ele continuou: — Te assustei? — Claro que não, é que eu estava um pouco concentrada e não o ouvi chegando. — “Concentrada na sua imagem que não sai da minha mente”, obviamente eu poderia pular essa parte. — Falei com meus colegas e expliquei que estavam atrapalhando os hóspedes, pode voltar para seu quarto, não irão mais incomodar. O quê? Ele realmente tinha feito isso? Se preocupado comigo? Fiquei lisonjeada e agradeci enquanto fechava meu notebook: —Obrigada Brian, não precisava dar-se o trabalho. — Respondi sem graça. —Trabalho nenhum, venha. Eu te acompanho. — o segui até o saguão e entramos no elevador, ficava melhor assim: apenas nós dois, sem nenhuma fã oferecida. Ele apertou o décimo terceiro andar e a porta fechou subitamente. — O meu andar é o sexto. — Disse meio sem graça. — Eu sei, mas o décimo terceiro é o meu. — Brian me olhou de um jeito sacana que me deixou constrangida, eu estava enganada ou aquilo era uma indireta? Na dúvida, achei melhor não arriscar. — Ah, claro. Então… Boa noite. Foi um prazer conhecê-lo. —Tentei apertar o sexto andar, mas Brian segurou meu braço e empurrou-me contra a parede gélida do elevador deixando-me perplexa: — Você pode trabalhar em seu artigo outra hora. — Não tive tempo para lhe contradizer e, se tivesse, com certeza não o faria. Logo em seguida senti o hálito doce de Carter, nossos lábios fundiram-se em um beijo intenso conduzido pelo meu novo vocalista favorito enquanto seu sexo roçava minha perna, arrancandome leves gemidos.
O elevador parou e Brian conduziu-me à suíte de luxo do andar reservado exclusivamente para ele. O fechar da porta pareceu ser a deixa para que nos entregássemos ainda mais. A excitação era tanta, que até a curta distância entre o hall e a cama de lençóis egípcios pareceu ser um longo percurso. Carter me jogou no colchão e arrancou meu moletom velho, depois tirou meu sutiã e traçou uma rota imaginária com sua língua, iniciando-se em meu pescoço com destino aos meus seios. — Oh, Brian! — Falei entre gemidos. Ele entendeu aquilo como um sinal e avançou para outras partes do meu corpo. Seus dedos empurraram minha peça íntima e quase fui ao delírio com o toque da sua pele penetrando meu sexo. — Deliciosa. — Disse meu vocalista depois de levar os dedos embebidos até a boca enquanto me queimava com seus olhos intensos. Abaixei as calças de Brian, ainda em êxtase em saber que aquilo é real. Cheguei ao seu sexo e o abocanhei lascivamente, arrancando-lhe suspiros. Carter murmurou algo em inglês que não entendi, mas pela sua expressão, sabia que estava no caminho certo. Aumentei meu ritmo e quase o fiz alcançar o clímax, mas antes que eu terminasse, Brian colocou-me de quatro na cama e roçou seu sexo em minha parte mais íntima: uma tortura deliciosa que me fazia implorar: — Oh Carter, não me torture mais! — É isso que você quer, Stela? — O hóspede mais ilustre do hotel então me possuiu com voracidade fazendo meu corpo estremecer. — Oh, Sim! A posição nada ortodoxa permitiu que Brian alcançasse meu pescoço com beijos avassaladores enquanto seu órgão ereto trabalhou de forma intensa: uma sincronia perfeita que me fez ir ao delírio. Pensei nos hematomas que seus lábios causariam na minha pele, mas não tinha problema, o clima frio aceitaria que eu os cobrisse com uma echarpe. Sei que se continuássemos mais uns segundos alcançaríamos o clímax, mas Brian parou seus movimentos e colocou-me deitada de costas: — Fique assim, quero olhar nos seus olhos enquanto te fodo. Enrosquei minhas pernas e deslizei meus braços pelo seu corpo, sentindo a musculatura bem trabalhada. Já havia feito amor com alguns homens, mas Brian me possuía de uma forma que nunca antes havia experimentado. Seus movimentos ora eram lentos e carinhosos, ora tornavam-se intensos, quase violentos, mas aquilo me enlouquecia e, quando não podia mais suportar, exclamei entre gemidos de prazer: — Por favor, não pare! Eu vou… — Isso, baby. Diz pra mim. — Carter falou com o sorriso torto e sacana, enquanto eu sentia seu sexo mais forte do que nunca. — Oh, Brian! — Meu corpo estremeceu e vi pontos brilhantes, ao mesmo tempo, Carter soltou meus cabelos e deitou-se esgotado ao meu lado, passei a mão pelo suor que se instalou em seu peito ainda ofegante. Ele sorriu de forma orgulhosa e então me beijou com ternura. — Meu Deus! Esta é a noite mais incrível da minha vida. — Declarei enquanto reparava melhor em uma de suas tatuagens: um lobo no ombro direito. — A minha também. — Quis rir, até parece que um homem como Brian Carter tenha passado sua melhor noite comigo, mas seus olhos pareciam sinceros. Ele se levantou depois de dar-me um beijo estalado na têmpora direita e caminhou até o local em que jazia um uísque dezoito anos inviolado: um dos presentes enviados por uma TV local na tentativa de conseguir uma entrevista exclusiva. Então, de forma inesperada, pegou o violão e tocou uma de suas músicas. Sentime uma menina apaixonada, não muito diferente de uma de suas fãs que certamente dariam o mundo para estar no meu lugar: Brian tocando violão, cantando sem a ajuda de nenhum microfone e usando apenas sua peça íntima.
