Era um desejo antigo, sussurrado entre beijos e olhares cúmplices.Eu e ele — parceiros na vida, cúmplices no prazer — sonhávamos em explorar o desconhecido.Foi então que cruzamos o caminho de alguém que já habitava esse mundo onde fantasias se tornam realidade.Ele nos pegou no hotel, e como um guia da tentação, nos levou pelas ruas iluminadas de São Paulo, desenhando na nossa mente um mapa de possibilidades. Cada esquina parecia respirar promessas.Quando chegamos à IBM, o ar mudou. Era denso, carregado de tensão e desejo. Homens se exibiam, corpos entregues à excitação.Nos aproximamos de um moreno — a pele quente, o olhar intenso.Sem muitas palavras, ele se aproximou.Suas mãos tocaram meus seios com a liberdade de quem lê um livro proibido.Deslizou os dedos entre minhas pernas, reconhecendo meus segredos com a ousadia de quem sabe o que procura.Olhei para meu amor, que, com um sorriso e olhos famintos, autorizou o que já era inevitável.O moreno pediu — e eu disse sim.Ali mesmo, sob o olhar atento e excitado do meu marido e do nosso guia, me deixei invadir por aquele momento.Mas a noite ainda pulsava viva.Depois, fomos a uma praça onde outros homens esperavam, famintos por uma oportunidade de transformar desejo em realidade.E eu, entregue, sentia que aquela noite era só o começo do que ainda iríamos viver…A praça deserta era palco para minha completa rendição.Cercada pelos três — o motorista, o japonês e o branquinho —, eu fui possuída sem pudor, com uma fome que já não se escondia.Um deles me segurava pelos quadris, me invadindo por trás com estocadas fortes, enquanto o outro enchia minha boca, me fazendo engasgar de tanto desejo.O terceiro, desesperado, esfregava-se em mim, mãos agarrando meus seios com força, puxando meus mamilos endurecidos pela excitação.Gemidos roucos, estalos de pele contra pele, os gritos abafados da minha boca cheia — tudo misturado ao clique seco da câmera do meu marido, que eternizava cada segundo dessa transa selvagem.Eu não era de nenhum deles — eu era nossa.Minha, do meu marido, do nosso desejo construído e agora explodindo sem limites.Quando todos gozaram, suados, ofegantes, saciados, voltamos para o carro.Mas ainda tinha mais.No banco da frente, ajoelhada entre as pernas do motorista, eu suguei seu pau como uma fome que não terminava nunca.Chupei fundo, sem pressa, até sentir seu gozo quente escorrer na minha garganta.Lambi cada gota como quem lambe a memória de uma noite inesquecível.Mas o melhor ainda estava por vir.Assim que chegamos no hotel, eu e meu marido nos trancamos no quarto como dois animais que seguraram o desejo por tempo demais.Ele me jogou na cama, rasgando minhas roupas com a mesma sede com que me beijava.Lambendo meu corpo, provando cada pedaço meu que tinha sido marcado naquela noite.Subiu sobre mim, encaixando seu pau duro na minha boceta ainda molhada e latejando.Entrou com força, com fúria, como se quisesse cravar em mim tudo que sentiu vendo minha entrega.Cada estocada era um grito, um gemido, um obrigada.Me fodi com ele como se a noite fosse acabar ali.Grudei minhas unhas nas costas dele, cravei meus dentes no ombro dele, suguei sua alma em cada movimento.Gozei gritando o nome dele.Gozei tremendo, me desfazendo, sentindo tudo misturado: amor, tesão, orgulho.Ele veio junto, explodindo dentro de mim, gemendo no meu ouvido, dizendo o quanto eu era foda, o quanto aquela noite era só nossa.E enquanto a respiração voltava, suados, grudados, fodidos e felizes, só consegui sussurrar:”Quero mais…”