Fetiche tem cheiro, tem gosto, tem pulsação. Basta pensar e o corpo já pede, implora. Ela sabia disso. Fantasiava com um ménage masculino há tempos, e a oportunidade caiu no colo quando dois contatinhos confirmaram presença ao mesmo tempo.
Três homens no total — o marido incluso. A buceta dela latejou só de imaginar a cena.Quando contou ao marido, ele não hesitou:— Quero agora.Tudo foi preparado: espumante gelada, petiscos, luz baixa, playlist quente. Ela se produziu como uma puta de luxo: banho demorado, lingerie mínima, vestido transparente colado ao corpo, salto alto e uma maquiagem provocante, que gritava “me usem”.A campainha tocou. Dois morenos, altos, corpos grandes, olhar predador. O marido abriu a porta e ela, diante do espelho, registrava a imagem da mulher que seria fodida até perder as forças.
Assim que entraram, não houve cerimônia. Beijos, mãos, dedos. Um sugava seus seios expostos, outro deslizava a mão pela calcinha encharcada, o terceiro mordia seu pescoço. Ela gemia sem pudor.De joelhos, se entregou. A boca engoliu um pau grosso, a mão batia punheta no segundo, e o terceiro roçava na sua bunda. Um deles deitou no chão, puxou sua calcinha para o lado e lambeu até deixá-la tremendo. A língua dele girava no clitóris enquanto dois paus socavam sua boca. Ela quase engasgava, mas adorava sentir a saliva escorrer pelo queixo.Ele colocou a camisinha, levantou suas pernas e entrou com força. Cada estocada era profunda, pesada. Ela chupava outro pau, sentindo a glande bater no fundo da garganta, enquanto punhetava o terceiro com intensidade. Quando gozou a primeira vez, o corpo inteiro tremeu, a buceta espremendo o pau dentro dela, molhando a camisinha em excesso.Eles a colocaram de quatro. Um entrou com força, socando sem dó, enquanto outro enfiava na boca dela. A cada estocada, ela engolia mais fundo, babando, deixando os gemidos abafados. O terceiro batia a pica na cara dela, esfregando na boca e no rosto, melando-a com a lubrificação natural.O primeiro não aguentou: tirou a camisinha e gozou sobre os seios dela, jatos quentes escorrendo até a barriga. O marido, excitado, puxou-a para o colo, fez com que ela sentasse de uma vez só em seu pau duro, cavalgando frenética, gritando.
Enquanto isso, outro enfiava de novo em sua boca. A pressão foi tanta que ela engoliu cada gota da gozada dele, sentindo o gosto quente escorrer garganta abaixo.Ela não parava. Queria mais. Pediu que revezassem, que a usassem sem piedade. A buceta inchada recebia pica após pica, cada uma entrando mais fundo, cada estocada mais selvagem. O suor escorria, o cheiro de sexo impregnava a sala.O marido explodiu dentro da camisinha enquanto ela cavalgava sem parar, gozando junto, gritando o nome dele. Outro homem logo tirou a proteção e gozou em sua boca, respingando no queixo e nos lábios, que ela lambeu com volúpia. O último a segurar o tesão foi o que gozou mais forte: tirou a camisinha e jorrou direto no rosto dela, respingando olhos, boca, cabelos. Ela sorriu, lambendo cada gota, saboreando como se fosse vinho raro.
Exausta, caída no sofá, ela ainda sentia a buceta latejar, inchada, quente, cravejada da memória de cada pica. Foram para a cozinha comer, beber, rir. Mas a noite não tinha terminado. Eles ficaram, e ela sabia: teria que estar bem alimentada para aguentar tantas gozas seguidas até o sol nascer.