Se eu não tivesse olhado o relógio talvez passasse a eternidade ali: sendo possuída por Brian e ouvindo-o cantar apenas para mim. — Carter, já são quase seis horas. Preciso dormir. — anunciei e não me preocupei em esconder minha insatisfação. — Sério? Garota, você fez o tempo parar. — ele lamentou e eu me senti ainda mais especial. — Rola uma música sobre esta noite? — Brinquei. — Baby, até um álbum inteiro. — riu — Tome um banho comigo antes de partir. Fechei os olhos e curti a água quente que escorria pela meu corpo. Então Brian se aproximou, roçando os pelos curtos da barba em meu pescoço, mas logo em seguida afagou minha pele, recém castigada pelo atrito, com beijos carinhosos. Deslizei as mãos pelos vidros embaçados, se não estivéssemos tão cansados teríamos nos entregue novamente, mas daquela vez os beijos foram suficientes para satisfazer-nos. Vestimo-nos e Carter acompanhou-me até meu quarto, mesmo depois de eu dizer que não precisava, mas ele havia insistido e eu, claro, não me incomodei nenhum pouco: — Já são sete horas. Tenho que pegar um voo para Amsterdã logo, mas dá tempo de tomar o café, vamos? —Ele anunciou entre um sorriso convidativo. Fiquei pasma e ao mesmo tempo lisonjeada, achei que depois que saísse do quarto de Brian ele se desligaria de mim para sempre, mas aqui está ele novamente: convidando-me para sentar na sua mesa de café da manhã. — Ok… espere só eu tirar esse moletom e colocar algo mais apropriado. No restaurante do hotel, todos os olhares se voltaram para Brian Carter. Uma hóspede pediu uma foto com o astro e perguntou se eu me importava. — Claro que não, fique a vontade! — respondi achando graça por ser elevada ao status de namorada do vocalista da Dark Paradise. Brian Carter era gentil. Observei-o enquanto sorria para a câmera e distribuía meia dúzia de autógrafos para outros hóspedes, impelidos pela coragem da primeira fã. — Carter, venha! — Os outros membros da banda o esperavam em uma mesa ampla o suficiente para músicos e produtores. Antes de irmos, disse um pouco embaraçada: — Tem certeza? Não quero atrapalhar. — Tenho sim. E você não atrapalha. — O cantor segurou minha mão e conduziume até a mesa. Ao me verem, fui alvo de gracejos que me deixaram ainda mais constrangida, mas depois de alguns minutos deixei de ser o centro das atenções e não demorou para que eu me sentisse à vontade. Os escutei conversando entre si: eram divertidos e comportavam-se como amigos de muitos anos. Brian aproveitou um momento de distração de todos e perguntou-me: — Mudou sua concepção sobre caras tatuados e rock? — Depois dessa noite, sim. — Afirmei veementemente. — Também quero perguntar uma coisa. — Pode dizer. — Na piscina do hotel — mordi os lábios receosa — por que não me disse quem você era? Um deleitoso sorriso formou-se nos seus lábios: — Porque sei que não faria diferença para você. O tempo passava mais rápido do que eu gostaria e Carter precisou subir para arrumar as malas, logo eu também faria o mesmo e então seguiria até a Universidade de Praga. Antes de subir, no entanto, meu affair prometeu se despedir.
Nove e meia a campainha tocou, era Brian cumprindo sua promessa. Acompanheio ate o saguão. No elevador, ele me beijou como na primeira vez, claro, com um pouco menos de intensidade. Era nosso beijo de despedida. A porta se abriu e já no saguão, Robert Barlet, fez um gesto de impaciência com os braços: — Até que enfim! Companhias aéreas não são como shows, Brian! Se você se atrasa, eles não esperam. — Tinha a ligeira impressão de que o empresário não gostava muito de mim. A multidão de fãs já estava formada novamente na porta e gritou alvoroçada ao avistar Brian Carter: a maior estrela da Dark Paradise. Antes de sair pela porta e, de vez da minha vida, Carter se virou para mim: —Este é o número do meu telefone. Não peguei o papel e dei uma gargalhada debochada. Aquilo era dispensável. — Brian, isso é desnecessário. Posso lidar com isso de forma adulta, não se preocupe. — Stela, pegue. — Ele insistiu e eu acabei cedendo. Seus olhos me analisaram uma última vez, depois, Carter foi ao encontro dos fãs antes de entrar no veículo da banda que o levaria até o aeroporto, longe de mim para sempre. A cena fez com que eu voltasse a minha patética realidade: — Droga! Meu artigo. Tentei descansar um pouco antes de revisá-lo e ir para meu compromisso: o real e principal motivo da minha curta estada. *** Um mês depois, defendi minha tese conseguindo o título de Doutora e, com ele, um convite para lecionar em uma das melhores universidades brasileiras. O tempo fazia com que Brian se tornasse cada vez mais uma lembrança distante, daquelas que só vivenciava quando me pegava sozinha no trânsito e a rádio tocava um dos sucessos da Dark Paradise. Certo dia, visitando meus pais no interior, escutei um som familiar: notas de guitarra e a voz intensa de Brian Carter sendo abafada pela porta fechada do quarto do meu irmão caçula. Ignorei o aviso de “não entre” colado com fita adesiva pelo jovem de vinte anos e abri sem muita diplomacia: — Irmã mais velha chegando! — Stela! — Samuel revirou os olhos — Sabe que o aviso na porta é para a sua própria proteção, não? Eu poderia estar fazendo algo bem íntimo e que você não gostaria de ver. — Urgh! Não arrumou uma namorada até hoje? — ele riu de forma sarcástica e eu continuei — Desde quando você gosta de Dark Paradise? — Desde quando nasci. — Falou como se aquilo fosse elementar. — Desde quando você se interessa por música boa? — Desde…deixa para lá. — Samuel nunca acreditaria