Marido dona de casa

Meu nome é Jonas, tenho a pele clara, olhos castanhos claros, 1,62m de altura. Não sou gordo, mas não consigo perder as gordurinhas. Como nunca malhei e não sou do tipo macho fortão, tentei impor a minha esposa Fernanda (pele branquinha, olhos castanhos, corpo pequeno de adolescente toda empinada) durinha e deliciosa, professora de informática, matemática, tutora do EAD (ensino a distância) e por ai vai… Superinteligente a mudar seus hábitos de falar, me corrigindo o tempo todo mesmo quando estamos entre amigos e principalmente na cama, não posso xingar, ela é a sabe tudo.
Como eu disse não sou do tipo macho fortão apesar de tentar ser, todas as minhas tentativas de impor as mudanças nela não deram certo, pelo contrário só gerou brigas, então fui radical e passei a mostrar para ela a força do homem macho que toda mulher precisa obedecer. Mostrei para ela primeiro nas ruas, na TV e por fim em filmes eróticos que eu selecionei para assistir. No começo, da parte dela, era repudio e reprovação, isso começou a mudar quando ela me pegou assistindo um filme pornô na TV, onde um velho negão pegava uma dona de casa em sua própria cama, comia a buceta e o cu da branquinha loura, desta vez deu certo ela não só parou para ver, como vendo que eu me masturbava freneticamente tirou a roupa, deitou no sofá e imitando a atriz do filme falou:
-Agora limpa minha buceta, corno.

Lambi com todo prazer do mundo e em pouco tempo ela gozou forte, coisa que a muito tempo não acontecia e depois ainda me pediu para colocar meu pau na sua xota peluda, mas não deu, eu já havia esporrado no sofá.
-Cuidado, quem não usa dá espaço para a concorrência. Esse negão do filme me lembra o seu Pedro nosso vizinho, acho que foi por isso que eu gostei tanto, eu estava pensando nele.
A noite seguinte como tinha dado certo o filme com o negão, preparei outro filme no mesmo estilo.
-Vamos assistir outro filme hoje, querida?
-Não, esses filmes são nojentos.
-Por quê? Por que você acha que está me traindo quando goza sonhando com outro pau na sua xoxota?
-Não… Sim… Você também gozou. Você estava imaginando que o pênis do negão estava na minha bunda ou na sua, querido?
– Na sua querida.
– Nunca amor, é muito grande….
Depois desta conversa ela ficou mais solta, em nossas transas me chamava de corno, algumas vezes, e eu gostei, mas o que eu queria mesmo era vê lá com roupas curtas e não corrigindo tudo que os outros falam, sentir vontade, enfim ser uma mulher normal e não uma nerd o tempo todo.
As coisas não saião como eu queria, fui bolando maneiras de deixa-la acesa para o sexo, notei que todas as vezes que ela assistia um filme com um homem negro, era moleza, eu gozava dentro e ela não satisfeita ia para sala assistir filme pornô com negros pirocudos comendo esposas brancas, e eu sentado no tapete lambendo sua buceta.
-Limpa minha bucetinha corno.
-Fala, me chama de corno…
-Lambe todo esse esperma que meu amante negão deixou dentro de mim… Tô gozando!
Eu precisava conseguir um negro amigo, para dar em cima da minha mulher, só para ela se sentir valorizada. A primeira pessoa que eu pensei foi o Baixinho, um negro de 60 anos, amigo de longa data, que é meu chefe. Mas, ele não aceitou. Falei que era só com palavras, nada mais que isso, não adiantou. E eu com essa ideia maluca, encontrei um outro amigo e vizinho que por acaso é o negro que Fernanda havia falado dias a traz, ele aceitou, mas pediu dinheiro para isso.

Pedi as contas do meu emprego, mas disse que tinha sido mandado embora, assim ela passou a mandar na casa e em mim. Em casa as suas atitudes mudaram, usando shorts curtos e enterrados na bunda, mesmo no quintal. Como era eu que lavava as roupas, os mais compridos estavam sempre sujos, mas o plano com seu Pedro, de deixa-la acesa para o sexo não acontecia, ele é um negro quase dois metros de altura, trabalha em serviço pesado, xinga muito, e foi inconveniente na rua, isso a assustou, até que uma noite, ela me liga desesperada, que estava em um posto de gasolina e tinha esquecido a carteira em casa, na hora tive uma ideia, falei que não ia, desliguei e liguei para o seu Pedro, disse para ele passar por lá e trazer ela para casa, inventa uma desculpa, para deixar o carro dela lá no posto, assim vocês terão tempo para conversar, pedi para ele dar em cima dela. Fiquei nervoso, sem saber notícias deles, algum tempo depois seu Pedro ligou e falando baixinho disse que eles estavam em sua casa.