em mim mesmo. *** Quatro meses se passaram desde aquela noite. Minha vida profissional ia extremamente bem e fui convidada pela Universidade de Seattle para ministrar uma palestra, fiquei honrada. Duas semanas depois embarquei para os Estados Unidos. Cheguei ao aeroporto de NY e enquanto esperava pela conexão, vi os noticiários: a banda Dark Paradise iria se apresentar em Seattle naquele mesmo dia. Que ironia do destino! Meu coração disparou. — Oh, Brian, tão perto e tão longe! — Pensei e então me lembrei do cartão já amassado no fundo da minha carteira. — Por Deus, não posso ter jogado fora! Depois de me livrar de vários papéis inúteis, encontrei o telefone de Brian Carter, mas fiquei paralisada por alguns segundos enquanto escutava minha pulsação em um ritmo acelerado: — Por que não? — Sem pensar mais vezes, peguei meu smartphone e digitei em meio a tremores de ansiedade: * Olá Brian, *
* Quanto tempo! Você não deve se lembrar de mim (é claro que não se lembra), de qualquer forma, estarei em Seattle hoje a noite. * * Abraços, * * Stela. * Apertei o botão de enviar, mas logo me arrependi sentindo-me uma tola. — Sua idiota, você foi apenas uma dentre centenas, ele nunca se lembrará de você. — minha consciência desmancha-prazeres continuou — Afinal, quantas “Stelas” Brian Carter não deve ter conhecido? Era duro, mas sabia que ela tinha razão. Conferi o relógio: ainda faltavam duas horas para meu voo. Pedi um cappuccino e tentei me concentrar no aroma doce da bebida enquanto ria da besteira que havia feito. Ele devia estar acostumado a este tipo de coisa, já até imaginava a cena: Brian lendo a mensagem e dizendo em voz alta dentro de alguma banheira cercada de belas mulheres: — Que Stela? — Então todos gargalhariam sarcasticamente. Segunda hipótese: ele nunca leria a mensagem. Famosos devem mudar de número com frequência e Carter não seria exceção. Sim, essa teoria era a mais plausível de todas. Mergulhada nesses devaneios, acabei me assustando quando o celular emitiu um aviso sonoro. Senti um frio na barriga, mas minha mente me repreendeu mais uma vez: “Não seja boba Stela, é apenas sua mãe dizendo que está com saudades!” Mas ela estava enganada, minha mensagem havia sido respondida: * Stela! * * E como esquecer a ilustre hóspede do Hotel de Praga? O show começa as onze e desta vez não aceito não como resposta. Diga-me qual o seu hotel e que horas posso mandar o carro. * * Brian Carter * *PS: Senti sua falta. * Fiquei em choque. Precisei reler o texto dezenas de vezes até me convencer de que aquelas palavras foram mesmo digitadas. Sim, era real. — Ele me respondeu! — Falei um pouco alto demais enquanto abraçava meu celular e acabei atraindo a atenção de mesas vizinhas que me olharam curiosas. Meu corpo se estremeceu com a doce lembrança de Brian Carter. Definitivamente, minhas amigas não acreditariam em mim, não daquela vez.
Olá meu nome é Liliane tenho 27 aninhos 169 alt 62 kg. Sou bem tesudinha e tenho seios maravilhosos.
O relato a seguir aconteceu a uns 7 anos, mas como é bem gostoso vou contar a vocês.
Na época eu tinha 20 anos e já morava sozinha. Tenho uma família grande de mais e MUITOS primos de todas as idades.
Recebi uma ligação da minha tia que mora no interior perguntando se meu primo poderia ficar uns dias na minha casa até prestar a prova do vestibular na UFMG. Iam ser apenas 15 dias, tempo para ele chegar se isolar no quarto revisando a matéria e prestar vestibular. Embora não seja muito chegada em hospedar pessoas na minha casa acabei aceitando.
No dia combinado dele chegar, fui buscá-lo na rodoviária. Quando eu o vi confesso que fiquei surpresa. Ele estava muito mais alto do que me lembrava e muito mais músculos também. Nem parecia um garoto de 17 anos. Nos cumprimentamos e ele já deu aquela conferida nos meus seios e depois na minha bunda quando me virei. Ignorei isto e fomos para o carro. No caminho de volta viemos conversando e ele olhando de maneira bem descarada para as minhas coxas, e eu mais uma vez ignorei.
Ao chegar no meu apartamento, mostrei a ele o quarto onde ele ficaria e segui a minha rotina normal. Nos primeiros dias tudo correu normalmente. Eu saia bem cedo quando ele ainda estava dormindo e voltava bem tarde quando ele já estava dormindo.
No primeiro sábado com ele na minha casa eu acordei bem tarde pois havia chegado as 3 da manhã de um aniversário de uma amiga. Por volta do meio dia levantei e sai do quarto de camisola. Uma camisolinha branca semitransparente decotada e bem curtinha. Não tinha a intenção de provocar o meu primo, só estava vestindo da forma que me visto em casa normalmente (quando me visto).
Fui para a cozinha e ele estava lá tomando água. Quando me viu já deu aquela olhada de cima a abaixo e me cumprimentou. Cumprimentei de volta tomei também um copo d’água e fui ver TV na sala. Ele voltou a estudar na mesa de jantar, mas pelo reflexo do vidro da janela dava pra ver que ele ficava me olhando direto. Cogitei levantar e vestir algo mais comportado, mas comecei a me divertir com a situação.
Enquanto eu via tv meu primo me olhava de longe achando que eu não estava vendo. Algum tempo depois vi pelo reflexo ele passando a mão no meio das pernas por cima do short, logo depois ele passou a dar uns apertões no pau ainda por cima do short. Mais um tempo ele já estava com a mão dentro mexendo no pau. Com mais algum tempo o garoto tirou o pau pra fora e começou a bater uma punheta me olhando. As vezes ele olhava pro livro, mas logo em seguida me olhava e voltava a bater uma.
A situação começou a me excitar e eu fui deixando para ver até onde ele ia. Este joguinho deve ter durado cerca de uma hora e no fim ele já estava se tocando sem nenhum pudor olhando fixamente para mim no sofa vendo tv. Resolvi me levantar para ver a reação dele. Ele quando me viu começar a me mexer colocou o pau dentro do short correndo e voltou a fingir que lia. Passei e fui até o quarto e ele me acompanhou com o olhar.
Coloquei outra roupa, uma camiseta regata branca sem sutiã de forma que dava para ver os bicos dos meus seios através da camiseta e uma calcinha também branca de telinha na frente. Voltei para sala e perguntei se ele queria pizza pro almoço. Ele disse que sim olhando fixamente pra minha bucetinha que estava praticamente toda exposta por debaixo da calcinha de telinha.
Liguei na pizzaria e voltei a ver TV. O garoto então voltou a tocar uma e me olhar de rabo de olho. Enfiei a mão dentro da minha calcinha e pude ver que estava muito molhadinha. Me levantei novamente e ele mais uma vez guardou o pau correndo e fingiu que lia. Fui para perto dele e comecei a puxar papo. Ele me respondia hora olhando os meus seios, hora olhando minha bucetinha. Pude ver o volume no short dele e ele ficando cada vez mais desconcertado. Aquele joguinho estava me deixando muito molhadinha ao ponto de melar minha calcinha.
Quando o garoto viu que minha calcinha começara a ficar molhada ele não tirou os olhos dela. Enquanto conversava comigo apertava o pau por cima do short e as vezes até gaguejava. Perguntei se ele tinha namorada e ele disse que não. Perguntei se ele já tinha namorado e ele respondeu que teve uma namoradinha, mas que terminaram. Daí perguntei se ele tinha transado com ela, e ele sem graça disse que sim só uma vez e que nunca mais tinha feito.
A medida que eu ficava excitada, os bicos dos meus seios ficavam mais duros e agora já quase furavam a camiseta. Meu primo já não sabia se olhava pra minha calcinha molhada ou pra camiseta marcada pelos biquinhos dos meus seios.
O interfone tocou e mandei ele ir lá embaixo pegar a pizza. Quando ele se levantou dava pra ver o pau dele quase saindo do short de tão duro. Enquanto ele ia lá embaixo afastei minha calcinha de lado e comecei a me masturbar ali sentada na mesa mesmo. Comecei a imaginar meu primo me comendo e me tocava sem parar. Meu melzinho escorria pelos meus dedos e pingava na mesa.
Quando ouvi os passos dele no corredor eu voltei a calcinha pro lugar que agora estava ensopada e chupei o melzinho dos meus dedos. Meu primo entrou no apartamento agora com menos volume no calção e a pizza na mão. Comemos enquanto conversávamos e ele me olhava de cima abaixo enquanto eu estava sentada na mesa. Deixei cair “sem querer” uma gota de Ketchup na minha camiseta e quando fui passar papel para limpar abaixei um pouco o decote mostrando também “sem querer” o biquinho do meu seio esquerdo.
Meu primo já estava novamente com um volume enorme no short e eu mais molhada do que nunca a ponto de começar a exalar aquele cheirinho de buceta no ambiente.
Terminamos de comer levei o resto da pizza pra colocar na geladeira e ele voltou a “estudar”. Na cozinha e apoiei de costas na pia e voltei a me masturbar. Já estava louca para dar pro meu primo mas não sabia se devia fazer isso já que poderia dar um problemão de família depois. Parei de me tocar e quando estava pra voltar pra sala comecei a ouvir um barulho de “fap fap fap” vindo de lá.
Andei na ponta dos pés e cheguei de fininho por traz do meu primo. Ele estava batendo uma de olhos fechados, com certeza me imaginando. Aquela cena me encheu de tesão e eu já não conseguia pensar em mais nada a não ser em dar pra ele.
– O que tá fazendo primo? – perguntei e ele levou um susto ficando todo sem graça com o pau na mão. E que pau, grande veiúdo com a cabeça roxa até brilhando, me deu água na boca. Olhei pro pau dele que ainda estava duro na mão, e ele só me olhava sem graça sem saber o que fazer.
Depois de alguns segundos de constrangedor silêncio ele pediu desculpas guardou o pau no short e se levantou indo em direção ao quarto. Ao passar perto e mim puxei ele pra perto e o beijei. O garoto não pensou duas vezes e já pegou meu peito apertando com vontade. Puxou minha camiseta pra baixo já deixando os dois pra fora e começou a mamar. Parecia um bebe com fome, o garoto mamava nos dois. Sugava um depois o outro sem parar. Rapidinho já puxou minha calcinha de lado e atolou dois dedos ne mim. Me encostou na parede enquanto mamava e metia os dedos em mim. Eu gemia sem parar e deixava ele me possuir daquela forma enquanto gemia
– “Ai primo para a gente não devia, a gente não pode ahhhhhhhhhhhh…. Para vai”
Não demorou e o garoto estava de joelhos chupando a minha buceta enquanto eu gemia pedindo-o pra “parar”.
Não sei como ele fazia isso, mas a língua dele enfiava lá no fundo da minha buceta e voltava. Minhas pernas tremiam e ele continuava a me chupar sem parar. Ele deu um puxão na minha calcinha rasgando-a e a jogando num canto. Eu abri mais as pernas e ele colocou toda a minha buceta na boca e chupou. Me agarrei nos cabelos loiros dele e comecei a rebolar devagar enquanto ele me chupava. Eu gemia cada vez mais e agora já falava:
– Aiiiiiiiiii….. Isso assim…. Chupa…. Vai ….. Não para….. Chupa a priminha vai…. Isso ….. Ai que deliciaaaaaaaaaaa….