Ela está com muita raiva de você, eu vou arrombar a buceta dela. Você quer assistir?
-Mas não é para você…
Ele não me esperou acabar de dizer que era só para dar em cima dela, e não para foder, na minha mente ela nunca aceitaria outro homem dentro de sua bucetinha, que era só minha. Falando rápido, ele disse para eu ficar em frente do meu portão e esperar ele abrir a porta dos fundos. Esperei, esperei e nada, vi a luz da cobertura acesa, entrei pelos fundos e procurei na casa, ouvi gemidos vindo da cobertura, subi as escadas devagar, e lá estava a minha pequena esposa branca, sendo fodida por um negão enorme, sentada em uma mesa de pernas abertas, completamente pelada e o negão também, nu metendo seu pau em um ritmo constante, beijando e alterando as mamadas, entre o seio esquerdo e o direito, de onde eu estava escondido no meio das escadas vi quando seu Pedro enfiou um dedo no cuzinho da minha esposa, sem parar de meter o pau preto na buceta dela.
-Ai meu cu… Seu dedo é mais grosso que o piruzinho do Jonas.
-Você é virgem na bunda, minha branquinha?
-Sim… Ai meu Deus, vou gozar….
-A partir de hoje, sou seu salvador e você é minha piranha branquela. Você quer meu caralho preto?
-Quero, quero sua porra dentro do meu útero. Estou ficando toda arrombada. Goza dentro da minha buceta, como nos filmes, meu salvador, meu negão pirocudo.
Como nos filmes que assistíamos juntos, eu e meu marido corno. Arriei minha calça e me masturbei. O negão é foda, ele ficou metendo na bucetinha dela por cerca de quarenta e poucos minutos, sem mudar de posição, ele só parou quando esporrou dentro da buceta dela. Gozei duas vezes, na punheta. Eu ainda vestia minha calça, quando ele desceu as escadas carregando a minha esposa no colo, com as pernas em sua cintura. O negão me viu, e jogou o rosto dela bem para trás, parou no meio da escada, e abriu com as mãos a bunda e a buceta dela, um monte de porra escorreu, caindo em seu pau, meio duro, meio mole, minha esposa resmungou algo, olhou para o seu rosto e ele, sorrindo para mim acariciou seus cabelos, acalmando minha esposa.
-Já vou colocar você na cama e pegar uma novalgina.
Olhei para baixo, o negão enfiou um dedo no cuzinho da minha esposa, ela gemendo falou:
-Seu dedo no meu cuzinho de novo, não.
– Você agora é minha, e eu vou enfiar algo bem mais grosso que o meu dedo nessa sua bunda branca. Piranha de marido corno.
Ele à colocou na cama, e deu o remédio para ela tomar, deitou-se atrás dela, de conchinha, minha esposa gemendo muito de dor, falou para ele ir devagar, mas não tentou escapar dele, e sim empurrou o corpo mais para o dele, o pau preto entrou em sua buceta, bem divagar, escondido atrás da porta, assisti com tesão, sem saber o que fazer. Poucos minutos, Seu Pedro me chamou, falando alto:
– Dei a ela um remédio para dormir.
Subi na cama, para ver de perto o que ele queria me mostrar, o pau dele, com metade da cabeça espetada dentro do cu virgem da minha esposa.
-Ela estava doida para dá a bunda, entrou só com cuspe.
Quando ele tirou para me mostrar o tamanho do buraco que ficou, fez barulho.
-Vou lubrificar com a minha porra.
Enfiou na buceta dela o pau preto enorme e grosso, saiu melado e forçando a entrada do cu da minha doce esposa.
– Só não vou arrombar essa bunda agora, porque eu quero ouvi ela chorar pedindo meu caralho preto no cu.
Levantou da cama e me deixou lá.
-Pode fazer o que você quiser, mas não vai foder ela dormindo senão eu te enfio a porrada.
Fiquei vigiando o sono de minha esposa, por bastante tempo. Saí antes dela acordar, o Seu Pedro dormia no sofá da sala completamente pelado, realmente esse é um homem dominador. Cheguei em casa arrumei e limpei a casa, para quando ela chegasse, e fui dormir um pouco, antes de pegar no sono, pensei, se ele não tivesse dado o remédio para ela, com certeza hoje ela perderia o cabaço do cu, nesta hora me deu ciúme, mas um tesão louco também, como meu pau continuava duro, me masturbei antes de pegar no sono.

Hoje em dia, minha esposa só quer pau grande e grosso, mas tem que ser preto. Quanto a mim, só assisto quando ela deixa.

Publicado por Mesonhot

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