Ele não parava parecia que ia virar minha buceta ao contrário. Sugava meu grelinho que já estava inchadíssimo enquanto metia a língua dentro de mim. Eu já estava em êxtase e louca de tesão. Minhas pernas estavam ficando bambas e sentia um formigamento percorrer todo meu corpo. Eu estava ali escorada na parede com a camiseta embolada no meio da barriga de perna arreganhada com meu primo me chupando.
Não demorou muito e eu senti meu coração acelerar. Minha buceta pulsar e ficar cada vez mais quente. Segurei firme a cabeça do meu primo e comecei a me esfregar na língua dele. Dei um grito de tesão meu corpo todo tremeu e eu gozei, gozei muito na boca do meu primo. Quando ele se afastou meu melzinho escorria da boca até o pescoço dele.
– Puta que pariu primo que delicia de chupada. É assim que você chupa as meninas da roça?
Ele apenas deu um sorriso safado e não respondeu.
– Senta ali que agora é minha vez.
Ele não pensou duas vezes, tirou o short e sentou no sofá.
Me ajoelhei na frente dele e comecei a punhetar devagar. Peguei com a mão toda no pau dele e comecei um movimento de vai e vem. Com o dedo polegar comecei a massagear a cabeça enquanto punhetava. Ele apenas apoiou os braços na nuca olhou pro teto e foi curtindo e gemendo baixinho.
Chupei primeiro uma bola. Quando coloquei ela na boca, senti o corpo dele tremer e o pau pulsar.
– IIIiiiiiiiiiiiiiiiiiiiisssssssssoooooooooo
Fui pra outra bola e dei outra chupada. Lambi de baixo para cima e depois engoli. Desci molhando todo aquele pau com a minha boca depois subi secando. Fui fazendo este movimento devagar.
Ele baixou o olhar para mim e afastou meu cabelo do rosto. Olhei no olho dele enquanto o chupava. Ele passou a acariciar meu rosto enquanto eu mamava sem parar. Ele fazia caras e bocas a cada sugada que eu dava. Fui aumentando o ritmo e sentia o pau dele pulsando na minha boca. Tirei ele da boca e o vi ali meladinho e duro feito pedra.
– As meninas da roça te chupam gostoso assim?
Ele mais uma vez apenas riu, e eu voltei a mamar.
Chupava cada vez com mais vontade. Ele juntou meu cabelo nas mãos como se fizesse uma alça e foi forçando minha cabeça num vai e vem. Depois de um tempo ele mesmo começou a meter na minha boca e eu fiquei com a cabeça parada deixando-o se divertir. Sentia o pau bater na minha garganta e voltar. Meus olhos já lacrimejavam e ele metia sem dó.
Quando se sentiu satisfeito ele tirou o pau da minha boca que já estava todo babado até pingando. Ele inclinou minha cabeça um pouco de lado e bateu o pau três vezes na minha cara.
– Você é muito gostosa prima
Eu apenas sorri e disse
– Vamos pro quarto
Entramos no quarto e ele já se sentou na cama. Tirei a camiseta embolada do corpo e ele tirou a dele. Me sentei do lado dele e ele me beijou. Começou a acariciar meus seios enquanto me deitava na cama me beijando.
Quando me deitei completamente ele veio por cima de mim ainda me beijando. Foi posicionando o pau na portinha da minha buceta. Senti a cabecinha entrando devagar e de repente ele socou todo resto com força. Senti o pau dele me atolar todinha e soltei um gemido alto. Ele então ergueu o corpo ficando de joelhos e começou a meter com força. Eu só gemia e sentia a pica dele me invadir sem parar. Ele metia cada vez mais forte me segurando pela cintura. Socou sem parar, subiu as mãos segurando meus seios, apertando à medida que metia mais e mais forte.
Ele me virou de lado e voltou a meter. Uma perna minha esticada para cima e outra esticada na cama. Ele socava sem parar e eu me masturbava enquanto ele me comia. Coloquei a cara no travesseiro para abafar meus gemidos e ele continuava sem parar e sem perder o ritmo. Ele parecia não cansar e socava cada vez mais forte.
Quando ele finalmente parou, minha buceta já estava toda vermelha de tanto levar pancada. Ele me mandou ficar de 4 e eu me sentei na cama. Vi aquele pau todo melado com meu melzinho e não resisti e cai de boca novamente. Mamei com vontade sugando todo meu melzinho daquela pica dura. Quando terminei me virei e fiquei de 4.
Ele se posicionou atrás de mim e começou a esfregar a pica na minha buceta. Apertava meu grelinho com a cabeça da rola e eu me arrepiava toda. Cuspiu no meu cuzinho e começou a massageá-lo com o polegar. Eu me arrepiei mais e soltei aquele gemidinho safado. Senti ele lamber meu cuzinho e começar a chupar. Me deu umas 5 chupadas bem dada no cuzinho e enfiou o pau todo na minha buceta.
Ele ficou socando fazendo um vai e vem na minha buceta enquanto massageava meu cuzinho com o polegar. Eu já estava delirando de tesão quando ele com a outra mão me pegou pelos cabelos e começou a socar com toda força. Eu sentia cada estocada e gemia. O pau dele entrava com tudo em mim e eu já estava louca de tesão. Meu primo começou a me empurrar com a outra mão até eu ficar com a cara no travesseiro. Ele parou de meter se posicionou melhor, colocou as duas mãos na minha cintura e começou a socar com tudo que tinha. Eu sentia como se fosse quebrar ao meio, ao mesmo tempo que sentia um prazer inexplicável.
Meu primo me fodeu com toda força e eu só pedia mais e mais. Quando eu menos esperava senti a dor de um tapa bem dado na minha bunda. Depois outro tapa, outro e mais outro. Minha bunda ardia dos tapas, mas aquilo me dava mais tesão ainda. Eu me masturbava enquanto ele me fodia e batia. Eu estava em outro mundo só sentia prazer e nada mais.
Ele socou e socou cada vez mais. Ele já estava com um dedo enfiado no meu cuzinho e o pau socando com toda força quando comecei a sentir que ia gozar de novo. Ele não parecia cansar e socava mais e mais. Comecei a sentir o formigamento e meu corpo anunciar que ia gozar. Ele percebendo que eu estava quase lá aumentou ainda mais a intensidade que até eu não acreditei. O pau dele entrava todo e saia todo cada vez mais rápido. Senti que ele também estava prestes a gozar e fui segurando o quanto podia para ir junto com ele. O ritmo não parava de aumentar até que ele começou a gemer mais alto passou a me bater mais forte o pau dele pulsava sem parar e sem cerimonia vários jatos de porra começaram a jorrar dentro da minha buceta. Foi só eu sentir o leite quentinho que não me aguentei e gozei também. A porra do meu primo não parecia ter fim, jatos e mais jatos jorravam dentro de mim enquanto ele continuava a meter agora em um ritmo menor, mas ainda rápido.
Quando ele finalmente deu a última estocada antes de parar eu pude sentir como se meu coração batesse dentro da buceta. Ele tirou o pau de mim e senti escorrer toda aquela porra até pingar pra fora. Minha buceta ali cuspindo porra e toda gozada.
Depois desse dia passamos a transar todos os dias até o dia dele voltar. Como ele não queria saber de estudar e só de foder a prima ele não passou na UFMG e voltou a morar na cidade dele. As vezes a gente se encontra e mata a saudade.
Sou Rebeca 29 anos, casada com Rodrigo 33 há 5 anos, temos uma vida sexual muito animada e desde o início colocamos fantasias sexuais em pratica. O grande tesão de Rodrigo sempre foi me ver com outra mulher, no inicio eu topava mas apenas queria ser chupada, nem beijo rolava.
A história mudou quando encontrei Rita minha antiga amiga que era lindissima e sempre diziam que ela gostava de mulheres também. Ao final do churrasco estavamos bem altos e a chamamos pra tomar a saideira em casa. la conversamos sobre tudo até mulheres e ela disse que adora muito beijar mulheres pois era diferente e melhor, e foi chegando perto de mim, eu cedi na hora e nos beijamos…Foi tão bom que nos beijavamos o tempo todo enquanto Rodrigo delirava, ela tbm disse que gostava apenas de ser passiva, e como eu também, não rolaria mais que beijos, mas Rodrigo insistiu no assunto tanto que quando o vi ele estava chupando a bucetinha dela e me chamando para ver de perto, até ele sair e me deixar com a cara no meio das pernas de Rita, com receio passei a lingua devagar varias vezes ate me acostumar e gostar. Mas Rita retribuiu, me chupou muito e contrariamos nossas preferencias..foi muito bom!
Dai pra frente quando rolava alguma de nossas brincadeiras com outra gata eu ja chupava-a toda e a beijava. Hoje eu adoro abrir as pernas de uma gata e chupa-la até faze-la gozar! Isso virou hábito. Gostei tanto que numa festa eletronica entrei com uma gata que acabara de conhecer no banheiro e a chupei até o fim. Gostei da ideia e hoje quando vamos a alguma boate em 90% das vezes eu chupo e sou chupada por uma gata no banheiro, isso me excita muito.
Rodrigo adora me comer e me chamar de sua lésbica. mas nossas fantasias foram sempre aumentando até eu notar que também teria tesão em ve-lo com outro homem, o que ele recusou na hora…Com o tempo ele aceitou se rolar, que fosse com um travesti e eu achei excitante a idéia…
Isso nos fez frequentar lugares com público lgbtqia+ e óbvio que fui a caça de um travesti lindo, logo eu vislumbrei um que não lembrava em nada um homem, cheguei no ouvido dele e sussurrei nossa fantasia, ele olhou de cima a baixo o meu parceiro que estava logo atrás de mim e disse que toparia, desde que pudéssemos levar junto uma amiga dele que estava me querendo, com a situação de encontrar alguém para ele, não havia percebido, ela era Lésbica do tipo que gosta de se vestir como homem, sem maquiagem, olhos de um azul lindo e dona de um sorriso que me causou Arrepios.
Fui até meu parceiro e disse que seria uma aventura a 4 e que eu queria que ele curtisse muito, nesta casa havia quartos nos fundos para os que quisessem se pegar por ali mesmo, enquanto andávamos em direção ao corredor, a menina já foi me pegando por trás, suas mãos exploravam meu corpo me deixando melada, parei no meio do corredor e a beijei, Senhoras e senhores que beijo, o melhor de toda a minha vida.
Entramos no quarto meu marido já foi se posicionando para pegar aquele lindo travesti, beijava ele enquanto tirava a sua roupa aos poucos revelando um lindo homem escondido por tras daquelas roupas femininas, ele ainda maquiado, e ja de pau duro, tirou a roupa do meu marido e o chupou maravilhosamente bem,e para nossa surpresa ele anunciou ser ativo, e que queria comer o cu do meu boy que nem titubeou, deitou-se de ladinho deixando aquele homem lindo penetrar ele, nesta altura eu só ouvia seu gemido ele delirava de tesão.
Nós duas no outro lado da cama estavamos extasiadas os assistindo, minha respiração ofegante, então ela me pega pelos cabelos e me beija mais uma vez, até então nunca havia sentido borboletas no estômago, minhas pernas amoleceram, fechei meus olhos e deitei lentamente enquanto a língua dela desenhava meu corpo, meu corpo começou com espasmos que nunca havia tido, quando sua língua encontrou meu clitóris ela se dedicou da forma de quem sabe o que fazer, descobri lugares que desconhecia no meu corpo, e comecei a esguichar um líquido que umedeceu a cama de uma forma indescritível, eu gritava, urrava, e ela não parava, meu corpo se contorcendo eu estava realizada, era ela que eu queria para minha vida, me levantei e a beijei com paixão, ela me olhava nos olhos e seus dedos percorriam minha vulva encharcada, então ela trás os dedos para minha boca para que eu experimenta se meu próprio mel.
A esta altura meu marido já estava todo fudido, tinha dado gostoso e gozado muito no pau de outro macho, então eu comecei a toca lá e ela sutilmente me disse hoje não.
Eu como assim? Não me curtiu? Ela curti demais e te quero de novo minha putinha.
Moro sozinho em um apartamento no centro de minha cidade, sou moreno claro, alto, esbelto, com um pau de 19 cm, lisinho, sem pelos. Toda segunda-feira eu contava com os serviços de limpeza da Solange, que tem seus 30 anos, seios médios, coxas grossas bunda gostosa e durinha. Eu nunca tinha dado a devida atenção a ela, alguns dias em que eu tirava folga do serviço, dormia (pelado) até mais tarde, ela entrava no quarto para guardar as roupas e eu nem ligava, continuava dormindo.
Até que um dia minha namorada me contou brava, que a Solange tinha lhe falado que minha namorada “era muito egoista de ter um homem daquele tamanho só pra ela”. Para um bom entendedor, meia palavra basta. Após algum tempo tirei outra segunda de folga, acordei e Solange já estava arrumando a sala, dei bom dia, perguntei como ela estava, fui até a cozinha preparei um café. Eu estava de samba canção sem camisa, ela de bermuda jeans e uma regata justa, salientando suas curvas.
Assim que tomei o café voltei a suíte para tomar banho, deixei a porta do quarto entreaberta e a do banheiro também, já perto de eu terminar meu banho ela entrou rápido no quarto e foi até o banheiro, mas logo ficou do lado de fora ao ver que eu estava no banho, pediu desculpas, falou que tinha ido pegar a toalha e o tapete para lavar. Eu disse que estava tudo bem que ela poderia pegar, ela entrou sem disfarçar e ficou me olhando tomar banho, pegou a toalha e ao pegar o tapete se ajoelhou de frente para onde eu estava sem tirar os olhos do meu pau que já estava meia bomba. Eu já aproveitei e pedi para ela trazer uma toalha limpa para me secar.
Fiquei esperando fora do box todo molhado, com o pau duro, quando ela entrou falei que molhei todo o chão do banheiro, ela já jogando o tapete limpo no chão, começou a secar com os pés olhando para o chão, indo em minha direção para entregar a toalha. Falo que já que estava secando o chão poderia me secar também ela olhou fundo nos meus olhos, dando aquele sorrizinho maroto e começou a passar a toalha primeiro nos meus braços, no peitoral, na barriga até que chega no meu pau meio que punhetiando com a toalha, gemendo “humm”, cheguei bem pertinho do ouvido dela e disse “ você é bem safada mesmo né” encostei ela na parede e comecei a beijar ela, aquela boca macia, uma mão já vai na bunda e a outra no peito, que tesão!
Ela foi beijando meu pescoço descendo até a barriga, ajoelhou e começou um boquete delicioso e molhado, horas engolindo todo meu pau, horas lambendo ele todo, chupando minhas bolas e punhetiando olhando na minha cara. Chamei ela para ir para a cama, ela já foi desabotoando o short, tirando toda a roupa, deitou de perna aberta na cama, beijei a boca dela e fui descendo em direção aos peitos, as costelas, até chegar na sua bucetinha chupei aquele clítoris bem gostoso, metendo o dedo na buceta até ela gozar gostoso.
Deitei na cama novamente, ela começou outro boquete, chupando gostoso meu pau, minhas bolas, e depois sentou gostoso sem parar de bunda para mim, que rabo gostoso durinho, chegou a ficar rosado dos tapas que levou, segurei para não gozar. Deitei ela na cama colocando suas pernas no meu ombro “agora vou comer gostoso essa buceta” comecei a meter fundo e rápido naquela buceta carnuda, ela ja gritando “vai mete com força” gemendo gostoso, eu estava louca para te dar safado, ate que ela goza gostoso novamente.
Na fissura já coloco ela de 4 na beirada da cama, dou uma cuspida no cuzinho e começo a massagear com o dedão ela tira falando “hoje só na bucetinha”, dou um esfregada com meu pau naquele bucetão molhado, puxo o cabelo dela e meto “então toma sua cadela safada” soco até quase gozar, sem dó nem apego, so sentindo aquele calor gostoso, molhado da buceta que chegava a escorrer de tanto tesão, neste momento tiro o pau e coloco na boca dela, que chupa até eu encher aquela boca de porra. Após gozar exausto a puxo para ficar comigo na cama, acaricio seus cabelos como quem diz foi bom!
Tomamos banho juntos ela quis me lavar todinho até onde não precisava, se lavou, me secou e deu um beijo no meu pau “que pau maravilhoso você tem”.
Sai para ir almoçar, quando voltei a chave que ficava com ela estava no chão da sala. Chamei a Solange para novas faxinas mas ela sempre arruma uma desculpa. Mas pede para eu continuar avisando quando precisar. Agora vai outra faxineira comível também, mas é bem focada. Veremos mais pra frente, com mais intimidade.
O que vou relatar aconteceu quando tivemos uma briga não estou lembrado do motivo ,mas sei que ficamos um tempinho separados e quando nos voltamos a nos falar e nos encontrar parecíamos namorados e como ela sabia que eu andava indo há alguns barzinhos com musica ao vivo pediu para eu leva-la aos lugares onde eu frequentava enquanto estávamos separados e assim eu fiz.
Ela passou a me esperar na porta da empresa onde eu trabalhava para sairmos para estes barzinhos quando eu estava no horário das 14 as 22 horas e ia toda produzida , sainha curta blusinha e de salto e fazia questão de me esperar bem em frente a portaria onde saiam todos aqueles peões de fabrica que vocês sabem ,não podem ver uma mulher e na maioria das vezes eu demorava para sair e todos eles ficavam olhando para ela na saída ,tinha uns que ficavam até quase a hora do fretado soar só para ficar olhando ela , e aquilo me deixava com tesão,mas eu ainda não havia falado que o fato dela ficar me esperando e aqueles homens olhando ela ali na portaria estava me deixando muito excitado.
Pois entravamos no carro e ela já ia passando a mão sobre o meu pau e me deixando louco,mas o melhor estava por acontecer dentro do barzinho.
Na maioria das vezes o barzinho que estávamos frequentando estava cheio , mas sempre conseguíamos uma mesinha para sentarmos e como eu não sei dançar ficávamos ali assistindo ,bebendo e beliscando alguma coisa e eu torcendo para alguém convidá-la para dançar , pois nem eu nem ela estávamos usando aliança parecíamos dois amigos ali sentados e sendo assim a qualquer momento alguém poderia convidá-la o que aconteceu umas duas vezes e ela rejeitou para minha tristeza, mesmo eu falando que ela poderia dançar se ela tivesse vontade.
De repente ela me fala que vai ao banheiro, mas devido o bar estar cheio tinha muitos caras encostados na parede próximos a um balcão e era por ali o único caminho para ir ao banheiro e ela de sainha teria que passar se esfregando naqueles caras o e eu disfarcei e fiquei olhando ela passar perto e eles se aproveitando dela e encoxando porque parecia um corredor polonês homens dos dois lados e ela passando ao meio.
Quando ela voltou novamente eles se esfregaram nela e assim que chegou à mesa me falou que teve um rapaz que passou a mão na bundinha dela ,quando ela me disse isso meu pau já endureceu .
Chegou minha vez de ir ao banheiro e deixava-a sozinha por uma meia hora ou mais, minha esperança era de voltar e vê-la dançando agarradinha com outro cara, mas eu voltava e ela estava lá sentada para minha decepção.
Mas o que me deixou com mais tesão foi quando ela me pediu para esticar a mão e colocou a calcinha que ela estava usando isso com o barzinho lotado e varias pessoas ao lado e era uma tanguinha bem miudinha vermelha.
Ficamos por mais alguns minutos ali e fomos para o andar superior onde também poderíamos ficar sentados e mais a vontade, só que para isso teríamos que subir uma escada e era um sobe e desce, fiquei esperando chegar uns caras atrás de nos para começarmos a subir na esperança deles olharem e verem que ela estava sem calcinha.
Já na parte superior arrumamos uma mesa bem ao canto , próximo a um casalzinho que já estava no maior amasso pois o lugar era bem mais escuro que o andar térreo , sentamos pedimos algo para beber e ficamos também no amasso ali, ela abriu o zíper da minha calça e começou a me masturbar nisso eu puxei ela mais para perto do meu corpo e coloquei a mão na bundinha dela levantando a saia e mexendo na xaninha que a esta altura já estava toda meladinha , com certeza as pessoas percebiam o que fazíamos ali , ficamos lá por mais uma hora terminamos nossa bebida ,pagamos e saímos .
No caminho tínhamos que passar pelo centro da cidade e devido aos vários barzinhos o movimento na rua era grande ela não quis nem saber abriu meu zíper colocou meu pau pra fora e ficou de quatro no banco do carona e começou a chupar fiquei com muito tesão que levantei a sainha dela já que ela estava sem calcinha e comecei a dedilhar aquela xoxotinha que já estava babando de tão molhada enquanto voltavamos para casa daquele jeito, ela me chupando e eu com os dedos na bucetinha dela passamos por ônibus carro , camionete , caminhões e ela naquela posição de quatro com o pau na boca e detalhe os vidros não eram filmados eram vidros verdes que a noite se conseguia ver bem dentro do carro.
E quando chegamos em casa transamos muito foi nesta época que ela começou a sentir tesão em dar o cuzinho , repetimos isso por alguns meses até cairmos na rotina novamente, infelizmente nunca ocorreu dela chegar a dançar com outro mesmo ela sabendo que eu queria que acontecesse somente para ver ela com rostinho colado com outro cara.
Os anos passaram e eu ainda tenho esta fantasia de leva-la a uma boate ou um barzinho com musica ao vivo e deixa-la bem a vontade para que alguém a convide para dançar e ela aceite e eu de longe fique olhando o cara se esfregar nela e quem sabe ela assim acabe despertando nela a curiosidade ou vontade de fazer alguma coisa diferente daquilo que fazíamos quando frequentávamos .
Agora estou tentando convencê-la a ir em uma casa de swing, já li muito sobre meu fetiche e desejos, agora entendo que sou cuckold, quero ser o corno dela, estou tentando a convencer a isto, quando sonho com outros caras metendo na minha esposa acordo todo melado e com muito tesão, quem sabe eu a convença e venha falar para vocês desta nossa aventura.